• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Quanto pode custar para subir o Monte Everest? Entenda os custos para encarar a montanha

Preços ultrapassam os R$ 300 mil, mas envolvem riscos extremos

Por Quanto custa?

27/06/2025 | 13:52 Atualização: 27/06/2025 | 23:04

Receba esta Coluna no seu e-mail
Monte Everest fica na Cordilheira do Himalaia, no Nepal (Foto: Adobe Stock)
Monte Everest fica na Cordilheira do Himalaia, no Nepal (Foto: Adobe Stock)

As redes sociais, como o X e o TikTok, têm um novo hiperfoco nesta semana: o Monte Everest. A atenção sobre o montanhismo aumentou após a infeliz notícia da morte de Juliana Marins, brasileira que ficou presa no Monte Rinjani, na Indonésia. O caso reacendeu discussões sobre os perigos das aventuras em condições extremas.

Leia mais:
  • Dia Nacional do Diabetes: quanto custa medicamento que trata a doença no Brasil?
  • Quanto custam as mensalidades das escolas mais caras do Brasil? Veja ranking
  • Labubu: quanto custam os polêmicos bonecos que viraram febre no TikTok?
Cotações
01/01/2026 2h06 (delay 15min)
Câmbio
01/01/2026 2h06 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Foi desse modo que, nos últimos dias, o Everest entrou na pauta não apenas pela dificuldade intensa da escalada, mas também pelos altos custos das expedições, que podem ultrapassar os R$ 300 mil, e valer até a vida de quem se arrisca. Veja, a seguir, o que oferecem esses pacotes de expedição, seus valores e as polêmicas que envolvem o turismo na montanha.

A polêmica ‘Death Zone’

Localizado no Nepal, mais precisamente na Cordilheira do Himalaia, o Monte Everest é conhecido como a montanha mais alta de todo o mundo, com mais de 8,8 mil metros de altitude. Seu tamanho é tanto que aviões são recomendados a não atravessarem a área para evitar a colisão com o gigante.

  • Lula anuncia novo decreto para custear traslado de Juliana Marins, brasileira morta na Indonésia

Além disso, a partir de determinada altitude, os montanhistas atravessam a chamada “death zone“, ou zona da morte, em tradução para o português. Isso porque nessa área já não existe a possibilidade de resgate, e as condições climáticas e o ar rarefeito podem influenciar na saúde de quem esteja por lá.

Dessa forma, também, as pessoas que infelizmente falecem no Monte ficam por lá para sempre. Casos muito famosos como o “Green Boots” (Botas Verdes) ou a “Sleeping Beauty” (Bela Adormecida) foram usados por muitos anos, inclusive, como ponto de localização na montanha.

Publicidade

De acordo com dados da Brittanica, em 2024, 861 montanhistas conseguiram escalar o Everest até o cume. Em contrapartida, 8 pessoas faleceram. Um ano antes, em 2023, 656 pessoas alcançaram o topo da montanha, ao mesmo tempo que 18 perderam as suas vidas tentando fazer o mesmo – este, inclusive, foi o maior número de mortes registrado desde o início das expedições no Everest.

Pacotes de preços exorbitantes

Apesar das condições extremas e o perigo envolvido, se tem algo que o ser humano gosta é de desafio. Especialistas em altas montanhas sabem que enfrentar o Monte não é tarefa para iniciantes, e às vezes nem para quem já tem bastante experiência. Por isso, é altamente recomendado que os atletas adquiram pacotes que incluam guias experientes e os melhores equipamentos de escalada e acampamento.

  • Filipino é primeira vítima fatal da temporada de escalada no Everest

O desafio leva cerca de dois meses para ser concluído, e exige que as equipes praticamente morem na montanha. Tudo isso, como você pode imaginar, aumenta o valor da experiência.

Ao jogar no google o termo “expedição no Monte Everest”, já aparecem as primeiras ofertas.  A agência especializada Cumbre Montanhismo oferece a experiência de “Trakking Everest Base Camp” pelo valor de US$ 3,9 mil por pessoa, cerca de R$ 21,3 mil na conversão atual.

  • Quanto custa comer em um restaurante com estrela Michelin no Brasil?

Esse tipo de passeio dura 20 dias, mas é uma expedição básica, inicia no pé do Everest e vai até 5 mil metros de altitude. Apesar de exigir um bom preparo físico, não chega a ser considerada de risco – passa, inclusive, por vilarejos ao redor da montanha.

A Pisa Trakking Tur também oferece o passeio pelo Base Camp, mas com um diferencial: além da expedição tradicional, existe também o tour com um guia brasileiro, ideal para quem não fala inglês mas quer viver a experiência. O valor oferecido por essa agência é de US$ 4,9 mil (cerca de R$ 26,8 mil).

Agora, para quem deseja de fato subir até o topo do mundo, o valor da experiência começa a ficar um pouco mais salgado. Na Soul Outdoor, a expedição até o cume custa cerca de US$ 55 mil (R$ 301 mil), dura cerca de 55 dias, e não inclui passagens aéreas do Brasil para o Nepal.

  • Quanto custa assistir aos jogos do Mundial de Clubes 2025? Veja os preços dos ingressos

Já a Grade 6, agência com mais de 30 anos de experiência, também oferece a expedição até o topo da montanha, mas pelo valor de US$ 61 mil (R$ 334 mil). Esse pacote tem 50 dias de duração e também não oferece as passagens saindo do Brasil, mas seu diferencial pode ser a quantidade de “Sherpas” – ou seja, guias experientes locais -, que acompanham o grupo: um Sherpa por membro da equipe.

Publicidade

Por fim, o pacote com a maior quantidade de dias é o da Civitatis, plataforma online de passeios e excursões. Com um roteiro de 64 dias no Monte Everest,  um guia em inglês, e telefones em satélites para eventuais emergências, a empresa cobra o valor já em reais: um total de R$ 320,9 mil.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • indonésia
  • juliana marins
  • Montanha
  • Monte Everest
  • quanto custa
  • quanto custa subir o monte everest
  • Trakking
  • Turismo
  • Turismo na montanha

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    CDBs do Banco Master: o que acontece com a garantia do FGC se a liquidação for revertida

  • 2

    Ibovespa hoje toca os 162 mil pontos e fecha em alta de 0,40% com dados de emprego no Brasil e ata do Fed no último pregão de 2025

  • 3

    Os rumos da Bolsa de Valores em 2026 e que você precisa acompanhar

  • 4

    Por que a Geração Z e Millennials veem nas criptomoedas uma saída para construir riqueza

  • 5

    Onde investir em fundos em 2026: estratégias para um ano com oportunidades reais

Publicidade

Quer ler as Colunas de Quanto custa? em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Mega da Virada 2025: que horas sai o resultado do sorteio especial?
Logo E-Investidor
Mega da Virada 2025: que horas sai o resultado do sorteio especial?
Imagem principal sobre o Resultado da Quina 6915: SORTEIO SERÁ EM NOVO HORÁRIO
Logo E-Investidor
Resultado da Quina 6915: SORTEIO SERÁ EM NOVO HORÁRIO
Imagem principal sobre o Como será assistência para vítimas de violência doméstica não seguradas pelo INSS?
Logo E-Investidor
Como será assistência para vítimas de violência doméstica não seguradas pelo INSS?
Imagem principal sobre o Saiba quais são as chances de acertar os seis números da Mega da Virada e faturar R$ 1 bilhão
Logo E-Investidor
Saiba quais são as chances de acertar os seis números da Mega da Virada e faturar R$ 1 bilhão
Imagem principal sobre o Quem pode realizar o saque do FGTS ainda em 2025?
Logo E-Investidor
Quem pode realizar o saque do FGTS ainda em 2025?
Imagem principal sobre o Rodízio suspenso em São Paulo: veja até quando é possível dirigir sem multa
Logo E-Investidor
Rodízio suspenso em São Paulo: veja até quando é possível dirigir sem multa
Imagem principal sobre o Violência doméstica: como será a assistência para mulheres seguradas pelo INSS?
Logo E-Investidor
Violência doméstica: como será a assistência para mulheres seguradas pelo INSS?
Imagem principal sobre o INSS: como é feita a organização dos pagamentos
Logo E-Investidor
INSS: como é feita a organização dos pagamentos
Últimas: Colunas
IA, energia elétrica e o risco ignorado de 2026: como a conta pode chegar aos investidores
Thiago de Aragão
IA, energia elétrica e o risco ignorado de 2026: como a conta pode chegar aos investidores

No Brasil, fala-se em “oportunidade de datacenter”, mas sem mencionar risco de apagão, de tarifa explosiva ou de disputas sobre quem paga a conta dos reforços de rede

31/12/2025 | 07h00 | Por Thiago de Aragão
Equilibrando crescimento e dividendos, o Itaú já olha para os próximos 100 anos
Katherine Rivas
Equilibrando crescimento e dividendos, o Itaú já olha para os próximos 100 anos

O “relógio suíço da bolsa” abre o jogo para a coluna e reafirma seu compromisso com a perenidade

30/12/2025 | 14h01 | Por Katherine Rivas
Dividendos isentos com prazo de validade: quando a lei transforma direito adquirido em “passado incerto”
Samir Choaib
Dividendos isentos com prazo de validade: quando a lei transforma direito adquirido em “passado incerto”

A nova exigência de registro de ata para preservar a isenção de lucros acumulados até 2025 afronta a segurança jurídica e reescreve o passado tributário do contribuinte

28/12/2025 | 06h30 | Por Samir Choaib
Do Master à Havaianas: o que a crise de confiança de 2025 ensina para 2026
Ana Paula Hornos
Do Master à Havaianas: o que a crise de confiança de 2025 ensina para 2026

O ano de 2025 expôs como dinheiro, política e identidade se misturaram e por que a confiança virou o ativo mais frágil da economia brasileira

27/12/2025 | 07h30 | Por Ana Paula Hornos

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador