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Colunista

Saiba mais sobre os investimentos dos milionários no Brasil

Números nos levam a crer que os multimilionários no Brasil são majoritariamente conservadores

Por Rafael Paschoarelli

17/06/2022 | 12:53 Atualização: 17/06/2022 | 12:53

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Na minha coluna do mês passado comentei que o Brasil tinha mais de 23.000 fundos de investimento onde alguns trilhões de reais estão investidos.

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Deste total, cerca de 3.500 fundos são exclusivos em que o cotista único é uma pessoa física. Para se ter uma ideia do crescimento deste mercado, apenas em 2022 pelo menos 169 fundos exclusivos de pessoa física foram criados.

O patrimônio destes 3.500 fundos girava na época que o texto foi escrito em torno de R$ 209 bilhões.

Classe do Ativo Soma do valor alocado (R$ bilhões) Renda Fixa ou Variável
Títulos Públicos 70,13 Renda Fixa
Ações 52,93 Renda Variável
Cotas de Fundos 31,05
Investimento no Exterior 30,98
Operações Compromissadas 21,59 Renda Fixa
Outras operações passivas e exigibilidades 15,22
Debênture simples 9,38 Renda Fixa
Depósitos a prazo e outros títulos de IF 6,79 Renda Fixa
Certificado/recibo de depósito de valores mobiliários 5,66 Renda Variável
Ações e outros TVM cedidos em empréstimo 4,83 Renda Variável
Valores a receber 4,06
Tabela 1: Classe dos ativos investidos pelos Fundos Exclusivos. 

Dos R$ 209 bilhões, mais de R$ 106 bilhões estavam em renda fixa. Logo, a classe de ativos de renda fixa possui de longe a maior fatia deste bolo de dinheiro.

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Destes R$ 106 bilhões investidos em renda fixa, R$ 91 bilhões estão alocados em títulos públicos federais e operações compromissadas, duas classes de ativos consideradas de baixíssimo risco e de grande liquidez.

Em resumo, os números nos levam a crer que os multimilionários brasileiros investidores de fundos exclusivos são majoritariamente conservadores (ou pelo menos moderados) e possuem elevada preferência por liquidez.

Embora as informações coletadas não forneçam nenhum indício de como a riqueza foi criada, elas demonstram que na cabeça dos multimilionários a riqueza deve ser preservada. Na mente destes investidores ultra endinheirados, o espaço para aventuras é limitado.

Se fizermos uma investigação um pouco mais profunda, podemos verificar quais são os tipos de títulos públicos mais alocados por estes seletos investidores.

Indexador Participação
IPCA 59,93%
SELIC 30,54%
PRE 9,47%
DOL 0,05%
IGP-M 0,01%
Total 100,00%
Tabela 2: Quebra dos Títulos Públicos por Indexador. 

Notem a enorme participação dos títulos públicos indexados à inflação, reforçando a ideia de preservação do capital almejada pelos investidores com bolso profundo. Em segundo lugar temos os títulos públicos indexados à taxa básica da economia, a Selic. Num distante terceiro lugar, estão os títulos públicos pré-fixados.

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A baixa participação de títulos indexados ao câmbio e ao IGP-M não se deve à falta de interesse dos investidores, mas pela falta de emissão pelo governo de títulos atrelados a estes indicadores.

Creio que estes dados tenham ajudado a lançar luzes sobre o que passa na mente dos investidores com dinheiro suficiente para dispor de fundos exclusivos.

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