• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

O que falta para o Brasil e a Bolsa atingirem todo o seu potencial?

O crescimento da economia trouxe recuperação do mercado de trabalho, mas a queda de 3% no investimento preocupa

Por Marco Saravalle

04/03/2024 | 14:29 Atualização: 04/03/2024 | 14:34

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

O Brasil cresceu 2,9% em 2023. Do lado da oferta, o crescimento foi puxado pelo agronegócio, favorecido pela safra agrícola recorde, seguido do setor de serviços (+2,4%). Pela ótica da demanda, a variação do Produto Interno Bruto (PIB) é explicada principalmente pelo aumento do consumo das famílias, influenciado pelos estímulos de gastos públicos e crédito subsidiado pelo governo e pela recuperação do mercado de trabalho. Por outro lado, preocupa a queda de 3% no investimento, variável fundamental para atingirmos um crescimento sustentável de longo prazo.

Leia mais:
  • S&P500 bate novos recordes com um tema único: inteligência artificial
  • Todos os sinais indicam: o momento é propício para investir nos EUA
  • Investimentos em xeque: a dança das carteiras dos investidores
Cotações
13/05/2026 18h11 (delay 15min)
Câmbio
13/05/2026 18h11 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O crescimento da economia em 2022 e 2023 trouxe recuperação do mercado de trabalho. De acordo com a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), a taxa de desemprego está em 7,6% no trimestre móvel terminado em janeiro deste ano.  A queda do desemprego aliado a estabilidade da inflação traz uma recuperação da renda real do trabalhador.

Essa recuperação impacta positivamente o fluxo de caixa das empresas, principalmente as mais cíclicas. Esse efeito combinado com a redução do custo de capital, por conta da queda de juros, tem impacto positivo no valor das ações.

Publicidade

Se há um pouco mais de otimismo na economia (o PIB cresceu bem acima do projetado por 2 anos consecutivos), então por que a Bolsa não reage de maneira mais significativa? A resposta está nos fatores internos e externos para explicar o fraco desempenho do Ibovespa.

Fonte: Bloomberg

Internamente, continuamos com nossos problemas fiscais. Apesar do superávit primário de janeiro de R$ 79,3 bilhões, o resultado deve ser visto com cautela. Primeiro, porque o resultado foi obtido pela elevação da arrecadação e não pelo corte de gastos. Segundo que, comparativamente ao mês anterior, o gasto aumentou bem mais que a arrecadação (6,8% contra 3%), principalmente nas despesas permanentes.

Com isso, persistem as incertezas fiscais dificultando uma queda mais expressiva da taxa de juros e uma melhora no ambiente de negócios para investimentos de longo prazo. Esta incerteza é refletida na curva de juros brasileira. A taxa pré cai para prazos mais curtos por conta das perspectivas de queda da Selic (inflação sob controle), mas se eleva para vencimentos mais longos, influenciada pela elevação do prêmio de risco fiscal.

Fonte: Anbima

Outro ponto que impede um crescimento mais robusto de nossa Bolsa é o atraso para a queda da taxa de juros nos EUA. A princípio, o mercado apostava no corte de juros em março, depois em maio; agora, a dúvida é se cairá em junho ou julho. A postergação para o recuo do Fed Fund Rate decorre principalmente do aquecimento do mercado de trabalho nos EUA. De acordo com a última ata, o Fed não quer correr o risco de cortar os juros precipitadamente e ocorrer um repique inflacionário, obrigando o Banco Central americano a ter que subir os juros novamente.

Com os juros americanos mais pressionados por mais tempo, os investimentos em renda fixa nos EUA se tornam mais atrativos, dificultando a migração do capital para economias emergentes de maior risco.  A maior taxa de juros nos EUA também dificulta a queda do dólar no Brasil. A redução do dólar poderia trazer impactos benignos sobre a inflação e no aumento dos investimentos das empresas brasileiras.

Fonte: Bacen

Por fim, a economia chinesa dá sinais de que o crescimento deverá novamente ficar em torno de 4% a 5%.  Ao contrário de outros tempos, agora o governo chinês não parece estar focado na geração de estímulos para aquecer a economia chinesa a todo custo. Aparentemente o foco agora é outro. Evitar problemas no mercado imobiliário – e consequentemente de crédito – está entre as prioridades do gigante asiático.

Em resumo, as ações no Brasil estão descontadas podendo ocorrer ganhos a curto prazo por conta da maior atividade econômica. Porém, para ganhos mais expressivo, é necessário que ocorra pelo menos uma destas condições: melhora do ambiente fiscal interno, maior crescimento chinês ou queda mais intensa dos juros nos EUA. Como seria bom se todas essas condições de concretizassem.

Publicidade

Cenário Base MSX

Brasil 2022 2023 2024
PIB Real (% a.a) 3,00 2,90 1,60
IPCA (% a.a, fim de período) 5,79 4,62 3,80
Selic (% a.a, fim de perído) 13,75 11,75 9,00
Câmbio – R$/dólar 5,29 4,85 5,10
Taxa de desemprego (%, fim de período) 7,90 7,40 8,00
Resultado primário Governo Central % PIB 0,55 -2,12 -0,90
EUA 2022 2023 2024
PIB Real (%, a/a) 2 2,6 1,5
CPI (%, a/a, fim de período) 6,4 3,4 2,5
Taxa de juros (Fed Fund Rate) 4,5 5,5 4,25
Taxa de desemprego (%, fim de período) 3,6 3,7 4,2
China 2022 2023 2024
PIB Real (%, a/a) 3,0 5,2 4,0
Inflação (%, a/a, fim de período) 1,8 -0,3 2,0
Taxa básica de juros 3,7 3,5 3,0
Taxa de desemprego (%, fim de período) 5,5 5,3 5,5

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • bolsa
  • Brasil
  • China
  • Conteúdo E-Investidor
  • Economia
  • EUA
  • mercado
  • Produto Interno Bruto (PIB)
  • Taxa de juros

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Tesouro Selic ou Tesouro Reserva? Veja quais títulos do Tesouro Direto servem para reserva de emergência

  • 2

    Itaú lança cartão para altíssima renda da Mastercard com até 7 pontos por dólar

  • 3

    Tesouro Reserva estreia com operação 24x7 e sem oscilação; novo título promete mudar reserva de emergência no Brasil

  • 4

    Investidores inexperientes perdem 0,29% por ano com COEs. Experientes ganham 3%, mostra estudo

  • 5

    Ibovespa hoje fecha no menor patamar desde março; dólar recua ao nível mais baixo em mais de 2 anos

Publicidade

Quer ler as Colunas de Marco Saravalle em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: idosos podem receber a restituição ainda em maio; entenda como e quando
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: idosos podem receber a restituição ainda em maio; entenda como e quando
Imagem principal sobre o Restituição do Imposto de Renda 2026: quem tem e-mail como Pix pode receber o pagamento? Entenda
Logo E-Investidor
Restituição do Imposto de Renda 2026: quem tem e-mail como Pix pode receber o pagamento? Entenda
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 1º lote da restituição é liberado ainda em maio; veja a data exata
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 1º lote da restituição é liberado ainda em maio; veja a data exata
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: endividados podem usar FGTS para pagar contas atrasadas; entenda quanto é possível sacar
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: endividados podem usar FGTS para pagar contas atrasadas; entenda quanto é possível sacar
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: quem ganha até R$ 8.105 pode participar do programa para aliviar dívidas; entenda como
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: quem ganha até R$ 8.105 pode participar do programa para aliviar dívidas; entenda como
Imagem principal sobre o Idosos com dívidas de boletos e carnês devem seguir estes passos para renegociar atrasos
Logo E-Investidor
Idosos com dívidas de boletos e carnês devem seguir estes passos para renegociar atrasos
Imagem principal sobre o Idosos podem conseguir este produto gratuitamente nas farmácias
Logo E-Investidor
Idosos podem conseguir este produto gratuitamente nas farmácias
Imagem principal sobre o Idosos podem cair em golpes de empréstimos: entenda como funciona e dicas para se proteger
Logo E-Investidor
Idosos podem cair em golpes de empréstimos: entenda como funciona e dicas para se proteger
Últimas: Colunas
O próximo grande mercado do Brasil não está no crédito, mas na autonomia financeira das mulheres
Espaço do Especialista
O próximo grande mercado do Brasil não está no crédito, mas na autonomia financeira das mulheres

O desafio não começa na renda, mas em enxergar a mulher como investidora e tomadora de decisão

13/05/2026 | 17h05 | Por Daniella Marques, ex-Presidente da Caixa Econômica Federal
O novo mapa da renda fixa privada e os riscos que vêm com ele
Einar Rivero
O novo mapa da renda fixa privada e os riscos que vêm com ele

Avanço da renda fixa privada amplia oportunidades, mas expõe investidores a riscos estruturais e assimetrias em casos de crise

13/05/2026 | 14h08 | Por Einar Rivero
Marcação a mercado vira teste de maturidade para o investidor brasileiro
Vitor Miziara
Marcação a mercado vira teste de maturidade para o investidor brasileiro

Resgates bilionários em fundos de crédito privado expõem um problema que vai além dos juros e do risco de calote: a dificuldade do investidor brasileiro em lidar com a volatilidade da renda fixa.

12/05/2026 | 14h00 | Por Vitor Miziara
A transição mais turbulenta da história do Federal Reserve: o que está em jogo com a chegada de Kevin Warsh
Marco Saravalle
A transição mais turbulenta da história do Federal Reserve: o que está em jogo com a chegada de Kevin Warsh

Confirmação sem apoio bipartidário, pressão explícita da Casa Branca e um Fed dividido colocam Warsh diante de um dos mandatos mais delicados da história recente da política monetária americana

11/05/2026 | 14h12 | Por Marco Saravalle

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador