O cobre com entrega prevista para dezembro fechou em baixa de 2,22%, a US$ 4,2780 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). Já na London Metal Exchange (LME), às 14h49, a tonelada do cobre para três meses recuava 2,09%, a US$ 9.335,50.
Segundo medição da IHS Markit em parceria com a Caixin Media, o PMI industrial chinês recuou de 50,3 em julho para 49,2 em agosto, menor pontuação do índice em um ano e meio e primeiro registro de contração da atividade manufatureira da segunda maior economia do mundo desde abril do ano passado.
Para a Capital Economics, o recuo do PMI industrial da China reforça a visão da consultoria de que a demanda por metais básicos do principal consumidor de commodities do mundo está desacelerando e, com isso, ficando cada vez mais dissociada dos atuais preços dos metais industriais, como o cobre. Desta forma, estima a casa, é provável que os preços das commodities metálicas caiam até o fim do ano.
Em relatório, a Capital também prevê que o recente desabastecimento de alumínio na China, que provocou um aumento nos preços do metal, deve se reverter em pouco tempo, já que a sua produção apenas sofre com quedas de energia em províncias chinesas e não é alvo de medidas de Pequim para controlar o nível de poluição emitido pelo país.
Entre outros metais negociados na LME, a tonelada do alumínio caía 0,61%, a US$ 2.690,00, a do níquel baixava 1,22%, a US$ 19.360,00, a do chumbo ganhava 0,97%, a US$ 2.280,00, a do estanho tinha queda de 1,47%, a US$ 33.400,00, e a do zinco recuava 0,93%, a US$ 2.976,00.