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Comportamento

Mais dados nos tornarão mais saudáveis? A Amazon acredita que sim

Especialistas dizem que há potencial nessa ideia

Por E-Investidor

22/09/2020 | 17:54 Atualização: 08/12/2023 | 17:35

A pulseira de saúde da Amazon Halo (Foto: Amazon/Divulgação)
A pulseira de saúde da Amazon Halo (Foto: Amazon/Divulgação)

(Shira Ovide/ NYT News Service) – A Amazon quer que você use um dispositivo de rastreamento que faça varreduras em 3D do seu corpo e analise quando sua voz parece estressada.

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Bem-vindo ao possivelmente útil e também possivelmente assustador futuro dos cuidados com a saúde.

A nova pulseira de rastreamento da Amazon (Halo) e o aplicativo que a acompanha mostram como as tecnologias voltadas para a saúde evoluíram nos últimos anos. O que costumava ser um dispositivo relativamente simples, que registrava quantos passos as pessoas davam por dia, se transformou em sistemas holísticos que prometem nos guiar – e aos nossos médicos – para melhorar nossa saúde e, talvez, até detectar doenças como a covid-19 antes de sabermos que estamos doentes.

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O princípio por trás dessas tecnologias é que coletar mais dados ajudará a nos tornar mais saudáveis. A mensagem de especialistas com quem conversei é que há potencial nessa ideia, mas isso ainda não foi realizado.

Por enquanto, os sistemas de monitoramento de saúde e condicionamento físico podem ser muito úteis para algumas pessoas – mas não para todos. Conheço pessoas que juram que seus rastreadores de condicionamento físico ajudam a controlar o peso e outras que se exercitam mais porque o Apple Watch oferece elogios pelo desempenho.

Uma grande limitação dos dispositivos de saúde, no entanto, é que muitas pessoas não sabem o que fazer com os dados que veem sobre sua frequência cardíaca ou quantas horas dormiram.

“Não estamos fazendo um bom trabalho em educar as pessoas sobre o que fazer com essas informações. Essa é a peça que está faltando”, afirma John Jakicic, diretor do Instituto de Estilo de Vida Saudável da Universidade de Pittsburgh.

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As empresas por trás das tecnologias de rastreamento de saúde sabem que isso é um problema e estão cada vez mais sugerindo ações que as pessoas – ou seus médicos – podem obter de todos os dados que os dispositivos de rastreamento coletam.

A Amazon informou, por exemplo, que seu sistema de monitoramento de saúde pode sugerir qual treino é mais eficaz para alguém. O Fitbit diz que seus sensores podem avaliar seu nível de estresse. Amazon, Apple e outras empresas também estão tentando integrar informações de suas tecnologias de saúde em registros médicos eletrônicos. Em princípio, isso significa que um paciente com problemas cardíacos pode compartilhar as leituras diárias do eletrocardiograma com seu médico.

Mas nem sempre está claro se os insights desses rastreadores de saúde são úteis ou precisos. Jessilyn Dunn, professora da Duke University que estuda o uso de dados médicos coletados desses dispositivos, disse que os pesquisadores geralmente não podem acessar ou validar as avaliações que as empresas de tecnologia estão fazendo a partir dos dados das pessoas.

Dunn disse que estava otimista sobre o potencial das tecnologias de rastreamento de saúde. Mas ela afirmou que a falta de transparência torna difícil saber por que uma tecnologia de rastreamento de saúde pode sugerir que alguém precisa de mais uma hora de sono ou pode estar sob risco de uma anormalidade cardíaca perigosa.

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Então, se você está pensando em comprar uma tecnologia de rastreamento de saúde, considere o que você pode realmente ganhar com isso. Será útil saber quanto você dormiu ou estimar seu nível de estresse pelo tom de sua voz, segundo a Amazon? Pense se você confia na empresa por trás do rastreador de saúde com informações confidenciais de seu corpo.

Você pode achar esses rastreadores úteis. Mas não espere que sejam curas milagrosas.

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