• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Na escolinha dos bancos, o Itaú é o melhor aluno da turma e o resto só assiste

Banco empilha resultados fortes, lidera em rentabilidade e mostra por que ainda está anos à frente da concorrência

Por Katherine Rivas

10/02/2026 | 18:08 Atualização: 10/02/2026 | 20:45

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Imagem: Adobe Stock)
(Imagem: Adobe Stock)

Perfilar o Itaú é como falar do melhor aluno da escola, sempre trazendo surpresas agradáveis ao longo dos trimestres. E desta vez, em relação aos resultados do 4º trimestre de 2025, não foi diferente: lucro recorde de R$ 46,8 bilhões em 2025 e de R$ 12,3 bilhões no último trimestre do ano passado.

Leia mais:
  • Allos: colocamos à prova o ‘FII da bolsa’
  • SLC Agrícola (SLCE3): com a benção de Barsi, o agro seduz os caçadores de dividendos. Vale a pena entrar?
  • Equilibrando crescimento e dividendos, o Itaú já olha para os próximos 100 anos
Cotações
25/03/2026 21h38 (delay 15min)
Câmbio
25/03/2026 21h38 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O ROE (Retorno sobre Patrimônio Líquido) bastante robusto, em 23,4%, muito acima da rentabilidade de concorrentes, que se aproximam de 15%. E observando apenas o ROE do Brasil no banco, este seria de exorbitantes 26%. Desconsiderando o índice de capital, o ROE do Brasil teria sido de 27,3%, segundo informou o CFO do Itaú, Gabriel Moura.

O Itaú se consolidou, sem dúvida, como o bancão mais rentável e mais eficiente do país. O índice de eficiência – que mede quanto o banco destina de recursos para manter sua operação girando também está cada vez menor, o que é muito positivo. Nos últimos 5 anos, recuou de 44% para 38,8%, sempre em uma trajetória decrescente. A título de comparação, o ideal para um banco é que essa eficiência sempre se mantenha abaixo de 40%.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Abra sua conta na Ágora Investimentos

Na carteira de crédito total, também gratas surpresas, com R$ 1,490 bilhões, crescimento de 6% frente a 2024, também bastante competitivos diante de concorrentes.

Nos dividendos, música para os ouvidos. O Itaú atingiu um payout (parcela do lucro destinada a provento) de 72% em 2025, o que o caracteriza como uma vaca leiteira da bolsa, com distribuição total de R$ 33,7 bilhões no ano passado.

Mesmo com as mudanças de perfil, vale lembrar que no passado distante Itaú era uma ação de ganho de capital e não de dividendos, o bancão privado até manteve um retorno em proventos interessante aos acionistas, com payout de 57,9%, com R$ 105 bilhões distribuídos, se considerados os últimos 5 anos (2021-2025).

Na inadimplência, um respiro. A de 90 dias caiu 0,1 ponto percentual e o indicador de pessoas físicas se mante no melhor patamar da série histórica.

Publicidade

Sobre o índice de capital, fechou 2025 em 12,3%. Vale lembrar, que em entrevista recente a esta coluna, o Itaú comentou que o Conselho de Administração trabalha com um patamar de 11,5%, acima da exigência do Banco Central (BC). A gestão do banco, porém, prefere uma margem maior e fixa a meta em 12%, para absorver volatilidade cambial, oscilações operacionais ou oportunidades de crescimento, orgânico ou via aquisições, sem risco regulatório.

Pela política de proventos, tudo o que excede esse nível de capital de 12% vira dividendos adicionais. O índice já considera as oportunidades de crescimento no radar.

Ou seja, até o momento temos espaço para dividendos adicionais, contudo estes já foram antecipados em 2025 diante da corrida para evitar a tributação de dividendos.

O CEO Milton Maluhy estima que o índice de capital recue para 12% no 1º trimestre de 2025, mas que possa ir melhorando ao longo do ano. “Temos expectativa de continuar distribuindo bons dividendos aos acionistas neste ano”, afirmou o executivo.

Publicidade

A jacarezada pode ficar despreocupada, pela sua política de proventos, o Itaú deve trabalhar da seguinte forma: manter o pagamento mensal de juros sobre capital próprio em R$ 0,018 brutos e R$ 0,015 líquidos já com alíquota de tributação.

Além disso, teremos distribuições trimestrais maiores, pagas pelo menos duas vezes ao ano. O dividendos adicionais gordos devem vir só no começo de 2027.

O banco também deve investir em recompra de ações, o que sinaliza o entendimento de que mesmo com resultados tão fortes enxerga sua ação como barata diante do que pode entregar no longo prazo. Prova disso é que recentemente anunciaram um programa de recompra de 200 milhões de ações preferenciais que não devem reduzir o capital da companhia.

Guidance e carteira de crédito

As projeções para 2026 são conservadoras, apesar do banco estar preparado para qualquer cenário, como diz seu famoso mantra. Mas o CEO não descarta melhorar essas projeções se ver que o cenário macro e de crescimento melhorar.  Mas no momento, como prega sua famosa disciplina e transparência prefere trabalhar com cautela.

A questão é que o custo de crédito deve ser maior, entre R$ 38,5 bilhões e R$ 43,5 bilhões, que o CEO diz ser coerente com o crescimento do banco, além de novas mudanças regulatórias e investimento nas carteiras. Pela norma 4966, do Conselho Monetário Nacional (CMN) os bancos devem antecipar o provisionamento para perda esperada e não perda ocorrida. Isso de por si, já aumenta as provisões.

Publicidade

Outro ponto é que a carteira de crédito total deve crescer entre 5,5% e 9,5%, em 2025 o crescimento entregue foi de 6%. Para Maluhy, inadimplência deve ficar estável e não é motivo de preocupação.

Sobre crescimento da carteira, ela deve ocorrer de forma diversificada em todos os segmentos, sem concentração em apenas um setor, a ideia é priorizar clientes resilientes com perfil de longo prazo.

FGC

O CEO deu ainda um recado contundente sobre a necessidade de recomposição dos recursos do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) afetados pelo caso Master. E mencionou que algumas plataformas e bancos decidiram priorizar os interesses próprios, do que os do sistema, o que provocou ganhos bilionários as instituições, mas deixou um prejuízo de R$ 55 bilhões a todo sistema. A carapuça serviu para Nubank, BTG e XP que ofereceram CDBs (Certificados de Depósito Bancário) do Master e algumas estiveram envolvidas até nos COE do Ambipar.

“O Itaú nunca ofereceu um CDB do Banco Master e nem um COE do Ambipar por convicção”, defendeu o Maluhy. O executivo se mostrou ainda preocupado com o custo que o caso Master vai gerar para a sociedade, tanto na captação de novos empréstimos, preço dos investimentos e destacou que algo deve ser feito para evitar que novamente essa conta afete o sistema.

Maga sincera

Jacarezada, não há dúvidas, o Itaú hoje é o melhor banco do Brasil, em termos de rentabilidade e eficiência e arriscaria a dizer que embora o dividend yield fique mais modesto este ano, em torno a 7,82%, se o banco mantiver 70% de payout, seria a melhor opção para nós que gostamos de dividendos.

Pode ser que outros bancos, pelo desconto das ações, ofereçam um dividend yield maior, mas a questão é: a qual custo de risco? Acredito que o trade off aqui é claro: eu prefiro um dividend yield modesto, mas acima da média da bolsa de 6%, mas sem dores de cabeça.

Publicidade

A ação mesmo esticada, nos seus R$ 47 para ITUB4 e R$ 44 para ITUB3, não pode ser considerada cara se observarmoa tudo o que ainda o Itaú pode entregar no longo prazo. O banco gosta de afirmar que trabalha para manter a rentabilidade nos próximos 100 anos e acredito que seja capaz disso.

No fim, como comecei dizendo nesta coluna, o Itaú é o melhor aluno da escola, e se um dia trouxer surpresas negativas, seria um preludio de que o Brasil anda realmente muito mal. Tirou o lugar de liderança do Banco do Brasil (BBAS3), que ainda está capenga.

O relógio suíço segue dando alegrias ao investidor e para mim é buy sem dúvida alguma.

 

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Bancos
  • Dividendos
  • Itaú (ITUB4)
  • viver de renda

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Conflito de interesses impulsiona migração da assessoria para consultoria. O fee fixo é para todo mundo?

  • 2

    Ibovespa hoje sobe mais de 3% e salta quase 6 mil pontos após Trump pausar ataques ao Irã; dólar cai a R$ 5,24

  • 3

    Nubank vai pagar até R$ 6 mil de cashback para clientes que transferirem investimentos para o banco

  • 4

    Petróleo caro vai além da Petrobras: veja empresas que podem ganhar ou perder na Bolsa

  • 5

    Imposto de Renda 2026: veja regras, prazos, tabela atualizada e quem deve declarar

Publicidade

Quer ler as Colunas de Katherine Rivas em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o IR 2026: veja como fazer o download do programa da Receita Federal
Logo E-Investidor
IR 2026: veja como fazer o download do programa da Receita Federal
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: quem vendeu imóvel residencial deve declarar?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: quem vendeu imóvel residencial deve declarar?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: quem vendeu ações na Bolsa de Valores deve declarar?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: quem vendeu ações na Bolsa de Valores deve declarar?
Imagem principal sobre o Benefício de Prestação Continuada: qual final do benefício recebe hoje (25)?
Logo E-Investidor
Benefício de Prestação Continuada: qual final do benefício recebe hoje (25)?
Imagem principal sobre o Aposentados e pensionistas INSS: qual final do benefício recebe hoje (25)?
Logo E-Investidor
Aposentados e pensionistas INSS: qual final do benefício recebe hoje (25)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (25)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (25)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 12 contribuintes obrigados a declarar neste ano
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 12 contribuintes obrigados a declarar neste ano
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: tem pagamento do benefício hoje (25)?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: tem pagamento do benefício hoje (25)?
Últimas: Colunas
Ormuz expõe fragilidade do Brasil: guerra no Irã vai além do petróleo e ameaça fertilizantes, agro e juros
Thiago de Aragão
Ormuz expõe fragilidade do Brasil: guerra no Irã vai além do petróleo e ameaça fertilizantes, agro e juros

Dependência de insumos do Golfo, pressão sobre o agro e dilema da Petrobras ampliam risco inflacionário e travam decisões do Banco Central

25/03/2026 | 16h18 | Por Thiago de Aragão
Guerra revive o choque de oferta e muda o mapa de risco global
Einar Rivero
Guerra revive o choque de oferta e muda o mapa de risco global

Alta do petróleo e tensões geopolíticas recolocam limites à oferta — um risco que a globalização havia amortecido e que agora volta a pressionar inflação, juros e mercados

25/03/2026 | 14h59 | Por Einar Rivero
O risco de crédito está em todo lugar — até onde você menos espera
Marilia Fontes
O risco de crédito está em todo lugar — até onde você menos espera

Mesmo títulos públicos, CDBs e papéis com garantia do FGC carregam risco de crédito — e ignorá-lo pode custar caro

24/03/2026 | 16h55 | Por Marilia Fontes
6 ações com dividendos crescentes há 5 anos e o padrão que só o investidor jacaré enxerga. O que elas têm em comum?
Katherine Rivas
6 ações com dividendos crescentes há 5 anos e o padrão que só o investidor jacaré enxerga. O que elas têm em comum?

Levantamento prova que dividendos crescentes não são fruto da sorte, mas resultado de um modelo de negócios bem estruturado, gestão de alta qualidade e uma cultura que trata o acionista como sócio

24/03/2026 | 14h01 | Por Katherine Rivas

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador