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Como ficam as ações do IRB (IRBR3) com o aumento de capital?

Pouco a pouco, o cenário deve ser um pouco mais favorável

Por Vitor Miziara

06/09/2022 | 8:05 Atualização: 06/09/2022 | 8:05

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IRB Brasil. Foto: Aline Bronzati
IRB Brasil. Foto: Aline Bronzati

Como ficam as ações do IRB (IRBR3) agora, após o aumento de capital? Acho que essa é a pergunta que todos os investidores, especuladores e os torcedores estão fazendo em relação à ação que em pouco mais de dois anos desabou de quase R$ 41 para R$ 1,18 – uma queda de quase 98%.

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Houve na companhia um dos casos de fraude mais emblemáticos do nosso mercado, mas não vou me estender aqui explicando o que houve: basta uma busca no Google pra ter linha do tempo, relatórios e até memes em relação à ação. Também não vou ficar me prendendo ao passado porque para o investidor o que importa é de agora para frente, principalmente para aqueles que estão no papel há algum tempo. O que aconteceu já passou e está no preço.

O IRB neste ano teve lucro em janeiro, prejuízo em fevereiro, lucro em março e depois prejuízo por todo o segundo trimestre. Com isso, não é fácil traçar projeções. Mas a empresa deixou o histórico negativo para trás, elegendo Louise Barsi (que dispensa apresentações pela carreira dela e apenas familiar), como conselheira (fiscal) do comitê de auditoria estatutário. Ela é uma pessoa que tem nome, é admirada pelos investidores e está fiscalizando o IRB. Vale reforçar que Louise participou do aumento de capital: a família Barsi comprou 10 milhões de ações do ressegurador a R$ 1.

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Do R$ 1.2 bi levantados pela empresa, acredito que “somente” R$ 650 milhões serão suficientes para se adequar à diretriz da Susep. O lado positivo disso é que sobrará dinheiro em caixa e uma gordura para eventuais novos prejuízos. Caso não vejamos nenhum prejuízo muito grande, haverá caixa para absorver sem a necessidade de um novo aumento de capital.

O JP Morgan elevou de “venda” para “neutro” a recomendação da IRB com preço justo entre R$ 1 e R$1,40 para os próximos 12 meses. Veja que o fator importante aqui não é o preço justo, e sim a mudança na recomendação.

Lembra aquele número enorme de quantidades de ações vendidas? Em algum momento quem aposta contra a empresa precisará recomprar os papéis e isso pode ser um trigger de alta muito bom.

O Citi também revisou suas projeções e aqui o destaque é que, colocando todos os riscos que já conhecemos, o preço alvo ficou em R$ 1,10 – cotação dos últimos dias.

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Pouco a pouco, o cenário deve ser um pouco mais favorável e as ações já estão no chão. Pode cair mais? Sim, mas me parece que a relação risco x retorno é interessante.

E até onde podem ir as ações da IRB? Como hoje há o dobro de ações do que havia um mês atrás, precisamos largar o “sentimento de ancoragem” e esquecer as referencias de preços antigos.

Alguns analistas colocam uma projeção de lucro em torno de R$ 500 milhões para 2023. Se utilizarmos a mesma comparação no múltiplo de preço/lucro da Porto Seguro (média histórica de 8,5x), teriamos a sinalização de que o IRB deveria valer algo próximo a R$ 4,2 bilhões. O valor dividido pelas 2.5 milhões de ações daria algo próximo a R$ 1,70 por papel para 2023/2024.

Não me estranharia ver a ação perto de R$ 3, caso a empresa entregue um resultado sólido em 2023, e projeções de lucro próximo a R$ 800 milhões para 2024. Aliás, meu alvo pessoal é perto de R$ 3 ao fim de 2024.

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Algo que me deixa um pouco mais otimista é o fato da IRB ter hoje quase R$10 bilhões em caixa (somando o aumento de capital) que geram um resultado financeiro muito forte. As vezes a empresa não precisa nem ter lucro operacional (com seguros) para ter um resultado na linha final alto.

Parece que temos hoje mais fatores positivos que negativos para os próximos meses. Vale lembrar que esse texto é apenas uma opinião pessoal, ainda mais em relação à um ativo tão difícil de se analisar como o IRB.

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