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Colunista

Como a educação financeira pode melhorar a vida de jovens brasileiros

Iniciativas mostram que é possível trilhar um caminho para que eles atinjam suas metas

Por Evandro Mello

02/10/2021 | 7:00 Atualização: 01/10/2021 | 17:59

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(Fonte: Shutterstock/Reprodução)
(Fonte: Shutterstock/Reprodução)

Se você entrar em uma sala de aula de terceiro ano do ensino médio e fizer as perguntas “que profissão vocês pretendem seguir?” ou “qual o seu sonho?”, provavelmente vai encontrar muitos jovens em dúvida. Porém, algumas diferenças vão aparecer entre os alunos de escolas públicas e particulares.

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Nas particulares, haverá mais jovens que pretendem cursar uma faculdade, morar fora do País ou ter uma profissão. Nas públicas, mais pessoas já estão no mercado de trabalho. A principal diferença está entre os indecisos. O jovem indeciso na escola particular pode tirar um ano sabático para fazer um intercâmbio e pensar melhor no que fazer da vida, por exemplo. Na escola pública, o indeciso terá que buscar emprego para pagar as contas, senão ele muitas vezes ficará sem ter o que comer dentro de casa.

É justamente nesse ponto que projetos de educação financeira como a Multiplicando Sonhos, que capacita voluntários dispostos a ensinar jovens a criarem metas e utilizarem bem o dinheiro, entram. Eles mostram que é possível trilhar um caminho para atingir suas metas, conquistar sonhos, sejam eles financeiros ou não.

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Essa tese foi comprovada cientificamente, inclusive, pela ciência do comportamento: as chances de alcançar nossos objetivos financeiros são maiores quando eles são claros e tangíveis. Mas como transformar sonhos em objetivos e traçar planos concretos?

O primeiro passo é estimular o jovem a entender o que ele quer. Isso é feito a partir de um questionário sobre como o adolescente quer estar nos próximos um, cinco e dez anos. Ao fazer isso, a tendência é que alguns deles, como Caique Oliveira, de 19 anos, que passou pelo programa da Multiplicando Sonhos em 2019 enquanto estudava em uma escola estadual na Zona Leste de São Paulo, pensem no que querem para o futuro e respondam objetivos abstratos, como “ser feliz”.

Convenhamos: o que significa ser feliz? No caso de Caique, ele não tinha sonhos e nem pensava muito sobre construir uma carreira. Ele apenas “deixava a vida levar”. Sem saber para onde, claro. Já depois de participar do programa e ser questionado sobre planos concretos, ele entendeu a importância de ter metas e trilhar planos para conquistá-las.

Hoje, Caique faz faculdade de Ciências Contábeis, acredita em sonhos e se sente capaz de realizá-los por meio da disciplina e da educação financeira. “Ainda não encontrei o sonho da minha vida, mas agora eu procuro me conhecer cada vez mais para saber qual é ele e já tenho alguns objetivos de curto prazo, como a faculdade”, conta.

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Entenda: sonho é um nome bonito para objetivo de vida. Qualquer pessoa é movida por objetivos. Sem eles, não nos levantamos da cama. Nosso cérebro precisa que tenhamos objetivos de médio, longo e curto prazo para, quando alcançarmos um, já focarmos em outro, dando sentido à nossa vida.

Então, voltando ao caso do questionário para os jovens, a pergunta que deve ser feita é: o que precisa acontecer na sua vida para você ser feliz? Com o que você precisa trabalhar? Onde você precisa morar? Sem essas perguntas respondidas, é como se você tivesse uma escada sem degraus. O objetivo está no topo dela, mas você não sabe como alcançá-lo.

Depois de ajudar a estabelecer metas, a educação financeira dá as ferramentas necessárias para construir o plano que levará o jovem a atingi-las. Se você sonha estudar em uma faculdade precisa saber quanto precisará para completar o curso e quais são as alternativas para conseguir o valor de acordo com as suas possibilidades concretas. É preciso autoconhecimento. E mais do que o prazer de dar “check” em uma lista de objetivos de vida, isso é importante para empoderar esses jovens.

“Ao usar essas ferramentas, o jovem começa a perceber o quanto é possível e o quanto ele tem capacidade de conquistar aquilo que ele quer”, explica Valéria Maria Meirelles, doutora em psicologia clínica com ênfase em psicologia do dinheiro e membro do Conselho Científico da Multiplicando Sonhos.

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Esse tipo de empoderamento é importante em um contexto social onde sonhar não é um exercício muito estimulado. Se você cresce em meio a condições de vida limitadas, com pessoas frustradas, sem muitas perspectivas de vida e que vivem reclamando da falta de dinheiro, a tendência é que você acredite que também terminará assim. Você é ensinado a acreditar que sonhos são apenas sonhos e a realidade é outra, sempre mais amarga.

Mas se você encontra uma chance, um caminho alternativo, e conquista um sonho, por menor que ele seja, você passa a acreditar que realizar é possível. Se quisermos ver mudanças no mundo, precisamos, antes de tudo, ensinar nossos jovens a sonhar. Conheça mais sobre a Multiplicando Sonhos.

*Com colaboração de Giovanna Castro

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