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Colunista

Desafiei o mercado nos meus investimentos em 2024. Aqui está o porquê

Colunista discorda do consenso do mercado de recessão global leve. Confira os riscos que ele assumiu na estratégia

Por Vitor Miziara

09/01/2024 | 15:26 Atualização: 09/01/2024 | 15:26

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(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Quantas vezes dirigindo me perdi e, na dúvida entre direita e esquerda, eu resolvi ir atrás da maioria, pensando: “Ah, deve ser pra lá”. Esse sentimento de que errar com todo mundo parece “menos pior” do que errar sozinho acontece também no mundo dos investimentos. Mas o grande problema do consenso no mercado é que ele sempre precifica antes o resultado esperado e se todo mundo tem a mesma visão equivocada, o final será desastroso.

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Em épocas de análise de portfólio, eu sempre tomo decisões com foco primeiro no risco e depois no retorno do ativo. Afinal, eu sofro menos vendo minha carteira perdendo do mercado nas altas do que ela caindo muito mais nas baixas.

Quando navego em mares tranquilos, épocas de fácil interpretação e um cenário otimista pela frente, eu me deixo ir mais fácil com o consenso. No entanto, como costumo ser menos otimista que a maioria, acabo tendo resultados um pouco menores, e isso não me dói.  O que me machuca é quando eu estava receoso, fui com o mercado e tudo deu errado, e muito.

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Isso acontece, principalmente, quando estamos em momento de euforia ou quando escuto o famoso “dessa vez vai ser diferente”, em especial quando a expressão está relacionada à análise de ciclos econômicos.

Recessão global

Por que e como eu posso afirmar que teremos uma recessão global?

Pelo simples e mais verdadeiro fato de que todo ciclo tem uma ordem natural e se repete ao longo do tempo: crescimento, contração, recessão, depressão e recuperação, para voltar ao crescimento.

O mundo hoje está entre as fases de crescimento e contração. Então, é natural – e esperado – e faz parte do próximo movimento do ciclo a recessão. A dúvida do mercado é se ela será grande e duradoura ou pequena e passageira.

Falar em consenso requer dados como prova e há duas que mostram que o mercado atual espera por uma recessão tranquila, nada alarmante para os negócios. A primeira evidência vem do número de pesquisas no Google pela palavra “recessão”, que caiu para níveis anteriores à pandemia de covid-19.

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A segunda evidência decorre do número de artigos na Bloomberg que citam o “soft landing” (que em português significa “pouso suave”) da economia. Coloquei no grupo do WhatsApp sobre análises (que é aberto a todos) os gráficos e buscas que fiz durante as últimas semanas. Ao longo dos próximos dias, vou colocar mais alguns materiais e por isso já deixo o convite para você participar dele.

Aposta rentável

A verdade é que fica difícil apostar contra a melhora dos mercados já que hoje estamos vendo o S&P em tendência de valorização, empregos em alta e outros indicadores que mostram que a economia não fraqueja. Mas quem disse que o único jeito é apostar contra?

Não fazer nada ou sentar em cima do dinheiro se mostra uma estratégia muito rentável atualmente, já que no Brasil ainda conseguimos 1% ao mês no CDI e, no exterior, há ativos pagando de 5% a 6% de remuneração em dólar.

Eu não sei se vai acontecer uma recessão forte ou fraca, nem quando ela vem. Eu sei que ela chegará e o consenso do mercado é de que será leve. Como estou receoso e quero dormir tranquilo, esse será um ano de menor exposição de risco em meus investimentos, pois, sim, discordo do consenso.

Posso estar errado, mas o pior que pode acontecer será ganhar menos dinheiro que os principais índices, mas por outro lado vou dormir tranquilo e isso talvez me dê uns anos a mais para trabalhar e ganhar o que deixei de ganhar.

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Só como bônus, ao fazer as buscas que dão embasamento para esse artigo e a minha tomada de decisão, uma nova expressão foi criada e agora é muito usada no mercado: “cautelosamente otimista”. Mais uma para a lista que já tem o “lucro líquido negativo” em vez de “prejuízo”.

Um abraço.

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