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Mercado

Alta do petróleo e ganhos de eficiência impulsionam petroleiras, siderúrgicas e varejo no balanço do 1T26

Volatilidade do petróleo e resiliência do consumo afetam resultados e reforçam cenário sólido para empresas brasileiras

Por Cecília Mayrink, Vinícius Novais e Crisley Santana

23/05/2026 | 14:00 Atualização: 22/05/2026 | 16:50

Resultados do primeiro trimestre mostram força de setores ligados a commodities e consumo, com destaque para petróleo, aço e varejo de vestuário. (Imagem: Adobe Stock)
Resultados do primeiro trimestre mostram força de setores ligados a commodities e consumo, com destaque para petróleo, aço e varejo de vestuário. (Imagem: Adobe Stock)

Petroleiras, siderúrgicas e varejistas de moda ficaram entre os destaques positivos da temporada de balanços do primeiro trimestre de 2026, conforme analistas consultados pela Broadcast.

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A alta do Brent, diante do conflito entre os Estados Unidos e o Irã, serviu como pano de fundo para o balanço de petroleiras, enquanto outras companhias mostraram ganhos em eficiência, controle de custos e desalavancagem no período, conseguindo surpreender positivamente o mercado.

O primeiro trimestre terminou com um quadro que o BTG classifica, à primeira vista, como sólido. Nesse recorte, o banco pontua que as receitas avançaram 8,7%, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) subiu 9,9% e o lucro líquido também mostrou melhora, com alta de 15,9% ante o ano anterior.

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Para o banco, as empresas de commodities foram o principal motor do avanço do lucro, com crescimento de 41,7% ante o ano anterior. O número foi puxado principalmente pelo segmento de Óleo e Gás, com expansão de 102,6% do lucro líquido médio, por causa de um ambiente de preços mais altos do Brent.

O conflito no Oriente Médio teve início no final de fevereiro deste ano. Desde então, o Brent disparou. Considerando, contudo, que os impactos da guerra atingiram apenas, e principalmente, o mês de março, houve, de certa forma, um equilíbrio entre números operacionais e as consequências do conflito no mercado, dentro do balanço de algumas companhias.

A Petrobras (PETR3; PETR4), por exemplo, reportou crescimento de 3,8% no lucro em dólares, em comparação ao ano anterior, e registrou recordes de produção de óleo e gás. Assim, ela encerrou o primeiro trimestre como a petroleira mais lucrativa do mundo entre as empresas do setor com valor de mercado acima de US$ 50 bilhões, conforme levantamento da Elos Ayta Consultoria.

No período, a estatal teve queda da demanda, o que se traduziu em estoques para a companhia que serão vendidos por preços mais elevados no segundo trimestre, devido à disparada no preço do petróleo a partir de abril, na comparação com março. Isso sugere um segundo trimestre bastante robusto para a companhia, conforme o consenso dos analistas.

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Os números operacionais foram sólidos, na visão do analista de investimentos da Daycoval Corretora, Gabriel Mollo, que pondera que a estatal segue cercada por incertezas em relação à política de preços e dividendos.

“Para os próximos trimestres, a tendência é de continuidade dessa dinâmica: bancos mais resilientes, Petrobras dependente do petróleo e do ambiente político, e Vale ainda muito sensível à China”, observa.

Ainda no universo das blue chips (ações de empresas consolidadas com grande liquidez na B3), os bancos ampliaram os lucros na comparação com o ano anterior, mas abaixo das expectativas, destaca o BTG. O Itaú Unibanco (ITUB4) foi o destaque positivo do segmento e, para Mollo, da Daycoval, ele entregou expansão de rentabilidade e provisões mais controladas.

A Genial, por sua vez, destacou o desempenho do Bradesco (BBDC4), que registrou aumento no lucro e inadimplência estável. Já a B3 (B3SA3) teve a maior receita trimestral de sua história no período.

“A B3 está se aproveitando muito bem do fluxo que vimos no começo do ano, que tem feito o preço dos ativos se valorizar. A companhia apresentou resultados bem fortes no último trimestre”, avalia o analista da Empiricus, Ruy Hungria.

Entre as companhias defensivas, a Axia (AXIA3) se sobressaiu após reverter o prejuízo em lucro bilionário. A Genial elogiou a recontratação de energia após fim gradual de contratos de energia “cotizada” e o controle de custos com Pessoal, Material, Serviços de Terceiros e Outras Despesas (PMSO), além da venda de ativos não estratégicos.

Outro destaque foi a Ambev (ABEV3), que mostrou forte operação no Brasil. O resultado reacendeu o debate sobre uma possível inflexão operacional da empresa e levou as ações à maior alta porcentual de sua história em 5 de abril, quando divulgou o balanço financeiro.

“As ações da Ambev subiram 15% após a divulgação do balanço, impulsionadas pelos resultados, com um trimestre que entregou praticamente tudo o que os investidores esperavam”, avaliou o Bradesco BBI, em relatório.

Na visão do banco, o resultado reforça a ideia de que a Ambev está começando o ano em uma posição muito mais sólida no Brasil, ganhando participação de mercado e aproveitando a reformulação de seu portfólio de marcas. Para os próximos trimestres, há o impulso da Copa do Mundo, do grande número de feriados prolongados e da temperatura mais alta no Brasil, o que tende a elevar o consumo de cerveja e outras bebidas alcoólicas.

De olho também no consumo interno, chamou a atenção um subsetor: o de varejistas de moda. Riachuelo (RIAA3), C&A (CEAB3) e Lojas Renner (LREN3) se destacaram positivamente neste quesito, driblando temores com juros muito elevados sobre o consumo, com operação resiliente na área de vestuário. O fim da taxa das blusinhas não ocorreu a tempo de afetar os resultados do primeiro trimestre.

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Outro segmento que surpreendeu positivamente o mercado foi o de siderurgia. A Usiminas (USIM5), por exemplo, reportou melhora de seu resultado operacional e o balanço abriu portas para boas perspectivas para os três meses seguintes. Já a Gerdau (GGBR4) foi beneficiada pela operação na América do Norte. A CSN (CSNA3), por sua vez, mostrou melhora na alavancagem.

“As siderúrgicas brasileiras vêm sofrendo com elevados índices de importação de aço chinês, que tem pressionado muito tanto o preço, quanto o volume aqui no mercado interno. Mas nesse primeiro trimestre, começamos a ver sinais de melhora, como menos importação e preços um pouco melhores”, avalia Hungria, da Empiricus.

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