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Colunista

O ano mal começou: como sair da estagnação e conectar mente, corpo e finanças

Mudar hábitos é sobre transformar o olhar que temos para nós mesmos e para a vida que queremos levar

Por Ana Paula Hornos

11/01/2025 | 6:00 Atualização: 10/01/2025 | 21:33

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Metas financeiras (Foto: Adobe Stock)
Metas financeiras (Foto: Adobe Stock)

Praticamente uma quinzena do ano já se foi, e estamos caminhando para a segunda metade de janeiro. O tempo não para, e antes que percebamos, o ano avançará em ritmo acelerado. É nesse momento que muitas promessas de Ano Novo começam a escorregar entre os dedos. O entusiasmo inicial dá lugar à rotina, e os velhos hábitos parecem insistir em voltar. Mas calma: não é hora de desistir – é hora de ajustar.

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Afinal, mudar hábitos não é só sobre seguir metas financeiras ou perder os quilos das festas. É sobre transformar o olhar que temos para nós mesmos e para a vida que queremos levar. Não adianta sonhar com mudanças se continuamos presos aos mesmos ciclos.

Além das metas: o que realmente importa

Neste ponto, é bom lembrar que nem tudo depende de dinheiro – e ainda bem que é assim. Gratidão, empatia, amor, paz, saúde física e mental são tesouros que dinheiro nenhum compra, mas que fazem toda a diferença em como vivemos e no que somos capazes de conquistar.

A gratidão nos conecta ao presente. Ao invés de focar no que falta, nos ensina a valorizar o que já temos. Já a empatia nos aproxima dos outros, abre portas que esforço nenhum conseguiria abrir sozinho. Conexões verdadeiras – seja com amigos, família, colegas de trabalho – são o alicerce de uma vida equilibrada e significativa.

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Mas isso não significa que o dinheiro não seja importante. Ele é. Com ele, conseguimos organizar melhor nossa vida, conquistar liberdade para fazer escolhas, sonhar mais alto e até contribuir com quem precisa. Ter saúde financeira é parte de um cuidado maior, que se retroalimenta: cuidar do dinheiro ajuda a cuidar de si, e cuidar de si ajuda a usar o dinheiro de forma mais consciente e satisfatória.

O desafio de largar velhos hábitos

Mudanças reais pedem coragem para romper com o que nos prende ao passado. Isso vale para gastos impulsivos, procrastinação, relações tóxicas ou mesmo a falta de cuidado consigo mesmo. O começo é difícil, mas não impossível. Substituir velhos hábitos por novos exige intenção e prática diária. Quer uma dica? Não tente mudar tudo de uma vez. Pequenos ajustes consistentes são mais eficazes do que transformações radicais.

Por exemplo: tem dificuldade em poupar? Comece com 5% do que ganha e aumente gradativamente. Quer mudar sua relação com a saúde? Adote um hábito simples, como caminhar 15 minutos por dia ou preparar uma refeição mais saudável. Não subestime o poder do passo inicial. Ele é o gatilho para mudanças duradouras.

Conexão entre mente, corpo e finanças

Tudo está conectado. Não existe saúde financeira sem equilíbrio emocional e físico. Se você está esgotado, ansioso ou se sente perdido, suas decisões financeiras tendem a refletir isso – e vice-versa. Priorize o autocuidado, o descanso e momentos de lazer. Eles não são luxos; são necessidades.

E não esqueça de olhar para dentro: o que te motiva? Quais são seus valores? Suas metas estão alinhadas ao que realmente importa para você? Essa reflexão é fundamental para que as mudanças sejam sustentáveis e façam sentido no longo prazo.

Siga firme: um dia de cada vez

Agora é um bom momento para ajustar as velas. Reavalie suas metas, celebre as pequenas conquistas e lembre-se: a transformação não acontece em linha reta, mas em ciclos. Vai errar? Vai. Mas cada erro é uma chance de aprender e recomeçar.

Cuidar da vida, do dinheiro, da saúde e das conexões é um cuidado que se retroalimenta. É uma forma de dar a si mesmo a chance de viver melhor, com mais liberdade, estabilidade e propósito.

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Então, ajuste o ritmo, mantenha o foco e continue avançando. Mais do que cumprir resoluções, o que importa é construir uma vida que seja fiel ao que você valoriza. Que o Ano Novo seja um campo fértil para conquistas, mas também para aquilo que o dinheiro não compra: o amor, a paz, as relações verdadeiras e a plenitude de ser quem você é.

Porque, no final das contas, a grande revolução não está apenas no que você realiza, mas em como você vive enquanto realiza.

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