• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Como acertar o ritmo dos investimentos na Bolsa

O segredo está em ajustar os passos conforme o ritmo ditado pela relação entre volatilidade e retorno

Por Einar Rivero

07/02/2024 | 9:26 Atualização: 07/02/2024 | 9:26

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Investir na bolsa de valores é como participar de uma dança em que os números são os nossos parceiros. O ritmo, que pode ser frenético ou suave, é dado por um binômio crucial nessa coreografia cheia de possibilidades: volatilidade e retorno.

Leia mais:
  • O quanto reinvestir dividendos vai te deixar mais rico?
  • Estes cinco setores responderam por 66,4% do Ibovespa em 2023
  • Renda variável domina no ano, mas e em 2024? Veja os números
Cotações
30/04/2026 23h23 (delay 15min)
Câmbio
30/04/2026 23h23 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Quando a volatilidade está nas alturas, os preços das ações dançam com mais intensidade. Isso pode significar oportunidades de lucro expressivas para quem está disposto a arriscar. Investidores audaciosos veem nesse cenário a chance de ganhos substanciais no curto prazo. Mas, vale lembrar que essa dança de passos ousados traz consigo o risco de quedas bruscas. É um jogo para quem gosta de emoções fortes.

Se a volatilidade é baixa, os preços se movem de forma mais previsível, proporcionando uma sensação de estabilidade. Investidores mais conservadores, que preferem uma dança serena, costumam se sentir confortáveis com ativos de baixa volatilidade em sua carteira. No entanto, a calmaria significa retornos mais modestos. Os ganhos são proporcionais à melodia suave da dança.

Publicidade

Assim como uma coreografia bem ensaiada, uma estratégia de investimento equilibrada envolve diversificação. Misturar ativos de diferentes níveis de volatilidade cria uma dança harmoniosa na carteira, com alguns ativos mais ousados e outros mais comedidos. O dueto ajuda a equilibrar os riscos e atingir um desempenho consistente ao longo do tempo.

O dançarino com experiência no mercado também sabe que seus passos estarão tanto mais seguros quanto mais estiverem respaldados por análises profissionais, indicadores técnicos e informação gabaritada.

Investir na bolsa é uma dança única, repleta de emoções. O binômio volatilidade e retorno é parte integrante dessa coreografia. Seja um dançarino ousado em busca de giros espetaculares ou um apreciador da valsa estável, entender como esses elementos se entrelaçam é a chave para ajustar a dança conforme a música e lucrar.

Menor patamar do Ibovespa

Em um capítulo marcante da dança financeira, o Ibovespa surpreendeu a plateia ao atingir o menor nível de volatilidade da história registrando, em 31 de janeiro, 16,29 pontos em 12 meses. Um feito notável.

Contudo, ao olharmos pelo retrovisor, enxergaremos uma travessia mais agitada. Durante a pandemia, a volatilidade do Ibovespa atingiu seu ápice, alcançando 45,94 pontos. Esse turbilhão financeiro foi um contraponto marcante ao cenário tranquilo que se desenhava no final de 2019 e início de 2020.

Publicidade

 

O movimento da volatilidade do Ibovespa de janeiro não foi solitário. O S&P500, índice norte-americano, também atingiu níveis baixos, ainda que superiores aos registrados na pré e pós-pandemia. A sincronia reflete os desafios e oportunidades enfrentados pelos mercados globais.

Publicidade

Encontrar ativos com baixa volatilidade é um desafio. Na busca por essas pérolas, listamos as 10 ações da B3 com menor volatilidade em 31 de janeiro último. Apenas quatro delas apresentaram volatilidade inferior à do Ibovespa. Três delas são da Taesa (TAEE11) e uma da Auren (AURE3), ambas do setor de energia elétrica.

Examinando o volume médio diário superior a R$ 1 milhão/dia, percebemos que, das 10 ações menos líquidas, seis pertencem ao setor de energia, duas são seguradoras e duas integram o setor bancário. O que evidencia como setores específicos podem proporcionar estabilidade mesmo em meio às oscilações do mercado.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Bolsa de valores
  • Carteira
  • Conteúdo E-Investidor
  • Ibovespa
  • Investidores
  • mercado
  • volatilidade

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    IPCA acima da meta muda rota da Selic e mercado prevê corte menor pelo Copom

  • 2

    Dólar cai ao menor nível desde 2024, mas cenário é frágil; veja o que esperar para maio

  • 3

    Ibovespa hoje tem 6ª queda seguida após Federal Reserve manter juros nos EUA; dólar sobe

  • 4

    Superquarta: mercado vê risco no recado dos bancos centrais; veja o pior cenário para o investidor

  • 5

    Copom confirma Selic a 14,5%: onde investir com segurança agora

Publicidade

Quer ler as Colunas de Einar Rivero em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Álbum da Copa do Mundo 2026: veja quanto custam os modelos na pré-venda
Logo E-Investidor
Álbum da Copa do Mundo 2026: veja quanto custam os modelos na pré-venda
Imagem principal sobre o Restituição do IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade?
Logo E-Investidor
Restituição do IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: os alunos conseguem solicitar o cartão do programa pelo Caixa Tem?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: os alunos conseguem solicitar o cartão do programa pelo Caixa Tem?
Imagem principal sobre o IR 2026: este grupo de pessoas tem grandes chances de receber a restituição no 1º lote
Logo E-Investidor
IR 2026: este grupo de pessoas tem grandes chances de receber a restituição no 1º lote
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: é possível consultar se o dinheiro está rendendo pelo Caixa Tem?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: é possível consultar se o dinheiro está rendendo pelo Caixa Tem?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: é possível retornar ao programa depois de cancelar o benefício?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: é possível retornar ao programa depois de cancelar o benefício?
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: estes idosos não têm direito ao valor
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: estes idosos não têm direito ao valor
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: como funciona o rendimento do dinheiro de quem decide permanecer na conta poupança?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: como funciona o rendimento do dinheiro de quem decide permanecer na conta poupança?
Últimas: Colunas
Por que só os FIDCs de primeira linha sobreviverão nos próximos 10 anos
Fabrizio Gueratto
Por que só os FIDCs de primeira linha sobreviverão nos próximos 10 anos

O avanço dos FIDCs para R$ 800 bilhões marca o fim do amadorismo e exige tecnologia para enfrentar a alta inadimplência

30/04/2026 | 14h34 | Por Fabrizio Gueratto
ETFs no Brasil: crescimento consistente e uma alternativa eficiente para o investidor
Einar Rivero
ETFs no Brasil: crescimento consistente e uma alternativa eficiente para o investidor

Patrimônio mais que dobra em dois anos, base de investidores avança e diversificação consolida ativo como peça cada vez mais relevante na carteira do brasileiro

29/04/2026 | 14h22 | Por Einar Rivero
Ibovespa sobe no ano com dinheiro de fora — mas o barato já ficou para trás?
Vitor Miziara
Ibovespa sobe no ano com dinheiro de fora — mas o barato já ficou para trás?

Fluxo estrangeiro explica a alta do ano, não os fundamentos. Com o valuation já acima da média, o investidor precisa recalcular o jogo

28/04/2026 | 17h45 | Por Vitor Miziara
A (última?) decepção com o Banco do Brasil reacende o alerta
Marco Saravalle
A (última?) decepção com o Banco do Brasil reacende o alerta

Após frustrar expectativas, banco lança dúvidas sobre risco político e enfraquece a tese de dividendos

27/04/2026 | 14h18 | Por Marco Saravalle

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador