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Colunista

Por que vale a pena continuar com a ação MGLU3 no radar

Apesar das quedas recentes na Bolsa, a companhia ainda apresenta bons fundamentos

Por Marco Saravalle

13/06/2022 | 7:47 Atualização: 13/06/2022 | 7:47

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Cada vez mais, a Magalu tem tem apostado em um ecossistema digital e multicanal com seus clientes – Fonte: Shutterstock
Cada vez mais, a Magalu tem tem apostado em um ecossistema digital e multicanal com seus clientes – Fonte: Shutterstock

Muita gente comete o equívoco de comparar o papel MGLU3 de Magazine Luiza com ações como IRBR3 ou CIEL3.

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Mas apesar das quedas recentes na Bolsa, a companhia ainda apresenta bons fundamentos, diferentemente das duas citadas. Vamos aos fatos.

Breve histórico

A Magazine Luiza nasceu do casamento entre Luiza Trajano e Pelegrino José Donato, fundadores da companhia em 1957, em Franca, no interior de São Paulo. Para impulsionar os negócios do casal, decidiram virar sócios do casal Maria Trajano Garcia, irmã de Luiza, e Wagner Garcia.

Os grandes passos iniciais da companhia foram a inauguração da primeira grande loja de departamento, em 1974 e, anos depois, a aquisição das Lojas Mercantil. Em 1986, fronteiras foram quebradas: nasce o primeiro Centro de Distribuição com sistemas automatizados e logística ágil e inteligente.

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Dando seguimento à estratégia de transformação digital, em 2016, a companhia buscou foco em 5 pilares: i) multicanalidade; ii) inclusão digital; iii) digitalização das lojas físicas; iv) plataforma digital; v) cultura digital.

A estratégia colaborou para que a Magalu enxergasse crescimento em todos os canais, com aumento de marketshare e melhores indicadores de rentabilidade.

Império Magalu

Cada vez mais, a varejista tem investido em um ecossistema digital e multicanal. Hoje, a Magalu atua de forma a oferecer cada vez mais produtos aos seus clientes, desde produtos eletrodomésticos até produtos de higiene pessoal. A logística da companhia busca ser mais ágil para que os produtos sejam entregues nas casas dos clientes o mais rápido possível. Por isso, existem pequenos centros de distribuição espalhados pelo território nacional.

Ademais, a Magazine Luiza é dona de uma série de outras empresas que vão de loja de artigos esportivos, como é o caso da Netshoes, e um comércio eletrônico especializado em hardware, linha gamer, eletrônicos, smart home e smartphones: Kabum.

Marcas pertencentes ao grupo – Fonte: Magazine Luiza

É buy?

Depois de dar todo esse panorama da companhia, você deve estar se perguntando: então é para comprar as ações da Magalu? A resposta é “não” no momento. Apesar de permanecer com ela no radar. Os principais desafios da companhia se encontram no cenário macroeconômico brasileiro e os reflexos de uma inflação global.

De fato, os indicadores da companhia se encontravam bastante inflados há um ou dois anos. Mas é importante ter em mente que as companhias de varejo são de um setor cíclico e, no momento, é notório que elas tenham dificuldade de performar positivamente.

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Mesmo com as quedas recentes, a Magalu ainda apresenta um preço/lucro bastante elevado em relação às suas concorrentes. Mesmo com a desvalorização, sua cotação ainda não está no preço justo.

Além disso, os números da Magalu no último semestre não foram muito animadores: a varejista apresentou prejuízo líquido de R$ 161,3 milhões. Entretanto, a companhia ainda possui um grande diferencial comparado àquelas ações que citei no início do artigo: a governança corporativa, as fusões e aquisições, os investimentos em tecnologia, o posicionamento transparente e ético.

Vale ressaltar que hoje existem inúmeras opções melhores do que comprar MGLU3 – acho até óbvio ressaltar isso -, mas não deixemos de olhar a companhia só porque muita gente anda falando mal dela. E é como eu sempre digo: olhe para as empresas que ninguém está olhando e você encontrará companhias promissoras e com potencial exponencial de valorização.

Fonte desta coluna: https://ri.magazineluiza.com.br/Download.aspx?Arquivo=/HRQEGbxzn85RmjV2IAk/A==&IdCanal=ZNblHtomXlPEN1ssTVaUhQ==

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