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Colunista

Liquidez explode na B3 e coloca 2026 na rota do 2º maior volume da história



Com entrada recorde de capital estrangeiro e Ibovespa em máximas históricas, mercado à vista da B3 recupera profundidade e sinaliza mudança de fase no ciclo acionário brasileiro

Por Einar Rivero

25/02/2026 | 17:28 Atualização: 25/02/2026 | 17:32

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B3, a Bolsa de Valores do Brasil (Foto: Adobe Stock)
B3, a Bolsa de Valores do Brasil (Foto: Adobe Stock)

O mercado acionário brasileiro começou 2026 exibindo um sinal que profissionais de mercado observam com atenção quase clínica: liquidez. Até 20 de fevereiro, o volume financeiro médio diário do mercado à vista da B3 alcançou cerca de R$ 25,5 bilhões na janela anual, colocando o ano na trajetória de registrar o segundo maior nível histórico de negociação em valores nominais, atrás apenas de 2021, período marcado pela liquidez global extraordinária do pós-pandemia.

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O dado ganha relevância porque coincide com uma sequência de recordes do Ibovespa, que atingiu a marca de 190 mil pontos, e com uma reentrada expressiva do capital internacional. Não é apenas uma Bolsa que sobe; é uma Bolsa que sobe com densidade, profundidade e capacidade de absorver grandes ordens sem provocar distorções abruptas de preço, características típicas de ciclos consistentes, não de movimentos especulativos frágeis.

O que mostram as diferentes janelas de tempo

No curto prazo, fevereiro já registra média diária próxima de R$ 28 bilhões, melhor patamar desde novembro de 2022. Em bases trimestrais, o primeiro trimestre de 2026 também aponta o nível mais elevado desde o fim de 2022, sugerindo que a melhora não é episódica. Na visão anualizada, o desempenho já supera todos os anos desde 2021.

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Liquidez elevada não é mero efeito colateral da alta dos preços. Ela reduz custos de transação, aumenta a profundidade do mercado e permite uma formação de preços menos defensiva, elementos essenciais para sustentar tendências.



O motor por trás: o retorno do investidor estrangeiro

O principal combustível desse movimento atende por um nome conhecido: fluxo externo.

O início de 2026 trouxe um claro processo de reprecificação do mercado brasileiro. Até 19 de janeiro, o saldo líquido de investidores estrangeiros na B3 somava R$ 36,7 bilhões, o melhor resultado mensal desde 2023. Apenas o mês de janeiro respondeu por R$ 26,4 bilhões, maior entrada para um mês desde janeiro de 2022.

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O ritmo não arrefeceu. Até 19 de fevereiro, o ingresso acumulado chegou a R$ 36,76 bilhões, já superior a todo o fluxo registrado ao longo de 2025 (R$ 26,87 bilhões). Mais impressionante do que o montante é a participação: 61,9% de todo o dinheiro negociado na Bolsa veio de investidores internacionais, o maior percentual da série recente e recorde também na comparação com dados desde 2019. No mesmo período, os institucionais locais responderam por apenas 24%, o menor nível da série.

Para o investidor pessoa física, há uma lição clássica de teoria de portfólio embutida nesses números: os preços não sobem apenas porque empresas melhoram, mas porque a demanda global por risco muda. Quando grandes alocadores internacionais decidem aumentar exposição a mercados emergentes, eles não compram uma ou duas ações, compram o mercado. Isso explica por que índices amplos, setoriais e temáticos avançam quase em sincronia e renovam máximas simultaneamente.

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Esse capital externo também não atua isoladamente. Ele se conecta diretamente a dois pilares do funcionamento do mercado, liquidez e valor de mercado, formando um binômio que ajuda a entender a intensidade da alta observada no Ibovespa em 2026.

Preços recordes com volume crescente: o pano de fundo teórico

Há um princípio clássico de microestrutura: altas sustentáveis são aquelas acompanhadas por aumento de volume. Quando os preços sobem sem liquidez, a alta pode refletir apenas ausência de vendedores. Quando sobem com volume crescente, indicam entrada efetiva de capital novo.

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O cenário atual reúne exatamente esses dois fatores, pontuações historicamente inéditas do índice e expansão da negociação. Isso sugere convicção dos participantes e não apenas entusiasmo pontual.

Mercados mais líquidos também tendem a apresentar menor prêmio de risco exigido pelos investidores, elevando o valor justo das empresas. Em outras palavras, o aumento do volume não apenas acompanha a alta, ele ajuda a justificá-la.

Um detalhe que pode passar despercebido

Apesar da força do movimento, a participação do investidor doméstico permanece relativamente contida. Historicamente, ciclos de alta costumam seguir uma sequência: primeiro entram os estrangeiros, depois a liquidez aumenta, os preços sobem e, por fim, o investidor local retorna em maior escala. O mercado brasileiro parece estar justamente nessa fase intermediária.

O que está em jogo

Se o ritmo se mantiver, 2026 poderá marcar a consolidação do retorno da Bolsa brasileira a um patamar de negociação compatível com grandes mercados emergentes. Mais do que um recorde estatístico, isso representaria a recuperação da capacidade do mercado de capitais de financiar empresas e canalizar poupança.

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Ainda é cedo para decretar um novo ciclo estrutural. Mas um diagnóstico já é possível: a Bolsa voltou a ganhar tração, e, como ensina a história dos mercados, tendências duradouras começam não com preços em alta, mas com liquidez em expansão.

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