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Por que a Tesla, de Elon Musk, vendeu quase US$ 1 bilhão em bitcoins?

Venda de 75% dos aportes em bitcoins pela Tesla causou alvoroço no mercado e nas redes sociais

Foto: Divulgação
Por Bruno Perini

21/07/2022 | 18:25 Atualização: 22/07/2022 | 11:13

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Tesla vendeu 75% de seus aportes em Bitcoin. (Foto: Reuters/Michele Tantussi)
Tesla vendeu 75% de seus aportes em Bitcoin. (Foto: Reuters/Michele Tantussi)

Essa foi a pergunta que eu mais recebi nas minhas redes ao longo desta quinta-feira (21). E o primeiro ponto a ser esclarecido é que não foi o Elon Musk, pessoa física, que vendeu esses bitcoins. A venda foi feita pela Tesla, uma empresa listada em bolsa, a sexta maior do mundo em valor de mercado, cujo CEO é o Elon Musk. Nesta reportagem, mostramos que a cotação da moeda desabou após a Tesla vender 75% de seus bitcoins.

Leia mais:
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É comum vermos na mídia e redes sociais essa associação entre Elon Musk e Tesla, como se fossem uma única entidade – o que na língua portuguesa é chamado de metonímia, uma figura de linguagem em que se troca a obra pelo autor. Isso ocorre pois Musk é uma figura polêmica, controversa, que chama muita atenção do público por conta de suas falas e atitudes pouco ortodoxas.

Musk é o maior acionista da Tesla, mas sua participação atual na empresa é de “apenas” 15,78%. Portanto, mesmo sendo o CEO e um acionista relevante, ele não toma as decisões sozinho. Mais do que isso, precisa prestar contas aos demais acionistas, que possuem o poder de retirá-lo do comando caso acreditem que suas decisões estejam sendo prejudiciais para a empresa.

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Quanto à venda em si, assim que eu vi a notícia imaginei que, com a situação atual do mercado, empresas reportando resultados negativos e uma possível crise econômica se aproximando, a Tesla estivesse precisando levantar capital para manter um fluxo de caixa saudável. Contudo, este parece não ser o caso, dado que o próprio balanço trimestral indica que a empresa tem mais de US$ 18 bilhões em caixa.

Nesse sentido, será que a Tesla tomou uma decisão precipitada, ou, como se diz no mercado, “comprou na alta para vender na baixa”?

Talvez não, pois a venda de 75% da posição original em Bitcoins, feita ao longo do 2º trimestre de 2022, teve um preço médio de US$ 29 mil. A Tesla teve prejuízo nessa venda, mas somado aos 10% que foram vendidos no ano passado, a operação ainda é lucrativa em cerca de US$ 20 milhões – valor que irá mudar de acordo com o desempenho futuro dessa criptomoeda.

Além disso, nada impede a Tesla de ter recomprado Bitcoins após o término do trimestre, agora por um preço de US$ 20 mil, talvez US$ 18 mil – só iremos descobrir isso com a divulgação do balanço do próximo trimestre.

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Algumas pessoas chegaram até mesmo a sugerir que a venda pudesse ter relação com a multa de US$ 1 bilhão por conta da desistência da compra do Twitter – afinal, os valores são muito próximos. Porém essa é mais uma confusão entre o Elon Musk, pessoa física, responsável pela multa, com a Tesla, que não tem nenhuma relação com essa história.

Diante de tudo isso, a pergunta que fica é: será que a Tesla tomou a decisão correta?

Eu não tenho nenhuma pretensão de prever o futuro, e muito menos de opinar em como o negócio deve ser gerenciado – as cabeças que estão à frente da Tesla certamente são muito mais capazes do que a minha para isso. Contudo, pensando apenas na tendência futura do bitcoin, acredito que seja uma decisão financeira interessante (e convexa) manter uma pequena parte do caixa em bitcoin – desde que isso não venha a ser prejudicial para a operação da empresa em si.

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