• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Como ele faturou R$ 220 milhões com marketing digital em 2020?

A grande sacada é errar muito, aprender rápido e não repetir os mesmos erros

Por Fabrizio Gueratto

05/08/2021 | 8:19 Atualização: 05/08/2021 | 9:20

Receba esta Coluna no seu e-mail

Durante esta semana, convidei o estrategista Marcos Paulo, sócio do Pablo Marçal, um dos maiores nomes do marketing digital do País, para falar sobre o grande crescimento deste mercado no Brasil. Com apenas 23 anos de idade, ele revolucionou o lançamento de infoprodutos.

Leia mais:
  • Como ficam os investimentos de renda fixa com a Selic a 5,25%
  • Pump and Dump: a prática que influencers usam para lucrar
  • Influencers de finanças aumentam influência com crise do coronavírus
Cotações
28/01/2026 23h11 (delay 15min)
Câmbio
28/01/2026 23h11 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Em 2020, a agência de Marcos faturou R$ 220 milhões apenas com lançamentos digitais, resultado este considerado um grande feito levando em conta a crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19), que afetou principalmente o setor de serviços.

Por outro lado, segundo uma pesquisa realizada pela GlobalWebIndex, 58% dos brasileiros entre 16 e 64 anos de idade estão passando mais tempo nas redes sociais, o que favorece o mercado de marketing digital.

Publicidade

Para quem não entende nada de marketing digital, lançamento nada mais é do que vender um curso online, por um período curto de tempo. Neste carro requer o especialista no assunto, que dará as aulas e o especialista, que fará toda a estratégia.

Qual é a diferença entre um estrategista e um especialista?

Encontrar um especialista é algo fácil, porque tem em abundância no mercado. Em uma livraria ou faculdade, professores e escritores são especialistas. Agora, para encontrar um estrategista para trabalhar em um produto ou marca, é preciso aparecer e atrair ele, não ao contrário.

Um bom estrategista quer um especialista em apuros, crescendo ou que esteja com visibilidade. Por exemplo, se ele atender alguém que está começando, vai demorar para dar resultados. Mas, uma pessoa experiente, que já tem audiência e alguns fãs, em até 30 dias dá para imprimir 7 dígitos em dinheiro. Basicamente, a audiência já tá lá, então é só trabalha-la.

Publicidade

Assim, se um influenciador ou especialista quer arrumar um estrategista, ele tem que criar a sua demanda e autoridade antes, para quando baterem o olho pensarem: “Nossa, esse cara está pronto, basta colher os frutos. Eu não vou ter que plantar e esperar a semente germinar para depois colher”. Então, o estrategista que tem autoridade, o respeito, pode escolher qual cliente ele vai atender.

O mercado de infoprodutos lançados por influenciadores está saturado?

Muitos influenciadores fazem lançamentos de produtos e se frustram. As pessoas acham que pelo fato de terem muitos seguidores, vão vender bastante, o que é uma completa ilusão. Existe uma diferença entre audiência, relevância e influência.

Basicamente, audiência é o número de pessoas que seguem ou acompanham as redes sociais de alguém, por exemplo, o Whindersson Nunes possui o maior índice do Brasil. No entanto, outros influenciadores menores podem ter um nível de influência maior que o dele dependendo do segmento de atuação.

Publicidade

A relevância seria o resultado final, o quanto alguém pode ser relevante para determinado tema ou nicho, mesmo que não tenha redes sociais. Por outro lado, a influência é simplesmente a capacidade de mudar o pensamento dos seguidores. Ou seja, o poder de mudar o comportamento dos outros, o que acaba gerando vendas. Normalmente, este é o especialista digital, que sabe converter seguidores em clientes. Se o mesmo conseguir fazer apenas 50 pessoas comparem um curso de R$ 500 por mês, ele já terá uma renda extra de R$ 25 mil.

Portanto, o mercado sempre vai estar saturado de influenciadores ruins. Mas, levando em conta a lei da oferta e demanda, este meio ainda é jovem, muitas pessoas não se digitalizaram ainda. A pandemia forçou um pouco, mas como foi um processo abrupto, ainda precisa de amadurecimento. Então, é uma oportunidade gigantesca para quem quer começar a ganhar dinheiro pela internet.

Como se cria autoridade e engajamento?

A autoridade vem da percepção que temos na cabeça das pessoas. Tem que ser bom, parecer e expor isso. Ou seja, mostrar o resultado e gerar exposição. Desta forma, o influenciador acaba ganhando autoridade. Além disso, é importante ter um posicionamento, um manifesto (declarações de crenças) e missão (aquilo que leva para o mundo).

Publicidade

Quanto ao engajamento, pode ser obtido com bons conteúdos que alcançam os visitantes de forma marcante. Assim, gerando micro resultados. A pessoa vê que está ganhando algo, volta e se vicia naquilo. Pode ser uma risada, metas de emagrecimento ou qualquer benefício. Além do mais, todos gostam de diálogos e não monólogos nas publicações, por isso é importante interagir com todos.

Qualquer influenciador pode lançar um infoproduto?

Até mesmo quem possui apenas 100 seguidores pode lançar produtos digitais. No entanto, estes são chamados de lançamentos com listas frias, que são feitos enviando anúncios para uma base de contatos pagos em grupos de WhatsApp, Telegram ou outros meios.

“Inclusive, quando comprei meu primeiro infoproduto, há 7 anos atrás, nem sabia o que era um lançamento. Na época, era um estudante de engenharia na federal e tinha uma imobiliária, aí apareceu um homem oferecendo uma aula sobre como arrematar imóveis com 50% do valor. Eu me cadastrei e, quando eu fui ver, era uma aula de leilão. Fui lá e comprei pelo preço de 2 mil reais”, revelou.

Publicidade

A grande diferença de lançamentos que já possuem uma certa audiência, a famosa lista quente, é que é possível converter as vendas com mais facilidade. Uma lista fria converte apenas 2%, já uma quente pode conseguir até 12%. Então, a taxa é maior quando a pessoa tem seguidores e depois faz eles virarem compradores, pois dá para criar uma aproximação antes de oferecer o produto.

Como o lançamento de infoprodutos pode ajudar a alavancar a carreira?

As pessoas acham que o resultado do lançamento é só o dinheiro da venda, mas uma coisa que incentiva a outra. Quando um profissional se posiciona no meio digital, as pessoas acabam sabendo mais sobre ele, seu nome é mais falado e ganha autoridade no mundo offline também.

“A gente atendeu uma maquiadora que ganhava 7 mil por mês. No começo, conseguimos apenas 7 mil com o lançamento no ano inteiro, mas a agenda dela de salário quase triplicou, chegando a 18 mil. Isso porque os posts, depoimentos e gestão de redes sociais começaram a dar autoridade para ela na plataforma, o que atraiu clientes”, conta o estrategista.

Publicidade

O lançamento de infoprodutos influencia dando caixa, mas o “reverb” que gera oportunidades de novos negócios é muito maior. Com inteligência, uma coisa alimenta a outra. Além disso, é possível vender qualquer produto, desde cursos de tricô, artesanato e finanças, até serviços e produtos físicos.

Como vocês conseguiram faturar mais de R$ 200 milhões em 2020?

O pilar fundamental foi aprender, lançar gente com esse objetivo e comparar muitos dados. Basicamente, formar uma “espiral ascendente”, que foi crescendo apenas para cima. Desta forma, eles fizeram muitos testes, colheram dados, aprenderam com isso, eliminaram o que estava dando errado e refizeram com um dinheiro maior.

“A grande sacada é errar muito, aprender rápido e não repetir os mesmos erros. Não foi do nada esse lucro, foi uma crescente, a partir daí só vai otimizado. Em um primeiro momento, é difícil, tem um gasto de energia e pouco resultado, mas uma hora vai explodir”, completa.

Qual é o futuro do marketing digital e o que está mudando?

O marketing digital é um meio, uma ferramenta, e o seu futuro é a profissionalização. Como está aumentando o nível de conscientização das pessoas em relação ao que são produtos digitais e como funcionam, os canais tendem a diminuir a sua eficiência de acordo com a grande massa. Por exemplo, o tráfego do Facebook era mais barato há 5 anos. Hoje, é mais barato do que vai ser daqui a 5 anos.

A aquisição de clientes muda os canais e isso quer dizer que o mercado está cada vez mais profissional, tanto de pessoas que prestam serviços quanto o padrão de consumo do usuário. Então, vai aumentar o nível de exigência de quem compra e de quem vende. Nesse sentido, apenas performará quem for realmente profissional. Portanto, não vai ter espaço para leigos.

Leia mais sobre marketing digital e assista ao vídeo exclusivo com dicas para ter renda extra:

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • dinheiro
  • Facebook (FBOK34)
  • Influencer
  • Instagram
  • Youtube

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    XP, BTG e Nubank são alvo de ação judicial no caso Master; promotoria vai analisar

  • 2

    Ibovespa hoje renova recorde em dia de decisão de juros no Brasil e nos EUA

  • 3

    Dólar na contramão de ouro, prata e petróleo: o que as cotações indicam ao investidor

  • 4

    Selic a 15%: como investir em juros altos sem travar a carteira no curto prazo

  • 5

    Após sequência de recordes, Ibovespa hoje fecha em leve queda à espera do Copom e Fed

Publicidade

Quer ler as Colunas de Fabrizio Gueratto em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja quem pode receber o benefício
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja quem pode receber o benefício
Imagem principal sobre o Saiba como encontrar uma agência do INSS perto de você
Logo E-Investidor
Saiba como encontrar uma agência do INSS perto de você
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (28)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (28)?
Imagem principal sobre o Passo a passo para emitir o boleto do IPTU de Goiânia em 2026
Logo E-Investidor
Passo a passo para emitir o boleto do IPTU de Goiânia em 2026
Imagem principal sobre o 5 requisitos para antecipar o saque-aniversário do FGTS
Logo E-Investidor
5 requisitos para antecipar o saque-aniversário do FGTS
Imagem principal sobre o Regra do pedágio no INSS: o que é e como funciona
Logo E-Investidor
Regra do pedágio no INSS: o que é e como funciona
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: inscrições para estudantes abrem em fevereiro
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: inscrições para estudantes abrem em fevereiro
Imagem principal sobre o IPTU de Goiânia em 2026: veja onde acessar o boleto
Logo E-Investidor
IPTU de Goiânia em 2026: veja onde acessar o boleto
Últimas: Colunas
Por que Trump não teme um dólar fraco e o que isso revela sobre o risco cambial em 2026
Thiago de Aragão
Por que Trump não teme um dólar fraco e o que isso revela sobre o risco cambial em 2026

Indiferença da Casa Branca ao enfraquecimento do dólar expõe uma mudança estrutural: a moeda deixa de ser pilar simbólico da hegemonia americana

28/01/2026 | 15h23 | Por Thiago de Aragão
Allos: colocamos à prova o ‘FII da bolsa’
Katherine Rivas
Allos: colocamos à prova o ‘FII da bolsa’

Em um ano de proventos magros na B3, a companhia mantém a promessa de pagar R$ 0,30 por mês e até 12% ao ano. Vai vingar?

27/01/2026 | 14h40 | Por Katherine Rivas
Entre o mercado e os púlpitos: os desafios iniciais de Flávio Bolsonaro
Erich Decat
Entre o mercado e os púlpitos: os desafios iniciais de Flávio Bolsonaro

Pré-campanha, religião e mercado financeiro se cruzam na avaliação da força política e da capacidade de articulação do senador rumo a 2026

26/01/2026 | 14h09 | Por Erich Decat
Por que estamos cada vez mais vulneráveis ao golpe do amor
Ana Paula Hornos
Por que estamos cada vez mais vulneráveis ao golpe do amor

Talvez a pergunta mais honesta hoje não seja como identificar um golpista, mas porque estamos mais vulneráveis a ele

24/01/2026 | 07h14 | Por Ana Paula Hornos

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador