• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

OPINIÃO: Por que há investidores comprando os CDBs do Banco Master como a “oportunidade da vida”?

Desde que a instituição tomou conta dos noticiários de investimentos, o número de negociações com os CDBs explodiu

Por Vitor Miziara

15/04/2025 | 14:11 Atualização: 15/04/2025 | 14:11

Receba esta Coluna no seu e-mail
Mercado financeiro (Foto: Adobe Stock)
Mercado financeiro (Foto: Adobe Stock)

Desde que o Banco Master passou a dominar os noticiários de investimentos, o número de negociações com CDBs explodiu, com investidores adotando posições distintas e aumentando a liquidez — contrariando a queda esperada devido aos receios em relação ao banco.

Leia mais:
  • Miziara: De inflação para deflação: a crise nos EUA que derrubou o dólar (e pode avançar mais)
  • OPINIÃO: É cedo para falar de eleição na Faria Lima?
  • As novas tarifas de Trump e o impacto no dólar e nos juros no Brasil
Cotações
02/01/2026 11h31 (delay 15min)
Câmbio
02/01/2026 11h31 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Meu Instagram, WhatsApp pessoal e a comunidade no WhatsApp não pararam de piscar desde que escrevi o artigo sobre o banco, compartilhando minha visão sobre a situação atual. A pergunta mais comum entre todos que possuem CDBs do banco é: “O que fazer?”

No entanto, entre os preocupados com a situação, há outros interessados em comprar esses títulos, depositando sua fé em um resgate pelo BRB ou pelo BTG — e, em último caso, na salvação vinda pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos), que, nas últimas semanas, afirmou que ressarcirá todos os investidores em caso de quebra do banco.

Publicidade

Antes de discutir se é melhor comprar ou vender para aqueles que já possuem os títulos, a pergunta que cada um precisa se fazer é: “Acredito que o FGC salvará o banco caso ocorra algum problema?”. No fim, essa é a única resposta que importa. E, dependendo dela, surge uma questão “moral” (talvez?) sobre quem se aproveita do FGC para lucrar com os títulos.

Vamos falar disso em breve, mas quis introduzir a ideia para que você já vá refletindo.

Para termos uma discussão, precisamos partir da premissa de que o FGC salvará o banco em caso de quebra. Na minha opinião, essa será a última alternativa nesse cenário, pois acredito que alguém comprará o banco.

Nas últimas semanas, ventilou-se que o BRB compraria tudo; depois, que o BTG participaria de algo; e, nos últimos dias, tenho ouvido que o Banco Master deve ser fatiado.

Publicidade

Vestindo a camisa como deve ser, o economista-chefe do banco veio a público dizer que os CDBs do Master são “um investimento espetacular, com risco zero”, porque continuam sendo garantidos pelo FGC e estão pagando juros altíssimos no mercado secundário — o que é verdade.

Só na plataforma da XP, encontrei títulos pagando perto de 21% ao ano, em CDBs com vencimento entre dois e três anos. Alguns podem se perguntar como o banco teria condições de pagar tanto por um CDB, mas a verdade é que essas taxas não são pagas pelo banco, e sim pela diferença entre o valor do título quando foi emitido e o preço atual no mercado secundário — provavelmente por investidores se desfazendo com medo da situação. E é aqui que vamos mergulhar na discussão.

Comentei sobre isso na Comunidade do WhatsApp (clique aqui para entrar), inclusive como fazer a conta para saber se extrapola ou não o limite do FGC no vencimento! Devo reenviar nos próximos dias essa matemática.

O que está acontecendo no mercado com os títulos do Master é algo que eu não via há muitos anos. Com receio de que o banco vá quebrar, investidores estão se desfazendo das posições em CDBs — alguns vendendo parte da posição para se enquadrar no limite que o FGC cobre (até R$250 mil por CPF e por instituição), enquanto outros vendem tudo, em busca de tranquilidade.

Publicidade

Esse volume de vendas no mercado secundário é tão grande que ultrapassa os R$ 10 bilhões apenas nas plataformas da XP e do BTG. Apesar de serem títulos de renda fixa, cada CDB tem um valor unitário e, quando vendido no mercado secundário às pressas, na maioria das vezes os investidores vendem abaixo do valor de face, aceitando um pequeno prejuízo para evitar uma perda total em caso de quebra e não cobertura pelo FGC (o que considero quase impossível).

Por conta desse deságio, o investidor que compra esse título com “desconto” — se carregar até o vencimento — terá a soma da rentabilidade paga pelo banco mais a correção do valor do título até o valor de face. Quando ajustado nas plataformas, isso nos mostra a possibilidade de retornos acima de 20% nos prefixados ou até 150% do CDI nos pós-fixados.

Na semana passada, um investidor me chamou e comentou que estava comprando CDBs do Master em nome dele, da esposa, dos filhos, de todos os familiares que conseguisse, até o limite do FGC, vendo aquilo como uma mega oportunidade — acreditando que o banco não vai quebrar.

No fim, está se “aproveitando” da situação para adquirir mais títulos para compor sua carteira de investimentos, acreditando no FGC como última instância. Quando comentei isso com um amigo profissional de mercado, a reação dele foi diferente do que eu esperava: “Pô, devia ser proibido quem já tinha títulos comprar mais agora usando o FGC como apoio.”

Publicidade

Realmente, eu nunca havia pensado dessa forma. No meio do caos, ainda há investidores aproveitando o FGC para montar posição — basicamente o mesmo que o Banco Master fez para crescer, usando o FGC como argumento de venda dos seus títulos e utilizando essa estratégia para expandir suas operações.

Aos que criticam o Banco Master, seria no mínimo racional criticar também esses novos investidores do Master? Aqui fica a questão moral que comentei logo no início. Não sabemos o que vai acontecer, mas sabemos que o FGC está aí para resgatar, em caso de problemas com o banco. A própria instituição já avisou que vai seguir o roteiro normal: pagar até R$ 250 mil por CPF por instituição e no prazo médio de 60 dias.

Diante disso, é vantajoso aproveitar a oportunidade e aumentar a posição? E para quem já possui esses títulos, é prudente aguardar por mais informações?

“Enquanto uns choram, outros vendem lenço.” Nesse caso, estão comprando os lenços mais baratos — com a garantia de que o choro é livre no mercado.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • banco master
  • Certificado de Depósito Bancário (CDB)
  • Investimentos
  • mercado
  • Renda fixa

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Bitcoin encerra 2025 com a maior queda em 2 anos e entra em 2026 sob nova lógica de preço

  • 2

    Como investir em bitcoin e criptomoedas em 2026

  • 3

    Por que a Geração Z e Millennials veem nas criptomoedas uma saída para construir riqueza

  • 4

    175 anos de Eufrásia Teixeira Leite: a engenharia financeira por trás da primeira investidora brasileira

  • 5

    Como os ricos continuam ricos? Conheça a vida discreta dos milionários

Publicidade

Quer ler as Colunas de Vitor Miziara em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Como receber o benefício do INSS em 2026
Logo E-Investidor
Como receber o benefício do INSS em 2026
Imagem principal sobre o Saque de até R$ 1,8 mil do FGTS: quem pode receber?
Logo E-Investidor
Saque de até R$ 1,8 mil do FGTS: quem pode receber?
Imagem principal sobre o Período sem rodízio em São Paulo encerra em breve; veja data
Logo E-Investidor
Período sem rodízio em São Paulo encerra em breve; veja data
Imagem principal sobre o INSS: quais são os canais para verificar informações do benefício
Logo E-Investidor
INSS: quais são os canais para verificar informações do benefício
Imagem principal sobre o Mega da Virada: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 1,09 bilhão?
Logo E-Investidor
Mega da Virada: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 1,09 bilhão?
Imagem principal sobre o Mega da Virada 2025: confira resultado do sorteio do prêmio de R$ 1,09 bilhão
Logo E-Investidor
Mega da Virada 2025: confira resultado do sorteio do prêmio de R$ 1,09 bilhão
Imagem principal sobre o Quando será o próximo sorteio da Mega-Sena, após Mega da Virada?
Logo E-Investidor
Quando será o próximo sorteio da Mega-Sena, após Mega da Virada?
Imagem principal sobre o Mega da Virada 2025: que horas sai o resultado do sorteio especial?
Logo E-Investidor
Mega da Virada 2025: que horas sai o resultado do sorteio especial?
Últimas: Colunas
Evvai: quanto custa comer restaurante de cozinha ítalo-brasileira?
Quanto custa?
Evvai: quanto custa comer restaurante de cozinha ítalo-brasileira?

O Evvai entrega uma vivência de fine dining (alta gastronomia) alinhada ao padrão dos principais restaurantes da cidade

01/01/2026 | 18h00 | Por Quanto custa?
O investidor entra em 2026 diante de um cenário com menos mistério do que parece
Fabrizio Gueratto
O investidor entra em 2026 diante de um cenário com menos mistério do que parece

Com fiscal pressionado, juros elevados e incerteza política, a renda fixa volta a liderar o portfólio

01/01/2026 | 07h30 | Por Fabrizio Gueratto
Dividendos em 2026: ranking mostra o que os números de hoje sugerem e o que eles não garantem
Einar Rivero
Dividendos em 2026: ranking mostra o que os números de hoje sugerem e o que eles não garantem

Levantamento mostra as ações listadas na B3 que apresentam potencial de distribuição relevante de dividendos neste ano

01/01/2026 | 05h30 | Por Einar Rivero
IA, energia elétrica e o risco ignorado de 2026: como a conta pode chegar aos investidores
Thiago de Aragão
IA, energia elétrica e o risco ignorado de 2026: como a conta pode chegar aos investidores

No Brasil, fala-se em “oportunidade de datacenter”, mas sem mencionar risco de apagão, de tarifa explosiva ou de disputas sobre quem paga a conta dos reforços de rede

31/12/2025 | 07h00 | Por Thiago de Aragão

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador