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Colunista

O que analisar antes de entrar em um IPO?

Veja o passo a passo para evitar que você perca dinheiro em furadas

Por Louise Barsi

14/04/2021 | 7:48 Atualização: 15/04/2021 | 7:09

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Agência da Caixa. 
Foto: Nilton Fukuda/Estadão
Agência da Caixa. Foto: Nilton Fukuda/Estadão

Quem é seguidor do Ações Garantem o Futuro há algum tempo ou já leu os nossos artigos por aqui pôde perceber que os IPO’s (Oferta Pública Inicial) não costumam se encaixar na nossa estratégia. Muitas vezes a intenção da análise esconde na verdade uma motivação perversa por parte do investidor, a do ganho rápido.

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Infelizmente, não temos como te ajudar a prever quais IPO’s irão subir no dia seguinte à listagem, entretanto, o passo a passo abaixo pode evitar que você perca dinheiro numa furada ou identifique uma empresa com boa capacidade de prosperar no longo prazo.

Não importa se seu objetivo é flippar ou se tornar sócio, todos os investidores têm uma desvantagem em comum: o vendedor sabe muito mais informações que você e ele irá enfeitar a noiva no Prospecto. Alguns cuidados simples e até óbvios mitigam essa assimetria, como a leitura do Formulário de Referência, mas o volume recente de ofertas me faz duvidar que qualquer um seja humanamente capaz dessa tarefa.

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Somente na janela de abril, 12 operações estão em andamento na bolsa de valores, outras 15 foram concluídas no primeiro trimestre de 2021 e pouco mais de 25 empresas concluíram sua listagem no ano passado. A despeito da decisão final do investimento ou não, comentada com exclusividade no AGF Prime, usaremos o IPO da Caixa Seguridade como exemplo de análise básica de uma oferta.

Leia também: O que o investidor precisa saber sobre o IPO da Caixa Seguridade

Entenda o que a empresa faz antes de olhar os números

Antes mesmo de se aprofundar nos números é importante compreender realmente o que a empresa faz. A composição do mix de produtos vendidos faz toda a diferença, uma vez que a sinistralidade dos segmentos é distinta.

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A Caixa Seguridade é extremamente forte nos seguros habitacionais, prestamista e residencial, fruto do direito exclusivo de exploração da base de clientes da própria Caixa, líder absoluta nos empréstimos e financiamentos imobiliários no país. A BB Seguridade, peer mais comparável, por outro lado explora com maior eficiência os seguros rurais, vantagem adquirida junto aos clientes do Banco do Brasil.

O bancassurence é o nome dado à essa estratégia, que visa transformar o balcão de atendimento e a equipe de uma instituição financeira em ponto de contato e de venda direto com o cliente também para produtos de seguridade. Esse movimento é especialmente importante para a Caixa, uma vez que o banco conquistou mais de 40MM de clientes durante o pagamento do auxílio emergencial na pandemia.

Os mais de 145 milhões de clientes representam um tiro de bazuca em uma base ainda muito mal explorada, mas que aparentemente tem potencial. A gestão parece ter entendido o recado e tem apostado no treinamento de sua equipe para uma oferta mais proativa, com quase metade do seu efetivo já preparado para atender a demanda dos clientes. Uma solução indoor e orgânica, que será potencializada pelo novo canal próprio de distribuição dos produtos, motivo pelo qual a empresa rompeu no último ano a exclusividade com a Wiz.

Destinação dos recursos captados

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Algumas características, por mais básicas que sejam, não podem ser esquecidas, principalmente a destinação dos recursos captados para a empresa, no caso de uma Oferta Primária. Segundo levantamento do Cemec Fipe, houve uma mudança significativa no emprego desses recursos entre as janelas de 2015 a 2016 em relação à janela de 2020 a 2021, ambos momentos sensíveis de crise.

No primeiro período, 59% das disponibilidades foram utilizadas para aliviar a situação de capital de giro e 21% para redução de passivos. No segundo intervalo, 85% dos recursos foram ou serão destinados efetivamente para investimentos, seja via aquisição de ativos (orgânico) ou de participação acionária em outras empresas (inorgânico).

No caso da Caixa Seguridade, a totalidade da oferta será Secundária, ou seja, o investidor não capitalizará a empresa, mas sim o seu controlador.

Falando em Controlador, conheça os seus sócios

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Mesmo tendo bom potencial dentro de um setor BEST (acrônimo para os melhores setores da Bolsa), o controlador da Caixa Seguridade não é tão best assim para se ter como sócio. Associar-se a uma estatal não é tarefa fácil e exige uma certa flexibilidade nos padrões exigidos para uma carteira, motivo pelo qual sempre buscamos uma margem de segurança que nos deixe confortável.

De qualquer maneira, o risco de alguns esqueletos ocultos no armário virem à tona nunca devem ser ignorados. Quem leu, por exemplo, o relatório dos auditores independentes identificou de cara essa fragilidade. Ipsis litteris o parágrafo de ênfase menciona investigações internas em curso envolvendo possíveis ações ilícitas na condução do negócio.

Uma visita ao banco não desfaria essa má impressão, afinal ser atendido na Caixa é um martírio em termos de experiência. Por outro lado, estamos falando de uma instituição com mais de 50 anos de tradição no segmento, compensando a sua atual ineficiência operacional com a confiança dos clientes nos produtos oferecidos.

Em resumo, todos os critérios usados para criar a linha de raciocínio acima são exatamente os mesmos para uma empresa qualquer de capital aberto, com exceção da deficiência no histórico de dados. O que vale no final de análise será sempre o seu bom senso: você vai investir ou apostar? A sua rentabilidade futura dependerá dessa simples decisão.

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