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Colunista

Raio-X da B3 em 2023: Como investidores têm encarado o mercado brasileiro?

Negociações diárias apontam para maior cautela e investidores estrangeiros têm menos opções de liquidez

Por Einar Rivero

12/07/2023 | 15:07 Atualização: 13/07/2023 | 16:01

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Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

Como o mercado de capitais brasileiro caminhou nesses primeiros seis meses de 2023? Como os avanços e os entraves econômicos enfrentados pelo novo governo têm influenciado a decisão do investidor apostar ou não na Bolsa? E como assistem a isso os investidores estrangeiros e institucionais? Para responder a esses e outros questionamentos, me vali, como de praxe, dos números. Junto à plataforma do Trademap, busquei analisar a movimentação da B3 ao longo dos primeiros semestres ano a ano, de 2000 para cá.

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Como podem notar, o volume financeiro médio diário do mercado à vista da B3 no primeiro semestre de 2023 foi de R$ 21,5 bilhões por dia – montante 16% inferior ao registrado no mesmo período de 2022, quando o volume era de R$ 25,6 bilhões por dia. A queda ocorre pelo segundo ano consecutivo, o que pode indicar uma maior cautela por parte do investidor, dadas as condições fiscais e econômicas enfrentadas pelo país ao longo deste primeiro semestre.

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O volume financeiro, vale dizer, costuma nos fornecer informações valiosas sobre a liquidez de um mercado. Quando estamos diante de um alto volume, temos a indicação de que muitos investidores estão ativos, o que, por sua vez, se reflete, numa ampla oferta e demanda de papéis, facilitando a execução das transações, evitando, ainda, problemas com a falta de compradores ou vendedores.

Além disso, o volume financeiro está também intimamente relacionado à eficiência de preços. Quanto maior o volume negociado, mais eficiente é o processo de reequilíbrio dos valores desses ativos. Isso porque para sustentar o aumento desses investimentos, é natural que tenhamos o envolvimento de muitos participantes desse ecossistema, compartilhando informações e perspectivas acerca de empresas e seus respectivos setores.

Toda essa movimentação contribui para que os preços reflitam de maneira mais precisa o valor real dos ativos, levando em consideração as expectativas e avaliações dos investidores e do mercado como um todo, nos auxiliando, inclusive, a tomar decisões de investimento mais informadas e fundamentadas.

De acordo com o gráfico abaixo, o melhor registro de volume financeiro na Bolsa brasileira ocorreu no primeiro semestre de 2021, com um volume médio diário de R$ 30,2 bilhões. Apesar da valorização de 20% do índice Ibovespa entre junho de 2022 e junho de 2023, o volume neste ano, até aqui, é inferior ao de 2022. Porém, vale dizer, que mesmo com a queda recente nos dois últimos anos, o volume de negócios da B3 ainda está em patamares altos quando observada a evolução histórica – em 2019, o volume financeiro médio diário do mercado à vista da B3 era de R$ 14 bilhões.

Quais os setores mais visados pelo investidor?

Os cinco setores com maior volume financeiro médio diário em 2023 concentram 51% do volume financeiro do mercado à vista, totalizando 124 ações – menos de um quarto das 467 ações listadas na B3. São eles "Exploração, Refino e Distribuição", "Bancos", "Minerais Metálicos", "Energia Elétrica" e "Serviços Financeiros Diversos".

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Com apenas 10 ações listadas, o setor de Exploração, Refino e Distribuição, que abarca empresas como Petrobras (PETR3; PETR4), PetroRio (PRIO3), Cosan (CSAN3) e Vibra (VBBR3), concentra o maior volume financeiro médio diário, transacionando R$ 3,35 bilhões por dia – ainda assim, uma queda de 20,7% em relação a 2022, o que aponta para um arrefecimento de tal concentração. Hoje, o setor acumula 15,6% do volume total da B3.

Diante dos números, é difícil negarmos a concentração do mercado de ações brasileiro, especialmente em termos de negociação e liquidez. Ainda que a B3 possua hoje uma ampla gama de empresas, de diferentes setores e portes, companhias de grande capitalização têm reunido volumes diários abundantes de negociação, significativamente superiores ao de outras, o que acaba por resultar em uma concentração de volume em poucos ativos.

É uma boa hora para investidores estrangeiros?

Com a retomada do desempenho do mercado de renda variável devido à queda da taxa de juros, espera-se que os investidores estrangeiros busquem ativos em mercados emergentes, especialmente no Brasil. No entanto, para atrairmos a atenção dos investidores estrangeiros, é fundamental oferecermos um maior número de ativos com grande liquidez.

Busquei então mapear a quantidade de ações que possuem volume médio diário acima de US$ 5 milhões por dia, de 2019 para cá, considerando, sempre, apenas os primeiros semestres para uma análise mais precisa. Em 2023, temos 115 ações nesse patamar – marca superior apenas à registrada em 2019, quando tínhamos 96 papéis sendo negociados com média superior a US$ 5 milhões por dia. Sob esses parâmetros, o ano de 2021 registrou o recorde, com um total de  137 ações.

Quando olhamos para ações com volume médio negociado acima de US$ 100 milhões ao dia, temos em 2023 apenas seis papéis, número equivalente ao que tínhamos em 2019. A faixa de volume entre US$ 10 e US$ 20 milhões apresenta a maior quantidade de ativos em três dos cinco anos analisados – sendo 34 ações em 2023.

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A alta concentração de negociações em poucos papéis não costuma ser vista com bons olhos pelos investidores institucionais. Isso porque, nesse cenário, temos um acúmulo excessivo de risco em alguns poucos ativos, menor liquidez nos demais, bem como uma maior volatilidade especulativa. Mais habituados a mercados mais maduros, investidores estrangeiros normalmente preferem mercados com grande diversidade de ativos, liquidez geral e maior estabilidade.

Nesse sentido, a percepção dos investidores institucionais em relação ao Brasil como destino de investimento pode variar ao longo dos próximos meses, considerando fatores como estabilidade política e econômica, governança corporativa, políticas regulatórias e ambiente de investimento. Esses fatores, sem dúvida alguma, vão determinar a disposição ou não dos investidores estrangeiros para alocar capital no País.

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