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Colunista

Quais os desafios que Lula enfrentará no terceiro mandato

O cenário externo é mais hostil hoje do que quando o petista assumiu a presidência em 2002

Por Dan Kawa

02/11/2022 | 7:01 Atualização: 01/11/2022 | 17:03

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Posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ocorre em janeiro de 2023 (Foto: Werther Santana/Estadão)
Posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ocorre em janeiro de 2023 (Foto: Werther Santana/Estadão)

No final do mês passado, o Brasil elegeu Lula (PT) como o presidente que irá assumir o País a partir de 2023. Ele assumirá o comando de um Brasil totalmente dividido por uma campanha eleitoral agressiva, acusatória e recheada de fake news de ambos os lados.

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O resultado foi apertado e milhões de pessoas  que votaram em Jair Bolsonaro (PL) estarão insatisfeitas com a conclusão deste processo. Por isso, o primeiro grande desafio do presidente eleito será pacificar o País.

Como cidadãos, temos um dever fiduciário de continuar lutando pelo que achamos certo ou errado para o País, porém de forma pacífica, educada e dentro do curso legal.

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Executivo, Legislativo e Judiciário, como representantes da sociedade, precisam trabalhar juntos e dentro da constituição, com o intuito de conduzir o País para um caminho de prosperidade. A sociedade tem o direito e o dever de auditar o trabalho dos três poderes.

Esperamos que o País possa caminhar de forma serena, que os três poderes tenham a responsabilidade constitucional que lhes convém e que a voz da sociedade seja ouvida, quando necessário.

Com as eleições ainda frescas em nossa cabeça, e muitas dúvidas e incertezas no ar, seguem algumas breves reflexões que temos feito nos últimos dias:

Visão geral

  • Não esperamos radicalismo de Lula no começo do governo
  • Lula tentará montar um governo de coalização
  • Pelo histórico dos governos passados do PT, esperamos uma administração mais ineficiente
  • O ajuste fiscal será mais longo e pode não acontecer
  • Com os desafios fiscais, as taxas de juros de equilíbrio devem ser mais elevadas
  • O cenário externo é mais hostil hoje do que quando Lula assumiu a presidência em 2002
  • O preço do minério de ferro está em queda, a China cresce menos e com inúmeras incertezas de crescimento global
  • O petróleo ainda em patamar alto, mas com muita volatilidade
  • A economia deve crescer menos em 2023
  • Há “bombas” fiscais criadas na corrida eleitoral que precisarão ser desarmadas pelo governo Lula
  • Lula enfrentará uma enorme dificuldade em equacionar a agenda social com a agenda econômica/fiscal
  • Um nome de mercado comandando a Fazenda pode comprar tempo e a paciência do mercado para que o plano econômico seja anunciado

Juros

  • A curva curta e intermediária já colocam um cenário de queda de juros não desprezível nos preços
  • Acreditamos que as incertezas são grandes para o mercado embarcar definitivamente em um cenário consistente de queda da Selic
  • A curva longa ficará mais sensível aos sinais fiscais e ao ambiente externo
  • Há prêmio de risco, mas os riscos aumentaram
  • Neste momento, preferimos juros reais a juros nominais
  • Preferimos a parte intermediária da curva, do que a parte curta ou longa

Câmbio

  • A taxa de câmbio parece barata por valuation
  • Os juros elevados devem ajudar a dar alguma ancoragem ao câmbio
  • Neste final de ano, há uma sazonalidade de fluxo negativo
  • Há sinais de interesse do investidor estrangeiro pelo Brasil, o que pode ajudar o fluxo de médio prazo

Bolsa

  • Será um mercado mais micro, de seleção de ações e de setores, do que um cenário de “comprar bolsa passivamente”.
  • As estatais, mesmo baratas, podem virar “value traps”
  • O plano econômico, que deve ser voltado mais para o consumo e o mercado imobiliário, pode favorecer setores específicos, em detrimento de a outros
  • Bancos podem ser os escolhidos para aumento de impostos, como CSLL
  • Preferimos Small Caps ao Ibovespa neste ambiente
  • Estrangeiros desalocados podem, no curto prazo, trazer algum fluxo positivo e trazer sustentação a Bolsa.

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