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Mercado

Saúde na Bolsa: setor tem queda de receita e alta demanda por covid-19

Segmento tem queda de faturamento com consultas, exames e de cirurgias eletivas

Por Ernani Fagundes

07/05/2020 | 12:13 Atualização: 06/08/2020 | 12:04

(Foto: Daniel Teixeira/ Estadão Conteúdo)
(Foto: Daniel Teixeira/ Estadão Conteúdo)

O setor privado da saúde vive um paradoxo no atual momento: apresenta queda de receitas com consultas, exames e cirurgias eletivas, ao mesmo tempo em que é fortemente demandado para o tratamento intensivo (UTI) para covid-19.

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“Hospitais privados de pequeno e médio porte, com menos de 100 leitos, estão passando por sérias dificuldades financeiras e provavelmente vão precisar de ajuda do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para não fecharem as portas num momento de pandemia com a transferência de pacientes para outros hospitais (públicos e privados)”, diz José Francisco Cataldo Ferreira, estrategista de análise da Ágora Investimentos.

Diante desse quadro, em relatório assinado pelos analistas Fred Mendes e Flávia Meireles, a Ágora reafirmou a preferência por papéis de empresas mais verticalizadas do setor de saúde como Hapvida (preço-alvo de R$ 61 por ação), Notre Dame Intermédica (R$ 72 por ação) e Qualicorp (R$ 36 por ação).

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“Após atualizar nossas estimativas, reduzimos nossa projeção de EBITDA estimado para 2020 em 30%, em média, levando a uma redução nos preços-alvo de 20%. Acreditamos que os players verticais terão a melhor posição relativa no setor com base em menores MLRs (taxa de sinistralidade) em 2020 (excluindo impactos de M&A) devido ao adiamento de cirurgias eletivas e devem continuar a ganhar participação de mercado, apesar de possíveis reduções no número de planos privados de saúde”, diz o texto do relatório.

Mas por outro ângulo, a Ágora revisou suas estimativas sobre os papéis da Fleury (preço-alvo de R$ 24 por ação) e Hermes Pardini (R$ 20 por ação). “As empresas de diagnóstico devem sofrer mais, já que sua demanda foi atingida em 40 a 50% desde a segunda quinzena de março e provavelmente se deteriorou ainda mais em abril, principalmente em São Paulo, nos tornando mais cautelosos com o Fleury”, afirma o documento.

Cataldo ressalta que por causa da pandemia de covid-19, as pessoas estão evitando agendar consultas comuns, exames de saúde e desmarcando ou adiando procedimentos mais complexos em hospitais.

“Numa ponta, a sinistralidade dos planos de saúde cai, mas gera menos receitas para hospitais e laboratórios. Ao mesmo tempo, o tratamento intensivo da covid-19 é mais dispendioso, uma paciente fica no mínimo 10 dias internada numa UTI. Além há questões de gestão de pessoal, falta de profissionais de saúde que também são afastados por causa da doença”, exemplifica o estrategista.

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Segundo o relatório da Ágora, nas empresas mais verticais, a sinistralidade deve permanecer sob controle. “Empresas hospitalares e verticais que anteriormente trabalhavam a uma taxa de utilização de cerca de 85% na segunda quinzena de março eram de 50%, o que ajudava a conter custos. Quando a situação normalizar, o retorno dos procedimentos eletivos deve pressionar a sinistralidade e, em nossas previsões, isso acontecerá em 2021. Como a taxa de desemprego no Brasil está prestes a aumentar, as adições líquidas também devem ser impactadas, mas esperamos que as companhias verticalizadas continuem a apresentar resultados relativamente sólidos, devido à sua capacidade de conter custos, levando a preços competitivos”, afirma o documento.

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