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O seguro de vida como instrumento de organização do patrimônio familiar

Quem possui um legado financeiro precisa saber que será necessário administrá-lo

Por Bernardo Castello, diretor da Bradesco Vida e Previdência

24/10/2023 | 11:00 Atualização: 24/10/2023 | 11:00

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Há diversas formas de fazer a gestão do patrimônio adquirido, como por meio do seguro de vida resgatável. Fonte: Getty images
Há diversas formas de fazer a gestão do patrimônio adquirido, como por meio do seguro de vida resgatável. Fonte: Getty images

Já parou para pensar em como ficará a segurança financeira da sua família quando não estiver mais presente? Se você possui um patrimônio constituído ao longo da vida, certamente deseja preservá-lo e transmiti-lo da forma mais eficiente possível.

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Para isso, existe o que chamamos de planejamento patrimonial e sucessório: uma estratégia que visa organizar e proteger os seus bens ainda em vida.

Não há uma regra que defina a ocasião ou idade para se preocupar com essa questão. No entanto, a partir do momento em que uma pessoa possui um legado, seja financeiro, imobiliário, um automóvel ou qualquer outro bem, é importante ter em mente que será necessário administrar esse patrimônio.

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Os processos de transição patrimonial podem ser longos e complexos com custos inesperados. Normalmente, o preço médio de um inventário é de 10% a 20% do valor da composição financeira do patrimônio, mas os montantes podem ser mais elevados a depender de cada situação.

Há diversas formas de fazer a gestão do patrimônio adquirido, como por meio do seguro de vida resgatável, que, apesar de ainda pouco conhecido, proporciona um ótimo custo-benefício.

São muitos os diferenciais do produto, principalmente manter o padrão de vida e a segurança patrimonial dos herdeiros. Como não está atrelado a um inventário, o seguro possui liquidez imediata, permitindo que os beneficiários recebam os valores pré-estipulados pelo contratante em até 30 dias após a comunicação do seu falecimento.

Essa precaução evita conflitos familiares, processos judiciais e que parte do patrimônio seja comprometida com os custos do próprio inventário, e outras garantias jurídicas e financeiras.

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Na modalidade resgatável, o seguro de vida possibilita ao contratante, ainda, acessar parcial ou totalmente o valor pago pela apólice em vida, após um período de carência. Dessa forma, além de prover indenização aos beneficiários em caso de morte, o produto também atua como uma reserva financeira para eventuais emergências.

Independentemente da estratégia escolhida, o mais importante é ter em mente que o planejamento patrimonial e sucessório é uma ferramenta que tem como principal objetivo garantir que a vontade do titular dos bens seja respeitada e, portanto, traga conforto e tranquilidade os seus herdeiros.

Peter Drucker, o pai da administração moderna, dizia que “planejamento de longo prazo não lida com decisões futuras, mas com um futuro de decisões presentes”. Sendo assim, o que acha de começar a pensar nesse assunto agora mesmo?

*Bernardo Castello é Diretor da Bradesco Vida e Previdência

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