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Colunista

Na escolinha dos bancos, o Itaú é o melhor aluno da turma e o resto só assiste

Banco empilha resultados fortes, lidera em rentabilidade e mostra por que ainda está anos à frente da concorrência

Por Katherine Rivas

10/02/2026 | 18:08 Atualização: 10/02/2026 | 20:45

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(Imagem: Adobe Stock)
(Imagem: Adobe Stock)

Perfilar o Itaú é como falar do melhor aluno da escola, sempre trazendo surpresas agradáveis ao longo dos trimestres. E desta vez, em relação aos resultados do 4º trimestre de 2025, não foi diferente: lucro recorde de R$ 46,8 bilhões em 2025 e de R$ 12,3 bilhões no último trimestre do ano passado.

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O ROE (Retorno sobre Patrimônio Líquido) bastante robusto, em 23,4%, muito acima da rentabilidade de concorrentes, que se aproximam de 15%. E observando apenas o ROE do Brasil no banco, este seria de exorbitantes 26%. Desconsiderando o índice de capital, o ROE do Brasil teria sido de 27,3%, segundo informou o CFO do Itaú, Gabriel Moura.

O Itaú se consolidou, sem dúvida, como o bancão mais rentável e mais eficiente do país. O índice de eficiência – que mede quanto o banco destina de recursos para manter sua operação girando também está cada vez menor, o que é muito positivo. Nos últimos 5 anos, recuou de 44% para 38,8%, sempre em uma trajetória decrescente. A título de comparação, o ideal para um banco é que essa eficiência sempre se mantenha abaixo de 40%.

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Na carteira de crédito total, também gratas surpresas, com R$ 1,490 bilhões, crescimento de 6% frente a 2024, também bastante competitivos diante de concorrentes.

Nos dividendos, música para os ouvidos. O Itaú atingiu um payout (parcela do lucro destinada a provento) de 72% em 2025, o que o caracteriza como uma vaca leiteira da bolsa, com distribuição total de R$ 33,7 bilhões no ano passado.

Mesmo com as mudanças de perfil, vale lembrar que no passado distante Itaú era uma ação de ganho de capital e não de dividendos, o bancão privado até manteve um retorno em proventos interessante aos acionistas, com payout de 57,9%, com R$ 105 bilhões distribuídos, se considerados os últimos 5 anos (2021-2025).

Na inadimplência, um respiro. A de 90 dias caiu 0,1 ponto percentual e o indicador de pessoas físicas se mante no melhor patamar da série histórica.

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Sobre o índice de capital, fechou 2025 em 12,3%. Vale lembrar, que em entrevista recente a esta coluna, o Itaú comentou que o Conselho de Administração trabalha com um patamar de 11,5%, acima da exigência do Banco Central (BC). A gestão do banco, porém, prefere uma margem maior e fixa a meta em 12%, para absorver volatilidade cambial, oscilações operacionais ou oportunidades de crescimento, orgânico ou via aquisições, sem risco regulatório.

Pela política de proventos, tudo o que excede esse nível de capital de 12% vira dividendos adicionais. O índice já considera as oportunidades de crescimento no radar.

Ou seja, até o momento temos espaço para dividendos adicionais, contudo estes já foram antecipados em 2025 diante da corrida para evitar a tributação de dividendos.

O CEO Milton Maluhy estima que o índice de capital recue para 12% no 1º trimestre de 2025, mas que possa ir melhorando ao longo do ano. “Temos expectativa de continuar distribuindo bons dividendos aos acionistas neste ano”, afirmou o executivo.

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A jacarezada pode ficar despreocupada, pela sua política de proventos, o Itaú deve trabalhar da seguinte forma: manter o pagamento mensal de juros sobre capital próprio em R$ 0,018 brutos e R$ 0,015 líquidos já com alíquota de tributação.

Além disso, teremos distribuições trimestrais maiores, pagas pelo menos duas vezes ao ano. O dividendos adicionais gordos devem vir só no começo de 2027.

O banco também deve investir em recompra de ações, o que sinaliza o entendimento de que mesmo com resultados tão fortes enxerga sua ação como barata diante do que pode entregar no longo prazo. Prova disso é que recentemente anunciaram um programa de recompra de 200 milhões de ações preferenciais que não devem reduzir o capital da companhia.

Guidance e carteira de crédito

As projeções para 2026 são conservadoras, apesar do banco estar preparado para qualquer cenário, como diz seu famoso mantra. Mas o CEO não descarta melhorar essas projeções se ver que o cenário macro e de crescimento melhorar.  Mas no momento, como prega sua famosa disciplina e transparência prefere trabalhar com cautela.

A questão é que o custo de crédito deve ser maior, entre R$ 38,5 bilhões e R$ 43,5 bilhões, que o CEO diz ser coerente com o crescimento do banco, além de novas mudanças regulatórias e investimento nas carteiras. Pela norma 4966, do Conselho Monetário Nacional (CMN) os bancos devem antecipar o provisionamento para perda esperada e não perda ocorrida. Isso de por si, já aumenta as provisões.

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Outro ponto é que a carteira de crédito total deve crescer entre 5,5% e 9,5%, em 2025 o crescimento entregue foi de 6%. Para Maluhy, inadimplência deve ficar estável e não é motivo de preocupação.

Sobre crescimento da carteira, ela deve ocorrer de forma diversificada em todos os segmentos, sem concentração em apenas um setor, a ideia é priorizar clientes resilientes com perfil de longo prazo.

FGC

O CEO deu ainda um recado contundente sobre a necessidade de recomposição dos recursos do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) afetados pelo caso Master. E mencionou que algumas plataformas e bancos decidiram priorizar os interesses próprios, do que os do sistema, o que provocou ganhos bilionários as instituições, mas deixou um prejuízo de R$ 55 bilhões a todo sistema. A carapuça serviu para Nubank, BTG e XP que ofereceram CDBs (Certificados de Depósito Bancário) do Master e algumas estiveram envolvidas até nos COE do Ambipar.

“O Itaú nunca ofereceu um CDB do Banco Master e nem um COE do Ambipar por convicção”, defendeu o Maluhy. O executivo se mostrou ainda preocupado com o custo que o caso Master vai gerar para a sociedade, tanto na captação de novos empréstimos, preço dos investimentos e destacou que algo deve ser feito para evitar que novamente essa conta afete o sistema.

Maga sincera

Jacarezada, não há dúvidas, o Itaú hoje é o melhor banco do Brasil, em termos de rentabilidade e eficiência e arriscaria a dizer que embora o dividend yield fique mais modesto este ano, em torno a 7,82%, se o banco mantiver 70% de payout, seria a melhor opção para nós que gostamos de dividendos.

Pode ser que outros bancos, pelo desconto das ações, ofereçam um dividend yield maior, mas a questão é: a qual custo de risco? Acredito que o trade off aqui é claro: eu prefiro um dividend yield modesto, mas acima da média da bolsa de 6%, mas sem dores de cabeça.

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A ação mesmo esticada, nos seus R$ 47 para ITUB4 e R$ 44 para ITUB3, não pode ser considerada cara se observarmoa tudo o que ainda o Itaú pode entregar no longo prazo. O banco gosta de afirmar que trabalha para manter a rentabilidade nos próximos 100 anos e acredito que seja capaz disso.

No fim, como comecei dizendo nesta coluna, o Itaú é o melhor aluno da escola, e se um dia trouxer surpresas negativas, seria um preludio de que o Brasil anda realmente muito mal. Tirou o lugar de liderança do Banco do Brasil (BBAS3), que ainda está capenga.

O relógio suíço segue dando alegrias ao investidor e para mim é buy sem dúvida alguma.

 

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