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Colunista

Para onde vai o dólar? Confira a “análise de milhões”

Colunista do E-Investidor mostra o que investidor gringo busca no mercado brasileiro e o que você pode fazer

Por Vitor Miziara

11/07/2023 | 13:11 Atualização: 11/07/2023 | 13:38

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Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

Essa é aquela pergunta que todo investidor quer saber e que nenhum analista arrisca tentar acertar por sorte. Sim, ninguém tem bola de cristal e é isso que faz o mercado ser dinâmico e exigir revisões quase semanais.

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Um exemplo dessa revisão semanal está no relatório Focus, no qual vários analistas, tesourarias, bancos e outros agentes do mercado colocam suas expectativas para indicadores macroeconômicos, incluindo a taxa de câmbio entre o dólar e o real nos próximos anos. Como já mencionei várias vezes, a ideia é que, à medida que novos dados econômicos surgem, tenhamos a liberdade de revisar e reavaliar as projeções.

Quando falamos de dados econômicos e, principalmente, do dólar, estamos nos referindo a uma moeda negociada em todo o mundo. Hoje, quase todo o comércio exterior usa o dólar diariamente na compra e na venda de mercadorias, servindo como base para essas transações.

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Além disso, os Estados Unidos ainda têm o maior mercado do mundo –  e considerado também o mais seguro. Assim, grande parte dos investidores mundiais recorre ao dólar para investir e aproveitar o forte crescimento da economia americana. Também é comum que eles busquem o dólar em momentos de crise, com o argumento de que, se tudo mais falhar, os EUA serão o último refúgio.

Analisar, então, o comportamento do dólar em relação ao real demanda a consideração de muitas variáveis, pois passa por avaliação da economia americana, da economia global e, claro, da economia brasileira. Uma tarefa tão difícil que raramente alguém será capaz de fornecer uma resposta definitiva – e quando isso acontece, geralmente está errada.

Investimentos não são fixos e precisam ser reavaliados constantemente. Portanto, ajustamos nossas carteiras de acordo com o cenário atual e nossas expectativas para os próximos meses e anos.

Confusão de investidores

Mas voltando ao assunto do dólar versus real, o comportamento da moeda pode ter confundido muitos investidores, mas tudo tem uma base, especialmente quando olhamos para o passado. A busca pelo real ocorreu em grande parte devido ao nosso maior produto exportado: a renda fixa e seus juros. O Brasil não é conhecido por dar calote e, apesar das dificuldades, sempre honramos nossas dívidas. Então, por que não investir aqui e aproveitar uma das maiores taxas de juros do mundo?

Esse o argumento explica o grande fluxo de dólares para o Brasil, o investimento em juros. Se um investidor estrangeiro deseja investir em renda fixa aqui, o processo envolve a venda de dólares e a compra de reais, seguido pelo investimento em renda fixa. Portanto, nos últimos meses, temos testemunhado uma grande entrada de dinheiro no País, pois nossa taxa de juros está em 13,75% ao ano.

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Agora que expliquei o motivo do último movimento, resta saber para onde a moeda irá. Enquanto escrevo este artigo, o dólar volta a ser cotado a R$ 4,90 após ter chegado a quase R$ 4,70 nas últimas semanas.

Esse aumento na cotação ocorreu por vários motivos, incluindo o aumento dos juros nos EUA, o que torna novamente atraente ter dinheiro lá, e a expectativa de que a economia americana continuará forte nos próximos meses. Dois fatores estão em jogo: uma renda fixa que paga bem no exterior e ações que caminham para atingir a máxima do ano. Existe combinação melhor do que segurança e crescimento?

Em 2024

O próximo ano será de difícil análise. Compartilhei na minha comunidade do WhatsApp alguns relatórios de bancos sobre a economia mundial e a relação do dólar com o resto do mundo. A verdade é que não há consenso.

O último relatório Focus projeta um dólar a R$ 5,00 para 2023 e a R$ 5,06 para 2024. Atualmente, o que temos como certo é que haverá um cenário de queda de juros no Brasil e que os juros nos EUA aumentarão ou permanecerão altos por mais tempo.

Atualmente, temos um “spread cambial de juros” de quase 9%, com a diferença entre a taxa de juros em 13,75% ao ano no Brasil e de 5% ao ano nos EUA. Ou seja, o investidor estrangeiro deixa de investir nos EUA para investir no Brasil, ganhando 9% ao ano. A vantajosa diferença mantém o dinheiro entrando aqui.

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No entanto, segundo o Focus, a taxa Selic deve encerrar 2024 em 9,5%, enquanto nos EUA a taxa de juros deve permanecer em torno de 4%. Será que, com essa diferença de apenas 5% nas taxas no futuro o investidor estrangeiro continuará querendo investir no Brasil?

Outro ponto que vale a pena refletir é que no próximo ano o mundo deve passar por uma recessão causada por essas altas taxas de juros. Será que o investidor estrangeiro desejará manter seu dinheiro em países emergentes ou voltará para a segurança de seu país de origem?

Por outro lado, nossa economia continua forte e começará um processo de relaxamento monetário (redução das taxas de juros), o que deverá impulsionar ainda mais a atividade e valorizar o real.

Ponto de vista

Como você pode ver, responder a essa pergunta está longe de ser fácil e é por isso que eu prefiro não tentar adivinhar o valor do dólar. O mercado e a economia são dinâmicos, é necessário acompanhá-los de perto, mesmo ao adotar posições de longo prazo.

Eu considero o dólar barato e sempre aproveito as quedas para aumentar minha exposição internacional. A análise mais “pessimista” ou “otimista”, dependendo do ponto de vista, é um dólar próximo de R$ 4,60, enquanto há outros analistas que acreditam que o dólar pode retornar para cerca de R$ 5,30 já no próximo ano.

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Diante dessa incerteza, a única certeza que tenho é que os EUA sempre apresentarão um desempenho econômico melhor do que o Brasil, um país emergente no qual nem o passado é garantia de sucesso.

Dito isso, mantenho minhas análises e relatórios atualizados na comunidade e termino com o convite para você conhecer, aqui.

Um abraço.

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