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Tesouro Direto paga até IPCA + 7,75% e coloca investidor diante de oportunidade rara com risco no radar

Com IPCA+ acima de 7% e prefixados acima de 13%, investidor encontra prêmios elevados, mas precisa lidar com oscilações no curto prazo

Por Isabela Ortiz

27/04/2026 | 11:19 Atualização: 27/04/2026 | 11:19

Com juros elevados, Tesouro Direto mantém retornos atrativos, mas volatilidade da curva exige atenção do investidor (Foto: Adobe Stock)
Com juros elevados, Tesouro Direto mantém retornos atrativos, mas volatilidade da curva exige atenção do investidor (Foto: Adobe Stock)

Os títulos do Tesouro Direto ganham palco em um momento que combina retornos elevados com maior sensibilidade ao cenário macroeconômico. Na prática, o investidor encontra hoje taxas que, historicamente, aparecem em janelas consideradas raras, mas que vêm acompanhadas de volatilidade relevante, especialmente na marcação a mercado. Nesta segunda-feira (27), o título com o retorno mais alto é o Educa+ com vencimento em 2031, pagando IPCA + 7,75%.

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Segundo André Matos, CEO da MA7 Negócios, “os títulos do Tesouro Direto operam em um dos momentos mais atrativos dos últimos anos para quem busca rentabilidade real”. Ele destaca que choques recentes no cenário internacional, como as tensões no Estreito de Ormuz, tiveram impacto direto na curva de juros brasileira.

Como reflexo, o Tesouro Prefixado 2029 atingiu uma taxa de 13,33% ao ano, enquanto papéis atrelados à inflação também avançaram: o IPCA+ 2060 voltou a superar IPCA + 7%, e o IPCA+ 2029 se aproxima de IPCA + 7,56% – níveis que, nas palavras do especialista, “historicamente representam grande oportunidade”.

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Esse movimento, no entanto, não ocorre de forma isolada. Ele é resultado de uma combinação de fatores domésticos e externos que vêm pressionando as expectativas. De acordo com Matos, há uma deterioração relevante nas projeções econômicas, com o Boletim Focus elevando a expectativa de inflação para 2026 a 4,80%, acima do teto da meta. Ao mesmo tempo, a projeção para a Selic terminal foi revisada de 12,50% para 13%, o que “pressiona toda a estrutura a termo de juros”, ou seja, eleva as taxas exigidas pelos investidores ao longo de diferentes prazos.

O cenário à frente segue dependente de eventos concretos que podem redefinir a trajetória dessas taxas. Entre os principais pontos de atenção, o especialista cita a reunião do Copom nesta terça (28) e quarta-feira (29) em que o mercado se divide entre manutenção da taxa básica e um possível corte de 0,25 ponto percentual -, além da divulgação do IPCA-15, que já deve captar efeitos do repasse do petróleo.

Soma-se a isso o comportamento do câmbio, com o dólar tendo rompido o patamar de R$ 5,00 recentemente, e o desfecho das negociações entre Estados Unidos e Irã, fator determinante para o preço do petróleo Brent, projetado acima de US$ 101.

Diante desse contexto, o investidor se depara com um dilema clássico entre oportunidade e risco.

Como explica Matos, “é um momento em que o prêmio de carrego está alto, mas a marcação a mercado segue volátil”.

Em outras palavras, as taxas elevadas oferecem um ganho potencial relevante ao longo do tempo, mas os preços dos títulos podem oscilar no curto prazo. Ainda assim, ele recomenda que travar essas taxas agora pode ser uma forma de proteger o poder de compra por vários anos, mesmo que o caminho até o vencimento seja marcado por oscilações.

Tesouro Selic

No caso do Tesouro Selic, a taxa adicional permanece bastante baixa, em torno de 0,0453% ao ano no papel com vencimento em 2028, o que indica pouca volatilidade e manutenção do perfil conservador desse título. O preço unitário gira próximo de R$ 18,2 mil, com aplicação mínima na casa de R$ 182,89, mantendo-se como principal alternativa para reserva de liquidez e proteção contra oscilações de mercado.

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Veja um exemplo:

Tesouro IPCA+

Já os títulos Tesouro IPCA+ (sem juros semestrais) seguem oferecendo prêmios relevantes. O papel com vencimento em 2029 paga cerca de IPCA + 7,63%, enquanto os mais longos, como 2040 e 2050, oferecem taxas de 7,02% e 6,88%, respectivamente.

A inclinação da curva, com taxas mais altas nos prazos intermediários, sugere um prêmio maior concentrado no médio prazo, refletindo expectativas de inflação e juros ainda elevados no horizonte mais próximo, com alguma acomodação no longo prazo.

No segmento de IPCA+ com juros semestrais, o título com vencimento em 2035 apresenta taxa de IPCA + 7,48%, também em patamar elevado. Esse tipo de papel continua sendo mais indicado para investidores que buscam fluxo de renda periódica, embora com maior sensibilidade à marcação a mercado.

Tesouro Renda+

Os produtos voltados a objetivos específicos, como o Tesouro Renda+ (aposentadoria), mostram uma curva longa relativamente estável, com taxas que partem de IPCA + 7,13% em 2049 e vão caindo gradualmente até cerca de 6,92% nos vencimentos mais longos, como 2084. Esse comportamento indica uma ancoragem das expectativas de inflação no longo prazo, ainda que em níveis elevados de juros reais.

Tesouro Educa+

Da mesma forma, o Tesouro Educa+ apresenta taxas reais bastante atrativas, principalmente nos vencimentos mais curtos, como 2030 (IPCA + 7,95%) e 2031 (IPCA + 7,75%). Ao longo da curva, há uma leve queda nas taxas até cerca de IPCA + 6,95% em 2046, reforçando o mesmo padrão observado nos demais títulos: prêmios mais altos no curto e médio prazo.

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O quadro atual do Tesouro Direto mostra juros reais ainda elevados, curva levemente inclinada e oportunidades mais interessantes nos prazos intermediários, enquanto o Tesouro Selic segue como instrumento de estabilidade.

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