O fundo destacou ainda a demora da aprovação e dos registros de projetos imobiliários na Bahia e em São Paulo, bem como o atraso na concessão do habite-se (certificado de conclusão de obra) em São Paulo, como entraves para o pagamento de proventos.
“Apesar do resultado de R$ 1,24 por cota apurado pelo regime caixa, e de preservar recursos para aplicação nos projetos em andamento investidos pelo CACR11, tem como finalidade assegurar a continuidade das obras financiadas, bem como preservar o valor das garantias vinculadas a cada operação, visando a integralidade e retorno do principal investido”, destacou os gestores.
O Cartesia Recebíveis Imobiliários (CACR11) possui uma estratégia focada em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e mantém um histórico relevante de distribuição de dividendos. Segundo o último relatório gerencial do FII, divulgado em abril, a média dos proventos pagos aos coistas nos últimos 36 meses tem sido de R$ 1,37 por cota.