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Colunista

Um ponto nos EUA é preocupante, mas ninguém está falando sobre isso

Para o colunista, esse é um dos principais índices para manter a atenção no começo do ano

Por Vitor Miziara

20/02/2024 | 7:54 Atualização: 20/02/2024 | 7:54

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Foto: (Envato Elements)
Foto: (Envato Elements)

Os Estados Unidos divulgaram no dia 16 de fevereiro o Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês), basicamente a inflação que mede a variação de preços médios a partir da perspectiva do vendedor. São três áreas analisadas: as empresas de base industrial, as mercadoria de base e as empresas em fase de processamento. A lógica segue a mesma da nossa inflação (do consumidor): quanto mais os produtores de bens e serviços pagam, mais possível é vermos a inflação chegar ao consumidor na ponta final.

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Na minha visão, esse é um dos principais índices que precisamos manter a atenção nesse começo de ano, já que quando os produtores têm um aumento de custo, eles recorrem a duas alternativas: repassar ao consumidor o avanço ou diminuir as margens e continuar vendendo no mesmo preço para não perder venda.

A última inflação ao produtor divulgada trouxe um aumento de preços de 0,4% mês a mês, quando o esperado pelo mercado era uma elevação de apenas 0,1%. A questão é o que vai acontecer daqui para frente – ou o que já está acontecendo.

A inflação e o S&P500

Ao analisar a média operacional de lucro do índice S&P500, o número assusta. Depois de atingir uma máxima de margem de 13,5% no começo de 2021, esse número já caiu agora para 10,6%. Ou seja, parte da inflação ao consumidor que não vemos está no começo da cadeia, com os produtores decidindo segurar um aumento de preços para não perder vendas.

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Curioso que na mesma semana passada tivemos dados de vendas no varejo que vieram piores do que o esperado, mesmo agora sabendo que os produtores estão segurando uma correção nos preços.

Parte dessa alta no custo de produção tem a ver com a própria economia americana, que está mais forte e com a atividade em alta. O custo de mão de obra aumenta também. No último relatório de “Ganho por Hora” trabalhada do americano, houve uma alta de 0,6% contra uma expectativa de 0,3%.

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Esse cenário me preocupa por dois motivos: se eles decidirem começar a repassar o aumento de preços, a inflação ao consumidor voltará a aumentar e, consequentemente, veremos o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) mantendo juros altos por mais tempo. Em outro cenário, eles podem manter os preços atuais, perdendo margem, mas veremos ao longo dos próximos trimestres resultados piores nos lucros das empresas.

Resumidamente, ou teremos queda nos lucros das empresas (e consequentemente uma reavaliação da alta esperada para o S&P500 no ano de 2024) ou teremos de volta a inflação para o consumidor, mantendo juros mais altos e piorando a percepção sobre uma recessão.

A grande questão que fica no ar

Para adicionar mais pimenta ao cenário, durante o fim de semana o Goldman Sachs reajustou sua expectativa para o lucro das empresas em 2024, aumentando esse número e mantendo a mesma conta de “múltiplos” para o mercado, ajustando o alvo para o S&P500 de 5.100 para 5.200 pontos, uma alta de mais ou menos 4% ao preço desta segunda-feira (19).

Sobre minha posição em relação ao SP500, não aposto contra, mas sigo cauteloso em novas posições ou até em manter meus ativos como ações.

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No próximo artigo, e durante essa semana no grupo do WhatsApp, vou trazer as movimentações dos grandes investidores e fundos lá fora, já que alguns chamaram muito a atenção, como o Bill Gates, que vendeu quase todas as suas ações na virada do ano.

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A grande questão que fica é: se voltar a inflação ao consumidor, qual seria o cenário de juros nos EUA e como isso impactaria todo mundo, inclusive (e principalmente) os emergentes como o Brasil?

Um abraço!

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