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Colunista

6 ações com dividendos crescentes há 5 anos e o padrão que só o investidor jacaré enxerga. O que elas têm em comum?

Levantamento prova que dividendos crescentes não são fruto da sorte, mas resultado de um modelo de negócios bem estruturado, gestão de alta qualidade e uma cultura que trata o acionista como sócio

Por Katherine Rivas

24/03/2026 | 14:01 Atualização: 24/03/2026 | 14:01

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Levantamento prova que dividendos crescentes não são fruto da sorte, mas resultado de um modelo de negócios bem estruturado, gestão de alta qualidade e uma cultura que trata o acionista como sócio. (Imagem: Adobe Stock)
Levantamento prova que dividendos crescentes não são fruto da sorte, mas resultado de um modelo de negócios bem estruturado, gestão de alta qualidade e uma cultura que trata o acionista como sócio. (Imagem: Adobe Stock)

Dividendos por ação crescentes e consistentes ao longo dos anos podem ser até raridade na B3, mas não um fato impossível. Empresas que tenham essa caraterística de elevar com bons fundamentos, os proventos pagos aos acionistas ano após ano, até podem parecer joias raras, em um mercado tão volátil como a bolsa brasileira, mas não são fruto do acaso, exista toda uma estratégia por trás.

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Na coluna de hoje, jacarezada, trago um estudo exclusivo feito por Bruno Oliveira, analista do Vida de Acionista, para este espaço. No levantamento, ele mapeou quais as empresas da Bolsa que tiveram crescimento dos seus dividendos por ação, ano após ano consecutivamente, no período dos últimos quatro ou cinco anos (2021-2025).

O levantamento inicial, feito com apoio da Economatica, entregou uma lista de 25 empresas e suas diversas classes de ações. Mas Oliveira optou por fazer um filtro maior: empresas de negócios perenes, setores sólidos, que realmente conseguem responder rápido às oscilações econômicas e políticas no Brasil e no mundo.

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Afinal, quem passou no teste e quais as estratégias que essas companhias possuem em comum? Veja na tabela as cinco escolhidas:

Ação Dividendo por ação 2021 Dividendo por ação 2022 Dividendo por ação 2023 Dividendo por ação 2024 Dividendo por ação 2025
Itau (ITUB3) R$ 0,80 R$ 0,90 R$ 1,11 R$ 2,13 R$ 4,45
Tim (TIMS3) R$ 0,43 R$ 0,58 R$ 0,91 R$ 1,14 R$ 2,51
Itaúsa (ITSA4) R$ 0,30 R$ 0,52 R$ 0,52 R$ 0,62 R$ 1,72
Caixa Seguridade (CXSE3) —- R$ 0,65 R$ 1,01 R$ 1,08 R$ 1,26
BTG Pactual (BPAC11) R$ 0,13 R$ 0,22 R$ 0,26 R$ 0,29 R$ 0,47
Banestes (BEES4) R$ 0,30 R$ 0,53 R$ 0,58 R$ 0,62 R$ 0,68

Fonte: Levantamento Bruno Oliveira, Vida de Acionista com Economatica

Considera proventos pagos por ação

Obs: Caixa Seguridade estreou na bolsa em abril de 2021, portanto seu histórico é contabilizado apenas a partir de 2022

Negócios à prova de solavancos

A primeira dúvida que pode vir à cabeça do investidor: esses dividendos crescentes são sustentáveis? A resposta é que depende do motor que alimenta esses proventos.

No levantamento de Oliveira, as empresas escolhidas pelo filtro final foram Itaú (ITUB3; ITUB4), Tim (TIMS3), Itaúsa (ITSA3; ITSA4), Caixa Seguridade (CXSE3), BTG (BPAC11) e Banestes (BEES4). Se olharmos setorialmente, todas pertencem a segmentos da economia resilientes: são bancos, empresas de telecomunicações, seguradoras e holdings, o que já traz consigo um DNA de perenidade.

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“Existe um fio condutor por trás de trajetórias positivas entre 2021 e 2025. São resultados recorrentes, previsibilidade de caixa e políticas de remuneração que transformam essa previsibilidade em proventos”, pontua Oliveira. No caso da Caixa Seguridade, foi considerado o horizonte de 2022 até 2025, dado que a companhia abriu capital em abril de 2021.

Bancos

O primeiro bloco, composto por bancos, ajuda a entender de forma mais intuitiva a resiliência na remuneração destas companhias, mas sob olhares diferentes: um grande banco, um segundo mais nichado e diversificado e um banco regional.

Oliveira explica que o Itaú Unibanco, por exemplo, é o retrato do que o mercado chama de “resultado recorrente”. Bancos bem executados conseguem equilibrar diferentes fontes de receita — crédito, serviços, cartões, gestão de recursos, seguros — e, justamente por não dependerem de uma única linha, atravessam ciclos com menos “solavancos” do que parece à primeira vista.

“Quando o lucro é recorrente, ele vira base para pagamento recorrente. E aqui entra um detalhe que importa para quem vive de renda: além da capacidade de gerar resultados, existe uma cadência de remuneração (como pagamentos frequentes e complementares), que tende a suavizar períodos e criar uma trajetória mais contínua de distribuição”, destaca Oliveira. Em outras palavras: não é só pagar, é pagar com método.

Já como segundo pilar importante temos a previsibilidade. O BTG Pactual entra como o capítulo da diversificação dentro do mercado financeiro, mas em um formato diferente do bancão tradicional.

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Isso porque o BTG opera como plataforma de serviços financeiros, com avenidas como investment banking, markets, crédito, asset e wealth management.

Oliveira avalia que, na prática, quando uma frente atravessa um ciclo menos favorável, outras podem compensar. Essa diversificação é uma peça relevante para a remuneração ao acionista porque reduz o risco de “dependência de um único motor” de lucro.

O analista destaca ainda a disciplina de remuneração, quando existe uma diretriz clara de payout (parcela do lucro líquido destinada a proventos) por porte da empresa. “O investidor consegue entender melhor por que os proventos podem acompanhar o crescimento do resultado em uma linha mais contínua”, pontua Oliveira.

Ainda no quesito bancos, o Banestes ajuda a mostrar que banco não é tudo igual. Bancos regionais podem ter vantagens próprias, como uma relação mais próxima com a economia local, presença forte em determinados nichos e uma base de clientes com comportamento relativamente estável

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Segundo o analista do Vida de Acionista, quando essa estrutura se combina com execução consistente (controle de risco, eficiência operacional e rentabilidade) abre-se espaço para que o lucro cresça e, com ele, a capacidade de distribuir proventos.

“Para o investidor iniciante, vale uma leitura simples: se a empresa melhora resultado de forma gradual e mantém disciplina de remuneração, a consequência natural pode ser uma trilha de dividendos em crescimento nominal, especialmente quando a companhia se comunica bem com o mercado e mantém previsibilidade na política”, observa Oliveira.

Holdings e seguros

Lembram do raciocínio de pagar com método que abordamos acima? Ele se conecta mais quando entramos nas holdings, como é o caso da Itaúsa.

Em vez de “operar” diretamente como um banco, a Itaúsa recebe dividendos e juros sobre capital das suas investidas: Itaú, Dexco, Alpargatas, Motiva, Aegea, Copa Energia e NTS, com destaque para o bloco financeiro. Desta forma, a holding organiza esse caixa para remunerar os investidores.

“Quando a principal investida é resiliente e consistente na distribuição, a holding ganha condições de manter previsibilidade e, em muitos momentos, ampliar o repasse. É por isso que, para o investidor de renda, holdings bem estruturadas podem funcionar como uma espécie de “canal” de distribuição: elas não inventam dinheiro, mas transformam o dinheiro que entra (via companhias investidas) em uma política clara de retorno ao acionista”, explica Oliveira.

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O resultado é que o crescimento nominal de proventos, muitas vezes, reflete o aumento do caixa recebido e a disciplina em distribuí-lo.

Já no caso da Caixa Seguridade, estamos falando de uma empresa de seguros, contudo que também opera sob um formato de holding com várias subsidiárias e linhas de negócios.

A Caixa Seguridade ganhou seu lugar no coração dos investidores por conta do modelo previsível de repasse de resultados. Inicialmente a companhia remunerava o investidor semestralmente, em maio e novembro, mas depois alterou o fluxo para trimestral, pagando o acionista em janeiro, maio, agosto e novembro.

Em linhas gerais, negócios de seguros, previdência e capitalização têm uma dinâmica em que a geração de caixa pode ser bastante robusta quando a operação é bem precificada, bem distribuída e bem gerida. Além disso, no nível da holding, a estrutura tende a ser mais “leve” do ponto de vista operacional: o acionista está comprando um veículo que agrega participações e que tem, como um dos principais atrativos, a capacidade de transformar resultados em remuneração.

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Oliveira destaca que a capacidade de transformar resultados em remuneração conta muito para quem está construindo renda passiva. “Isso costuma reduzir a dependência de grandes promessas futuras, porque o que sustenta a distribuição é o que a operação já entrega no presente, com constância”, defende.

Telecomunicações

Por último, mas não menos importante, uma empresa de telecom. A Tim é a prova viva de que empresas de setores maduros podem sustentar crescimento de proventos.

O segmento de telecomunicações é, por natureza, um serviço recorrente: as pessoas podem trocar de marca, mas raramente deixam de consumir conectividade. Em negócios assim, o crescimento pode não vir em “explosões”, e sim em eficiência, melhoria de mix, racionalização de investimentos e disciplina de capital.

Oliveira aponta que quando a empresa amadurece a rede, ajusta o nível de investimento e melhora margens, uma parte maior do caixa tende a ficar disponível para o acionista. “É a lógica clássica do negócio gerador de caixa, que é menos dependente de grandes reinvenções, mais dependente de execução e eficiência e, por isso, frequentemente compatível com uma trajetória previsível de proventos”, diz.

Maga Sincera

Eu gosto muito de falar com o Bruno para minhas apurações, jacarezada, porque ele sempre me lembra que no nosso universo é importante o back to the basics. Nós, que gostamos de renda passiva, não precisamos ficar reinventando a roda ou tentar acertar o próximo grande movimento do mercado.

Para a jacarezada raiz, encontrar uma empresa que tenha bons fundamentos e aliar isso a proventos nominais crescentes e disciplina nos nossos aportes, vale mais que qualquer disparada recente do ouro e do petróleo. Ou de achar a próxima small cap que vai triplicar seu valor de mercado.

No fim, observando para Itaú, Itaúsa, Tim, Caixa Seguridade, BTG e Banestes, embora sejam negócios totalmente diferentes eles possuem um tripe em comum: (1) caixa recorrente, (2) disciplina de capital e (3) uma política de remuneração que transforma desempenho em provento.

Como diria Oliveira, dividendos crescentes não são acidente, não são fruto da sorte e sim subproduto de um modelo de negócios bem desenhado, gestão de alta qualidade e de uma cultura empresarial que trata o acionista como sócio e não apenas como espectador. Eu assino embaixo!

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