• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

A alta dos fundos de ações: você se atrasou, sim, mas sempre é tempo

Enquanto o Ibovespa sobe 29% no ano e fundos acumulam ganhos de até 35%, muitos investidores seguem errando o timing, comprando na euforia e vendendo no medo

Por Luciana Seabra

18/11/2025 | 14:04 Atualização: 18/11/2025 | 14:07

Receba esta Coluna no seu e-mail
Luciana Seabra relembra lições de Templeton e Swensen sobre a importância de investir contra a manada e manter disciplina de longo prazo. (Imagem: Adobe Stock)
Luciana Seabra relembra lições de Templeton e Swensen sobre a importância de investir contra a manada e manter disciplina de longo prazo. (Imagem: Adobe Stock)

“Precisa-se de muita coragem para comprar quando os outros estão vendendo de forma melancólica e vender quando outros estão comprando com euforia; isso, entretanto, é o que proporciona os maiores lucros”.

Leia mais:
  • À espera de um milagre: as subclasses dos fundos
  • IOF na previdência privada: quem vai pagar?
  • Entra em vigor a 175, de fundos, mas não a transparência de custos
Cotações
15/04/2026 20h23 (delay 15min)
Câmbio
15/04/2026 20h23 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Não é um déjà vu. Se você lê esta coluna há algum tempo sabe que foi com essa frase, de John Templeton, que eu comecei a edição de janeiro de 2025.

Lá eu invocava o panteão da literatura internacional de investimentos – Howard Marks, David Swensen, Morgan Housel – para defender a importância de ser “contrarian” ao investir. Ou seja: para ter bons resultados com ativos de risco no longo prazo é preciso ir contra o pensamento e a atitude de manada.

Publicidade

Àquela altura, os fundos de ações marcavam fortes resgates, em um clássico movimento de aversão a risco.

Daí em janeiro voltei a este espaço destacando uma alta de 4,9% do Ibovespa em um único mês – muito além do 1,6% do tão amado CDI. E citava ainda que alguns excelentes fundos de ações chegavam a 8% de ganho no primeiro mês do ano.

Lá eu reforçava que era muito cedo para dizer “eu avisei”, mas que janeiro no mínimo servia para nos lembrar de que nada sabemos sobre o futuro. E ainda apontava que, conversando com gestores, eles reforçavam que muitas empresas em portfólio ainda pareciam baratas demais na Bolsa em comparação ao que realmente valiam.

Recupero todo esse histórico não para dizer que eu avisei – o resultado poderia ser diferente e um investimento em fundos de ações nunca deve ser feito com horizonte tão curto – mas para não ser acusada de engenheira de obra pronta ao te contar o que vem a seguir, com fins educativos.

Publicidade

Depois de uma longa janela difícil, o ano até aqui marcou uma das mais fortes recuperações de fundos de ações que já vi. No acumulado até o momento em que escrevo, o Ibovespa sobe 29%. Adoro o CDI, especialmente para o investimento de curto prazo, e também tenho dinheiro nele, mas o fato é que ele come poeira, com 12%.

Se vamos para uma boa seleção de fundos de ações, aí tem gestores aprovados em nossa análise que rendem mais de 35% no ano só até outubro, como Truxt, Bogari, Encore, HIX, Atmos e SPX.

Você certamente não vai receber essa notícia daquele assessor ou gerente que te indicou um fundo de ação no momento da euforia e mandou sair no fim do ano passado concentrando tudo em renda fixa – fazendo o contrário do que manda todo o estudo internacional sobre investimentos. Ou seja, orientando você a comprar na alta e vender na baixa.

É claro que alguns fundos ainda estão se recuperando de anos difíceis, mas estamos falando de bastante ganho para um período curto. E, sim, já é possível reforçar minha mensagem: a recuperação pode vir quando você menos imagina e a pior decisão foi a de quem entrou no pico e saiu no fim do ano passado.

Publicidade

Agora vai ter quem diga que já é tarde demais. Estou acostumada a ouvir esse discurso, dos que nunca montam um portfólio diversificado e seguem repetindo de forma alternada, como em um disco riscado: “está caindo, melhor não”, “está subindo, melhor não”.

Talvez você mais uma vez deixe passar, mas eu vou cumprir meu papel de analista e planejadora financeira e repetir: a melhor estratégia para investir em fundos de ações é definir um percentual alvo do seu patrimônio, montar uma carteira com mais de três gestores bem selecionados e carregar por pelo menos cinco anos. Nessa janela de tempo, a consistência costuma ser muito interessante.

Minha alocação recomendada é de 30% do patrimônio a ser investido para o longo prazo – já retirada, portanto, a reserva de emergência, que deve ser 3 a 12 vezes seu custo mensal e investida de forma extremante conservadora. Aqui sim você deve perseguir o CDI.

Não tinha fundos de ações até agora, ainda dá tempo? Sim, mas não com base em qualquer expectativa para os próximos meses: no curto prazo, pode subir mais ou pode voltar cair, a única certeza é a volatilidade.

Publicidade

Bom dizer que a euforia de que trata Templeton ainda não parece reinar: há muita incerteza, aversão a risco e a concorrência dos juros altos. E ainda há também gestores profissionais vendo oportunidades em empresas da Bolsa.

Seja como for, vale começar a montar uma carteira com bons fundos de ações a qualquer momento. O ideal é fazer aos poucos para pegar diferentes pontos de entrada. Esqueça a ideia de que você sabe qual é o melhor momento – se for considerar seus sentimentos, você provavelmente vai entrar na hora errada.

Como diria David Swensen, a maior referência em alocação de fundos do mundo: “investidores sérios não fazem market timing”, ou seja, não tentam adivinhar o momento certo de entrar em uma classe de ativos. No que ficou conhecido como Modelo de Yale, ele recomenda seguir uma alocação estrutural e rebalancear sempre, colocando mais dinheiro no que encolheu.

Não tenho ideia, assim como você, do que vai acontecer no futuro, mas sei que a construção de um portfólio diversificado e a paciência para carregá-lo, muitas vezes nadando contra a corrente, é a prescrição das pessoas que mais fizeram dinheiro com investimentos no mundo. E, mais cedo ou mais tarde, seguir esse método mostra seu valor.

Publicidade

Prefere não investir em ações? Entendo. Agora, faça um favor ao seu patrimônio e pare de entrar e sair naa errada.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Carteira
  • Certificados de Depósitos Interbancários (CDI)
  • fundo de investimento
  • Ibovespa
  • Renda fixa

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Sem IOF, cartões com criptos avançam no Brasil e prometem taxa de câmbio menor

  • 2

    Ibovespa ronda os 200 mil pontos: com rali em 2026, é hora de olhar mais para a Bolsa?

  • 3

    Resgates de crédito privado somam R$ 12,3 bi em 3 semanas — e acendem alerta no mercado

  • 4

    Ibovespa bate novo recorde com falas de Trump, dólar abaixo de R$ 5 e petróleo perto de US$ 100

  • 5

    Ibovespa bate 18º recorde do ano e se aproxima dos 200 mil pontos

Publicidade

Quer ler as Colunas de Luciana Seabra em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o IR 2026: idosos com 60 e 80 anos estão na mesma ordem de prioridade para receber a restituição?
Logo E-Investidor
IR 2026: idosos com 60 e 80 anos estão na mesma ordem de prioridade para receber a restituição?
Imagem principal sobre o IR 2026: até quando idosos com 60 anos devem enviar a declaração para receber a restituição cedo?
Logo E-Investidor
IR 2026: até quando idosos com 60 anos devem enviar a declaração para receber a restituição cedo?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: passo a passo para acessar extrato no Meu INSS
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: passo a passo para acessar extrato no Meu INSS
Imagem principal sobre o O que é um feriado forense?
Logo E-Investidor
O que é um feriado forense?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: passo a passo para o responsável autorizar movimentações por menores pelo Caixa Tem
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: passo a passo para o responsável autorizar movimentações por menores pelo Caixa Tem
Imagem principal sobre o FGTS: passo a passo para solicitar a retirada de valores esquecidos pelo celular
Logo E-Investidor
FGTS: passo a passo para solicitar a retirada de valores esquecidos pelo celular
Imagem principal sobre o FGTS: aderi ao saque-aniversário e não contratei a antecipação, posso voltar ao saque-rescisão?
Logo E-Investidor
FGTS: aderi ao saque-aniversário e não contratei a antecipação, posso voltar ao saque-rescisão?
Imagem principal sobre o 8 dívidas que idosos podem renegociar e aliviar o bolso no final do mês
Logo E-Investidor
8 dívidas que idosos podem renegociar e aliviar o bolso no final do mês
Últimas: Colunas
Dívida das empresas brasileiras bate R$ 2,1 trilhões e expõe um novo risco
Einar Rivero
Dívida das empresas brasileiras bate R$ 2,1 trilhões e expõe um novo risco

Mesmo com melhora na estrutura financeira, empresas listadas na B3 veem encolher o “colchão” entre geração de caixa e juros, o menor em quase uma década

15/04/2026 | 14h41 | Por Einar Rivero
Bets travestidas de previsões invadiram o mercado financeiro
Vitor Miziara
Bets travestidas de previsões invadiram o mercado financeiro

Popular no exterior, o mercado de revisões começa a ganhar espaço no Brasil, mas levanta preocupações sobre o risco de estimular apostas disfarçadas de investimentos

14/04/2026 | 14h18 | Por Vitor Miziara
Estrangeiro compra Bolsa; brasileiro foge para a renda fixa — o que explica essa divisão
Marco Saravalle
Estrangeiro compra Bolsa; brasileiro foge para a renda fixa — o que explica essa divisão

Juros elevados travam o capital doméstico, enquanto estrangeiros usam o Brasil como proteção em meio ao choque global de commodities

13/04/2026 | 14h43 | Por Marco Saravalle
Autocuratela: quem decide quando você não pode mais decidir?
Samir Choaib
Autocuratela: quem decide quando você não pode mais decidir?

O caso envolvendo herdeira das Casas Pernambucanas reacende um ponto ignorado por famílias ricas: quem decide quando você não pode mais decidir?

11/04/2026 | 06h00 | Por Samir Choaib

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador