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Varejo: um setor para ficar de olho neste segundo semestre

As ações de três das principais varejistas do Brasil apresentam bom desempenho em agosto. Veja quais

Por Antonio Marcos Samad Júnior, CEO da Axia Investing e Star Desk

27/08/2024 | 15:59 Atualização: 27/08/2024 | 15:59

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Varejo Foto: Adobe Stock
Varejo Foto: Adobe Stock

As ações de três das principais varejistas do Brasil estão apresentando bom desempenho neste mês de agosto. Considerando dados da Bolsa de Valores até o dia 14, o Magazine Luiza (MGLU3) apresentou valorização de 21,04%, enquanto o Grupo Casas Bahia (BHIA3) subiu 18,79%. No período, quem se deu melhor foi a Lojas Renner (LREN3), com alta de 24,5%. O varejo é um dos setores da economia que mais têm sofrido nos últimos anos.

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O setor até que tinha boas perspectivas com a taxa de juros baixa, mas em 2020 a pandemia de Covid-19 jogou um banho de água fria nas expectativas. Lojas fechadas por causa da quarentena jogaram a lucratividade dessas companhias na lama. Na sequência, a taxa de juros começou a subir – chegou a 13,75% ao ano –, encarecendo o crédito ao consumidor.

Como sabemos, as redes brasileiras dependem muito do crédito barato, pois a população, em sua maioria, necessita de financiamento para fazer compras parceladas. Assim, as lojas precisam de capital intensivo para faturar. Com os juros altos, o consumo começou a cair e as ações das varejistas amargaram queda.

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Para se ter ideia, embora agosto tenha se mostrado positivo, no acumulado do ano, esse trio de empresas do setor ainda não recuperou as perdas. De janeiro de 2024 até o dia 14 de agosto, a variação dos papéis da Renner ainda é negativa em 3,43%. A ação da Magalu está em -37,65% e a da Casas Bahia cai -53,33%.

Comportamento dos investidores mudou em relação às empresas do varejo

Como vemos, todas ainda precisam subir muito para recuperar as perdas anteriores. E, pelo visto, podem ganhar musculatura nos próximos meses. O que estaria acontecendo? Por que no oitavo mês do ano o comportamento dos investidores mudou a favor dessas companhias do varejo?

Vamos por partes. Em primeiro lugar, os balanços referentes ao segundo trimestre do ano, nos três casos, foram positivos. Isso animou o mercado que passou a ter mais confiança em comprar.

Não por acaso, a Renner foi a que mais valorizou. A empresa lucrou R$ 315 milhões no segundo trimestre, alta de 37,1% em relação ao mesmo período de 2023. O Magalu, por sua vez, teve lucro líquido de R$ 37,4 milhões, bem melhor do que o prejuízo de R$ 198,8 milhões registrado em igual período de 2023.

O lucro da Casas Bahia ficou em 37 milhões nos três últimos meses do primeiro semestre, contra um prejuízo de R$ 492 milhões nos mesmos meses de 2023. Vale lembrar que, em abril deste ano, o Grupo Casas Bahia pediu recuperação extrajudicial. Ao que tudo indica, a casa está sendo arrumada.

Ações de varejistas podem valorizar?

O balanço das varejistas é um dos indicadores, mas não o único a justificar a melhora no desempenho das ações dessas empresas na Bolsa. Questões macroeconômicas também ajudam nesta explicação.

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Apesar de o Boletim Focus divulgado na última semana (entre os dias 12 e 16) estimar um leve aumento da inflação de 4,12% para 4,20% até o final do ano, a previsão é de que ela arrefeça em 2025 e feche na casa dos 3,97% em 2025. Essa expectativa de inflação menor no próximo ano é uma justificativa para que a Selic volte a cair em breve.

Se não cair, pelo menos não deve subir. Por enquanto a taxa básica de juros está mantida em 10,50% e deve encerrar 2024 em 9,75% Mas, dependendo do desempenho da economia e do controle inflacionário, esse percentual pode ficar menor ainda. Isso é bom para o setor pois vislumbra-se juros menores para o crediário, o que, caso se concretize, ajuda muito no aumento das vendas.

Mas se a Selic ainda não está no patamar desejado, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e a diminuição do número de desempregados são notícias que só fazem o mercado acreditar mais no varejo. Mais gente trabalhando significa mais consumidores com poder de compra, ou seja, mais consumo, faturamento e lucro maior.

Estão aí as razões para a valorização das ações destas redes. Mas é preciso ter cautela, porque a melhora ainda não é certa. Fatores externos (o mundo em guerra) e internos (instabilidade política) podem mudar este cenário e jogar tudo por água abaixo.

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Então o que fazer? Ora, agir com cautela. Se posicionar em papéis destas empresas é aconselhável para aproveitar o momento de alta enquanto os preços das ações ainda estão interessantes. Se as coisas andarem de forma positiva, haverá um salto nos valores desses papéis e eles deixarão de ser atrativos. Não há nada de mal em diversificar com o varejo neste momento. Fez bem que já fez isso antes, pois já começou a ganhar.

Por outro lado, não convém se empolgar muito. O setor tem seus problemas. Casas Bahia, por exemplo, passa por recuperação extrajudicial. A Magalu que surfava no e-commerce antes da pandemia – representava 50% das vendas da rede em 2019 – agora sofre bastante com a forte concorrência de plataformas chinesas e de outras, principalmente o Mercado Livre, que se expandiu muito no Brasil.

De qualquer forma, Magalu, Renner e Casas Bahia são empresas fortes e tradicionais do mercado nacional e podem sim trazer alegrias futuras para os investidores. O varejo é um setor para ficarmos de olho a partir de agora.

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