• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Estamos na Terceira Guerra Mundial, uma batalha econômica?

Desenrolar da guerra no leste europeu ainda pode mexer com o mercado financeiro

Por Dan Kawa

13/07/2022 | 7:50 Atualização: 13/07/2022 | 15:29

Receba esta Coluna no seu e-mail
Com números de inflação alta em todo o planeta, recessão é um caminho provável. Foto: Envato Elements
Com números de inflação alta em todo o planeta, recessão é um caminho provável. Foto: Envato Elements

“Recessão é quando o seu vizinho perde o emprego; depressão é quando você perde o seu”
Harry S. Truman

Leia mais:
  • Por que a estagflação já é realidade no mundo atual
  • Desaceleração econômica: o novo desafio mundial
  • O dragão foi libertado?
Cotações
20/04/2026 3h46 (delay 15min)
Câmbio
20/04/2026 3h46 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Nas últimas semanas, me peguei pensando sobre o cenário econômico global, principalmente em torno do que ocorre na Europa, em especial na Ucrânia e na Rússia.

A grande reflexão que tenho feito é: será que já podemos estar no meio de uma “Terceira Guerra Mundial”, na qual a batalha não é apenas no campo militar, mas tem enormes desenvolvimentos no campo econômico e com reverberações globais?

Publicidade

A invasão russa tem um impacto social e humano irreparável para a Ucrânia desde o seu primeiro dia. Por outro lado, mais recentemente o mundo começou a sentir os impactos econômicos (não desprezíveis) deste conflito, que podem levar a uma nova onda de impactos sociais e humanos, por meio de mais inflação e menos crescimento, aumentando ainda mais a complexidade do cenário.

Na Europa, se desenha um cenário energético catastrófico. A Rússia reduziu em cerca de 60% o fluxo de gás para o velho continente. O impacto imediato é a alta de preços, que exerce pressão altista na inflação e baixista no crescimento. Mantido este cenário, a região pode ver seus estoques de gás acabarem entre janeiro e março de 2023.

Neste momento, alguns planos de contenção estão sendo colocados em prática, mas cenários caudais,  como racionamento de energia, não podem ser descartados.

Caso alguns dos cenários mais extremos seja concretizado, este pode ser um dos principais temas para o cenário nos próximos meses, já que causaria uma profunda queda de atividade econômica e nova pressão de alta nos preços.

Publicidade

Em junho, os ativos de risco apresentaram mais uma rodada de forte depreciação. A diferença deste mês, em relação a tudo aquilo que vimos no início deste ano, ficou por conta do fechamento da taxa de juros no mundo desenvolvido e na forte queda no mercado de commodities, especialmente as commodities metálicas não preciosas.

A narrativa do mercado mudou, de forma rápida e acentuada, do medo da inflação para o receio de uma recessão global. Esta mudança de dinâmica foi sustentada e explicada pela divulgação de dados econômicos, em especial nos EUA e na Europa, apontando para uma desaceleração não desprezível da economia global.

Pela primeira vez em vários anos (quiçá décadas) estamos vivenciando um cenário de desaceleração econômica (e aumento do risco de recessão), sem que os bancos centrais tenham a flexibilidade de ajustar sua política monetária em prol de mais crescimento.

Acredito que os mercados só irão melhorar estruturalmente quando tivermos uma visibilidade clara de que a inflação chegou ao seu pico e que os bancos centrais têm condições de encerrar o seu ciclo de ajuste monetário – alta de juros e aperto quantitativo (QT). Aí teremos uma noção mais clara de qual o tamanho, duração e extensão desta desaceleração econômica.

Publicidade

Ao longo do mês, alguns desenvolvimentos específicos merecem destaque:

No Brasil, uma nova PEC avançou no Congresso e mais de R$ 40 bi de reais serão gastos acima do teto. Os rumos da situação fiscal no País, além do cenário internacional mais desafiador, tem mantido o dólar mais alto, a curva de juros pressionada (para cima) e a bolsa com dinâmica negativa.

Ainda vejo um mercado local barato em termos de valuation e uma posição técnica relativamente saudável. Contudo, sem uma melhor visibilidade do cenário (local e externo), será difícil observar uma mudança estrutural desta dinâmica no curto prazo.

Na China, com a reabertura econômica de diversas regiões do país pós-“lockdown”, estamos vendo, como era esperado, uma recuperação da atividade econômica. O governo vem executando um afrouxamento fiscal e monetário, assim como algumas medidas regulatórias para o setor de tecnologia. Isso ajudou o desempenho das bolsas do país em junho, na comparação com os demais mercados do mundo.

Publicidade

Contudo, ainda temos enormes dúvidas de que as medidas anunciadas serão suficientes para acelerar de forma estrutural e relevante o crescimento. A estrutura da economia mudou nos últimos anos, o consumo se tornou mais relevante para o crescimento e as medidas de suporte usadas no passado podem não ser mais efetivas neste ciclo econômico.

Nos EUA, o Fed acelerou o ciclo de alta de juros para 75bps, mantendo as portas da política monetária abertas para as próximas decisões. De qualquer forma, o destaque do mês ficou por conta dos sinais cada vez mais claros, seja dos dados econômicos, seja das sinalizações do setor corporativo, de que há em curso uma desaceleração não desprezível do crescimento do país.

O semestre se encerrou como um dos piores períodos de desempenho para os ativos de risco nas últimas décadas. Infelizmente, não há perspectivas de curto prazo para uma mudança neste ambiente. De qualquer forma, estamos vendo mudanças significativas de preços, valuations e posição técnica que justificam a manutenção ou abertura de posição em algumas classes de ativos, que vínhamos evitando até aqui.

Gosto de agir de maneira bastante parcimoniosa nas alocações em ambientes de incerteza como o atual, pois precisamos ter a humildade de reconhecer que acertar o momento das inversões de tendência e cenário costuma ser uma tarefa ingrata (e praticamente impossível).

Publicidade

Neste meio tempo, acredito que a melhor estratégia seja manter um portfólio mais diversificado do que a média histórica, seja em termos de classe de ativos, países e regiões, priorizando aquele grupo de ativo cujo risco versus retorno me parecem mais atrativos para este momento do ciclo, mas sem ignorar os potenciais “eventos de cauda” do cenário.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Brasil
  • China
  • Commodities
  • Conteúdo E-Investidor
  • Economia
  • Europa
  • Inflação
  • preço
  • Rússia
  • Tecnologia

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Acumular grandes quantidades de dinheiro garante a grandeza? Veja o que diz Warren Buffett

  • 2

    Cenário é positivo para dividendos da Petrobras, apesar do vaivém do petróleo

  • 3

    Domicílio fiscal: os 7 países mais vantajosos — e o que cada um tributa

  • 4

    Pagar menos Imposto de Renda ou buscar mais retorno: o que realmente aumenta a rentabilidade da carteira?

  • 5

    Por que a Petrobras (PETR4) impulsiona e trava o Ibovespa rumo aos 200 mil pontos

Publicidade

Quer ler as Colunas de Dan Kawa em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja como consultar o extrato do INSS do segurado falecido
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja como consultar o extrato do INSS do segurado falecido
Imagem principal sobre o 4 gratuidades e descontos que idosos com mais de 60 anos têm direito
Logo E-Investidor
4 gratuidades e descontos que idosos com mais de 60 anos têm direito
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para pais autorizarem filhos a movimentar a conta pelo Caixa Tem
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para pais autorizarem filhos a movimentar a conta pelo Caixa Tem
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: estes idosos não têm direito ao valor em 2026
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: estes idosos não têm direito ao valor em 2026
Imagem principal sobre o Idosos com dívidas de empréstimos podem renegociar atrasos, mas em uma situação específica
Logo E-Investidor
Idosos com dívidas de empréstimos podem renegociar atrasos, mas em uma situação específica
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para mães autorizarem filhos a movimentar o dinheiro pelo Caixa Tem
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para mães autorizarem filhos a movimentar o dinheiro pelo Caixa Tem
Imagem principal sobre o Gás do Povo: passo a passo para encontrar um ponto de revenda no app Meu Social
Logo E-Investidor
Gás do Povo: passo a passo para encontrar um ponto de revenda no app Meu Social
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: veja o período de pagamento no estado de SP em 2026
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: veja o período de pagamento no estado de SP em 2026
Últimas: Colunas
Vale do Silício: por que o novo ativo de 2026 não é a IA
Ana Paula Hornos
Vale do Silício: por que o novo ativo de 2026 não é a IA

O cansaço mental virou um risco para o seu patrimônio, assim como a "sustentabilidade humana" se tornou a estratégia de elite para evitar decisões impulsivas

18/04/2026 | 06h30 | Por Ana Paula Hornos
De agência a motor de crescimento: a comunicação como verdadeiro ativo de negócio
Carol Paiffer
De agência a motor de crescimento: a comunicação como verdadeiro ativo de negócio

Comunicação estratégica ganha status de alavanca de valor e passa a influenciar crescimento, reputação e valuation das empresas

17/04/2026 | 15h13 | Por Carol Paiffer
Se o governo não fosse o maior sócio das empresas, seria possível dobrar a remuneração dos colaboradores?
Fabrizio Gueratto
Se o governo não fosse o maior sócio das empresas, seria possível dobrar a remuneração dos colaboradores?

Empresas brasileiras gastam mais de 1.500 horas por ano apenas para cumprir obrigações tributárias. É tempo que não gera receita, não melhora produto, não atende cliente

16/04/2026 | 14h53 | Por Fabrizio Gueratto
Dívida das empresas brasileiras bate R$ 2,1 trilhões e expõe um novo risco
Einar Rivero
Dívida das empresas brasileiras bate R$ 2,1 trilhões e expõe um novo risco

Mesmo com melhora na estrutura financeira, empresas listadas na B3 veem encolher o “colchão” entre geração de caixa e juros, o menor em quase uma década

15/04/2026 | 14h41 | Por Einar Rivero

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador