• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

2025 promete desafios complexos e incertezas, mas há oportunidades

Cada problema resolvido parece dar origem a novos impasses, muitas vezes mais profundos e difíceis de lidar

Por Thiago de Aragão

31/12/2024 | 18:00 Atualização: 31/12/2024 | 18:28

Receba esta Coluna no seu e-mail
Diversificação permite exposição a setores-chave da economia, como infraestrutura, energia, indústria e outros setores. Foto: AdobeStock
Diversificação permite exposição a setores-chave da economia, como infraestrutura, energia, indústria e outros setores. Foto: AdobeStock

Ao ingressarmos em 2025, o mundo encontra-se em um cenário de desafios complexos, incertezas crescentes e uma multiplicidade de crises interconectadas. Cada problema resolvido parece dar origem a novos impasses, muitas vezes mais profundos e difíceis de lidar. Em um momento em que decisões estratégicas são cruciais, as principais lideranças globais enfrentam uma encruzilhada histórica. Como disse Winston Churchill: “Para cada pessoa, chega um momento em que é tocada no ombro e lhe oferecida a chance de fazer algo especial”. No entanto, em 2025, esse “toque no ombro” global não traz apenas oportunidades, mas também exige respostas urgentes e eficazes para enfrentar uma conjuntura desafiadora.

Cotações
12/05/2026 18h40 (delay 15min)
Câmbio
12/05/2026 18h40 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A volta de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos marca o retorno da política de “América em Primeiro Lugar”, com foco em medidas protecionistas. Tarifas elevadas sobre importações de parceiros comerciais como China, México e Europa são apenas um exemplo do que está por vir. Essas políticas, que buscam proteger setores estratégicos internos, têm o potencial de desencadear novas guerras comerciais e fragmentar ainda mais a economia global. A história fornece paralelos relevantes. O Ato de Tarifas Smoot-Hawley, promulgado em 1930, aumentou drasticamente as tarifas americanas, resultando em uma grave retração do comércio internacional e agravando a Grande Depressão.

  • Leia mais: As projeções para o Ibovespa em 2025: até onde pode chegar o principal índice da Bolsa?

Em 2025, o ressurgimento de práticas protecionistas carrega riscos semelhantes, prejudicando cadeias de suprimento globais, elevando custos para consumidores e empresas e ampliando a instabilidade econômica. Ao mesmo tempo, a fragmentação política da União Europeia complica ainda mais o cenário. A crescente polarização interna e o nacionalismo dificultam a formulação de políticas comerciais coesas, limitando a capacidade do bloco de responder de maneira unificada às pressões externas.

A competição estratégica entre os Estados Unidos e a China continua a moldar as relações internacionais, abrangendo comércio, tecnologia e influência militar. Em 2025, essa rivalidade atinge novos patamares, com potencial para dividir o mundo em blocos econômicos e tecnológicos distintos. Durante a Guerra Fria, o mundo testemunhou algo semelhante, com países forçados a alinhar-se aos Estados Unidos ou à União Soviética. Hoje, o cenário é mais econômico do que ideológico, mas o efeito prático é comparável. Um possível desacoplamento tecnológico pode criar ecossistemas incompatíveis entre China e Estados Unidos, resultando em custos elevados para empresas e consumidores. Essa rivalidade também tem implicações diretas para as cadeias de suprimento globais. Empresas são cada vez mais pressionadas a diversificar suas operações para reduzir riscos, um movimento que, embora estratégico, pode gerar ineficiências e maiores custos operacionais.

Publicidade

Conflitos não resolvidos e disputas políticas no Oriente Médio continuam a ameaçar a estabilidade regional e global. Em um contexto de alta dependência de combustíveis fósseis, qualquer perturbação no fornecimento de petróleo e gás dessa região pode provocar aumentos significativos nos preços de energia, agravando a inflação e impactando economias ao redor do mundo. Além disso, as crises humanitárias decorrentes de conflitos armados e de instabilidade política têm o potencial de desencadear fluxos migratórios massivos, como ocorreu durante a crise de refugiados sírios na década de 2010. Isso pode colocar novos desafios econômicos e sociais para a Europa e outras regiões vizinhas.

Embora frequentemente considerada uma potência imparável, a China enfrenta sérios desafios demográficos. O envelhecimento acelerado da população e a redução da força de trabalho comprometem a capacidade do país de sustentar níveis elevados de crescimento econômico. O Japão enfrentou uma situação similar nos anos 1990, que resultou em sua “Década Perdida”. A desaceleração da economia chinesa não afeta apenas o país. Exportadores de commodities, investidores internacionais e cadeias produtivas integradas sentirão os efeitos. Qualquer desaceleração significativa pode desencadear ondas de volatilidade nos mercados financeiros globais, reforçando o impacto sistêmico da China na economia mundial.

  • Otimismo dos CFOs americanos aumenta após eleição de Trump, mas eles têm algumas preocupações

Como disse Churchill: “O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade. O otimista vê oportunidade em cada dificuldade”. O cenário global de 2025, embora desafiador, apresenta também oportunidades para mudanças estruturais que há muito são necessárias. A diversificação das cadeias de suprimento, o avanço na transição para energias renováveis e a formulação de políticas comerciais mais resilientes são exemplos de ações que podem emergir desse período de instabilidade. No entanto, essas reformas exigirão liderança estratégica, visão de longo prazo e cooperação internacional. Para a comunidade global, 2025 será um ano de disrupção, adaptação e, com sorte, de reinvenção. As escolhas feitas agora definirão não apenas a estabilidade econômica do presente, mas também o legado para as gerações futuras. Como Churchill afirmou certa vez: “A história será gentil comigo, pois pretendo escrevê-la”. Que os líderes de 2025 abracem essa responsabilidade e tomem decisões à altura das demandas de nosso tempo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • China
  • Commodities
  • Donald Trump
  • Estados Unidos
  • Europa
  • oriente médio

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Investidores inexperientes perdem 0,29% por ano com COEs. Experientes ganham 3%, mostra estudo

  • 2

    Tesouro Reserva estreia com operação 24x7 e sem oscilação; novo título promete mudar reserva de emergência no Brasil

  • 3

    Ibovespa hoje fecha no menor patamar desde março; dólar recua ao nível mais baixo em mais de 2 anos

  • 4

    Tesouro Selic ou Tesouro Reserva? Veja quais títulos do Tesouro Direto servem para reserva de emergência

  • 5

    Dividendos da Petrobras em 2026: o que o investidor pode esperar do balanço do 1T26 hoje

Publicidade

Quer ler as Colunas de Thiago de Aragão em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos com dívidas de boletos e carnês devem seguir estes passos para renegociar atrasos
Logo E-Investidor
Idosos com dívidas de boletos e carnês devem seguir estes passos para renegociar atrasos
Imagem principal sobre o Idosos podem conseguir este produto gratuitamente nas farmácias
Logo E-Investidor
Idosos podem conseguir este produto gratuitamente nas farmácias
Imagem principal sobre o Idosos podem cair em golpes de empréstimos: entenda como funciona e dicas para se proteger
Logo E-Investidor
Idosos podem cair em golpes de empréstimos: entenda como funciona e dicas para se proteger
Imagem principal sobre o Dinheiro esquecido: passo a passo para recuperar os valores
Logo E-Investidor
Dinheiro esquecido: passo a passo para recuperar os valores
Imagem principal sobre o Idosos superendividados: 3 dicas para prevenir esse problema
Logo E-Investidor
Idosos superendividados: 3 dicas para prevenir esse problema
Imagem principal sobre o Bilhete para gratuidade no Metrô: idosos com mais de 65 anos precisam dos cartões?
Logo E-Investidor
Bilhete para gratuidade no Metrô: idosos com mais de 65 anos precisam dos cartões?
Imagem principal sobre o 5 golpes que idosos podem sofrer e estratégias simples para fugir deles
Logo E-Investidor
5 golpes que idosos podem sofrer e estratégias simples para fugir deles
Imagem principal sobre o Idosos com mais de 60 anos não têm direito ao transporte público gratuito? Entenda
Logo E-Investidor
Idosos com mais de 60 anos não têm direito ao transporte público gratuito? Entenda
Últimas: Colunas
Marcação a mercado vira teste de maturidade para o investidor brasileiro
Vitor Miziara
Marcação a mercado vira teste de maturidade para o investidor brasileiro

Resgates bilionários em fundos de crédito privado expõem um problema que vai além dos juros e do risco de calote: a dificuldade do investidor brasileiro em lidar com a volatilidade da renda fixa.

12/05/2026 | 14h00 | Por Vitor Miziara
A transição mais turbulenta da história do Federal Reserve: o que está em jogo com a chegada de Kevin Warsh
Marco Saravalle
A transição mais turbulenta da história do Federal Reserve: o que está em jogo com a chegada de Kevin Warsh

Confirmação sem apoio bipartidário, pressão explícita da Casa Branca e um Fed dividido colocam Warsh diante de um dos mandatos mais delicados da história recente da política monetária americana

11/05/2026 | 14h12 | Por Marco Saravalle
A Receita entrou no jogo: como declarar ganhos com bets no Imposto de Renda 2026
Samir Choaib
A Receita entrou no jogo: como declarar ganhos com bets no Imposto de Renda 2026

Ausência de regulamentação e baixa rastreabilidade criaram a falsa impressão de que ganhos em bets seriam invisíveis ao Fisco. Essa realidade mudou

10/05/2026 | 09h00 | Por Samir Choaib
Você trabalha e o Leão morde. Como aprender a se defender?
Evandro Mello
Você trabalha e o Leão morde. Como aprender a se defender?

O Leão sempre vai estar ali. Mas quem se informa aprende a domá-lo. Entenda como reduzir a mordida e ficar com mais do seu dinheiro

09/05/2026 | 06h30 | Por Evandro Mello

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador