• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Comportamento

Bancos representam quase 50% do crescimento mundial de dividendos; veja ranking

HSBC, China Construction Bank e JP Morgan representam os maiores bancos pagadores de dividendos do mundo

Por Geovani Bucci

21/03/2024 | 13:53 Atualização: 21/03/2024 | 13:53

Dividendos. Imagem: Adobe Stock
Dividendos. Imagem: Adobe Stock

Os bancos entregaram dividendos recordes no ano de 2023, sobretudo nos países emergentes. Isso fez com que o setor contribuísse com quase metade do crescimento dos pagamentos globalmente, segundo a 41ª edição do estudo Janus Henderson Global Dividend Index. Ao todo, o aumento foi de 5% e puxado por resultados como o do HSBC, que teve uma forte recuperação pós-pandemia.

Leia mais:
  • Dividendos: as 10 maiores empresas pagadoras do mundo
  • 13 estatais baratas na Bolsa para buscar retornos de 9% em dividendos
  • Uso do FGTS para investir na Eletrobras foi vantajoso?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O ranking aponta um salto de 15%, para um valor recorde de US$ 220 bilhões, que refletiu principalmente o ambiente de taxas de juros mais elevadas, sobretudo pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA). Tal contexto possibilitou que o setor bancário aumentasse as suas margens de lucro, empréstimo e investimento.

De acordo com o analista e sócio-diretor da Méthode Consultoria, Adriano Gomes, isso ocorreu porque o preço da mercadoria do banco – o dinheiro – é a taxa de juros. “O motivo foi a contenção da inflação, que não deu ainda sinais de acomodação, e motivada por risco de desaceleração de atividade que também não se enxergou no horizonte”, diz o analista.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Isso resultou no lucro acima da média por parte dos bancos em 2023. Tal fato ocorreu em função de dois vetores fundamentais que são a taxa de juros e a baixa inadimplência, cujo risco estava embutido nas operações. Com isso, houve o aumento do spread bancário.

Dessa forma, o aumento dos pagamentos no setor compensou as quedas das empresas de commodities que tiveram cortes, como o caso da Petrobras (PETR3;PETR4). Em valores, os dividendos globais subiram para um recorde de US$ 1,66 trilhão no ano passado, com crescimento de 5%. Além disso, 2023 conseguiu terminar com uma nota particularmente positiva, com uma subida de 7,2% no quarto trimestre.

O analista de investimentos e sócio da Mirae Asset Wealth Management, Pedro Galdi, apontou também outros fatores que fazem com que os bancos paguem mais dividendos eventualmente, como o aumento da capitalização.

“Bancos tendem a ter uma estrutura de capital sólida e reservas de capital significativas para atender aos requisitos regulatórios e enfrentar situações de estresse financeiro”, afirma o analista. “Quando têm capital em excesso, podem optar por distribuir parte desse capital excedente aos acionistas como dividendos.”

Publicidade

De acordo com o estudo, a maior contribuição veio dos bancos dos países emergentes, seguidos pelos bancos europeus, incluindo o Reino Unido, e depois pelos da Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, que não obteve um crescimento muito relevante. Já os dividendos do Reino Unido, que foram prejudicados pelo setor de mineração, foram puxados para cima pelos bancos e produtores de petróleo, registrando um acréscimo de 5,4%, no mesmo nível da média global.

Na Europa, o crescimento foi de 10,4%, mais que o dobro da média. Três décimos vieram apenas de bancos. O total de US 300,7 bilhões ocorreu graças às marcas históricas registradas na França, Alemanha, Suíça, Itália, Dinamarca, Noruega e Áustria. Também houve uma forte contribuição dos setores industriais, automobilísticos, petrolíferos e de saúde.

Ao contrário dos outros países do continente, os bancos não foram os principais impulsionadores do crescimento na França. Já os bancos italianos contribuíram com três quartos do aumento, mesmo não havendo qualquer corte em outros setores do país. Os dividendos espanhóis, por sua vez, cresceram um quarto praticamente (+23,4%).

No entanto, a maioria dos países desenvolvidos da Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, têm registrado baixas ao longo dos anos. Alguns foram salvos como Hong Kong e a Austrália, que teve seu crescimento em dois quintos por contribuição do aumento de dois dígitos do setor bancário. No quarto trimestre, o porcentual foi de 6,9%.

Publicidade

Do ponto de vista setorial, o estudo aponta que o rápido crescimento dos bancos em todo o mundo deve abrandar este ano.

O crescimento dos bancos nos países emergentes

Os bancos foram os principais contribuintes para o crescimento dos pagamentos na maioria dos mercados emergentes, que registraram recordes pelo terceiro ano consecutivo, de acordo com a Janus Henderson. No geral, os dividendos das empresas permaneceram estáveis.

Para o consultor financeiro e sócio da Valor Investimentos, Gabriel Meira, bancos de mercados emergentes geralmente oferecem spreads mais altos por ter menos concorrência do que mercados desenvolvidos. É possível uma cobrança mais alta por empréstimos, investimentos e operações de mercados de capitais.

“Outro fator é que há uma maior taxa de crescimento mais alta do que países desenvolvidos”, diz o consultor. “Um mercado financeiro pujante, associado a um país que está crescendo mais, possibilita mais operações e isso gera uma receita adicional para os bancos.”

Já o analista e coordenador de MBA na Trevisan Escola de Negócios, Acilio Marinello, afirma que as taxas de juros em países emergentes tendem a ser maiores, por uma questão de conjuntura local.

Publicidade

“A dinâmica do mercado, concorrência entre os bancos, além do nível de endividamento e capacidade de renda da população são fatores que influenciam”, afirma o analista. “Por ter uma economia mais instável, os países emergentes têm tendência a ser mais vulneráveis e os bancos têm mais oportunidade de lucro.”

Marinello também destaca o fato desses países eventualmente não terem um mercado financeiro “maduro”, ou seja, não é totalmente regulamentado. Isso possibilita que bancos e outras instituições financeiras apliquem taxas elevadas.

O setor bancário fez com que a Arábia Saudita crescesse quase um terço, emergindo como um contribuinte significativo para os dividendos globais, saltando à frente dos Países Baixos em 2023 na classificação global. Os bancos também foram responsáveis por nove décimos do aumento subjacente de 44% nos dividendos indonésios, segundo o estudo.

A exceção foi a China. Os lucros chineses distribuídos aumentaram apenas 4,2% em 2023, limitados por resultados bancários mais baixos, que compõem metade do montante pago na China. Dois terços das corporações chinesas reduziram os pagamentos de lucros, significativamente mais do que em qualquer outra nação importante. Isso refletiu as políticas de distribuição de lucros que implicam que os resultados variam de acordo com os lucros, e a grande influência dos bancos no mercado de ações chinês. No entanto, o montante total ainda alcançou um novo pico de US$ 52,3 bilhões, impulsionado pela Petrochina.

Publicidade

Já o Brasil teve o forte crescimento de seus bancos mascarados por reduções de empresas. A Petrobras distribuiu US$ 10 bilhões a menos aos seus acionistas do que em 2022, enquanto a mineradora Vale cortou sua distribuição em US$ 1,2 bilhão. Houve também um corte menor da Ambev.

Quais são os bancos que aparecem no ranking?

O HSBC registou o maior aumento entre todas as empresas, não apenas os bancos, ao restaurar um calendário trimestral completo de pagamentos. Mais uma vez, figurou entre os três maiores bancos pagadores de dividendos do mundo, juntamente com o China Construction Bank e o JP Morgan. Esses três representam um sexto dos dividendos bancários mundiais.

O consultor financeiro e sócio da Valor Investimentos, Gabriel Meira, aponta que bancos que atuam maneira internacional têm focado bastante numa gestão de risco interessante para os investidores. “Operações mais sólidas e menos arriscadas, otimização de processos, entre outros têm contribuído”, afirma.

"O HSBC conseguiu expandir seus negócios com um foco maior na Ásia, onde tem conquistado boas operações, principalmente com clientes corporativos e investment banking”, diz o consultor. “Houve aumento de lucro 78% em relação a 2022, despesas operacionais caíram mais de US$ 32 bilhões em relação ao ano passado, recompra de ações e maior dividendo desde 2008.”

Publicidade

Após anos, o banco britânico global figurou novamente entre os 20 maiores pagadores de dividendos. Os efeitos de restauração pós-pandemia trouxeram resultados totalmente restaurados e o colocaram em 14º lugar no ranking. A última vez que havia aparecido foi em 2019, em nono lugar.

Meira aponta um dividend yield (retorno em dividendos) de 10,09% para o HSBC, no valor de US$ 3,89.

Com o maior resultado entre os bancos de 2023, o China Construction Bank apareceu em 4º lugar, atrás apenas da Microsoft, Apple e a petrolífera americana Exxon. Todos os anos esse banco aparece entre os 10 maiores.

Por fim, o JP Morgan Chase manteve sua posição em nono lugar, conquistada no ano passado. Meira estima o dividend yield de 2,25%, no valor de US$ 4,34.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bancos
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dividendos
  • Federal Reserve
  • inadimplência
  • Juros
Cotações
21/05/2026 16h12 (delay 15min)
Câmbio
21/05/2026 16h12 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Guia definitivo do Tesouro Direto: compare Tesouro Reserva, Selic, IPCA+ e Prefixado para escolher o melhor título

  • 2

    Ações de bancos tombam após rali e chegam perto das mínimas do ano; veja oportunidades

  • 3

    Itaúsa cansou de andar atrás do Itaú – e agora o mercado percebe uma vantagem

  • 4

    Dólar perto de R$ 5 vira problema e muda o jogo para gigantes da Bolsa; veja vencedores e perdedores

  • 5

    Treasuries no maior nível desde 2007 derrubam Bolsa brasileira junto com pesquisa eleitoral que mostra queda de Flávio Bolsonaro

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Desenrola Fies 2026: passo a passo simples para renegociar dívidas
Logo E-Investidor
Desenrola Fies 2026: passo a passo simples para renegociar dívidas
Imagem principal sobre o Mega-Sena: vendas exclusivas para o sorteio especial de 30 anos estão abertas
Logo E-Investidor
Mega-Sena: vendas exclusivas para o sorteio especial de 30 anos estão abertas
Imagem principal sobre o Projeto quer proibir radares de trânsito escondidos: entenda as novas regras da proposta
Logo E-Investidor
Projeto quer proibir radares de trânsito escondidos: entenda as novas regras da proposta
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: como era antes e o que passa a valer agora?
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: como era antes e o que passa a valer agora?
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: quem ganha até R$ 8.105 pode renegociar dívidas atrasadas?
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: quem ganha até R$ 8.105 pode renegociar dívidas atrasadas?
Imagem principal sobre o Desenrola Fies 2026: veja como débitos vencidos há mais de 90 dias podem ser renegociados
Logo E-Investidor
Desenrola Fies 2026: veja como débitos vencidos há mais de 90 dias podem ser renegociados
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: participantes devem respeitar o limite para o novo crédito disponibilizado
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: participantes devem respeitar o limite para o novo crédito disponibilizado
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: nem todos os bancos oferecem o novo contrato; entenda o motivo
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: nem todos os bancos oferecem o novo contrato; entenda o motivo
Últimas: Comportamento
INSS: novas regras para o crédito consignado entram em vigor hoje; veja o que muda
Comportamento
INSS: novas regras para o crédito consignado entram em vigor hoje; veja o que muda

Medidas buscam aumentar a segurança de aposentados e pensionistas diante da alta nas reclamações

19/05/2026 | 09h56 | Por Daniel Rocha
O novo comportamento da alta renda: como a concentração de riqueza mudou os gastos dos mais ricos
Comportamento
O novo comportamento da alta renda: como a concentração de riqueza mudou os gastos dos mais ricos

Seguradora afirma que classe média precisa tomar decisões mais difíceis à medida que gastos com supermercado, combustível, moradia e outros custos apertam os orçamentos familiares

17/05/2026 | 08h00 | Por Catherina Gioino
Conheça a especialista do Goldman Sachs que está sempre ao lado dos atletas
Comportamento
Conheça a especialista do Goldman Sachs que está sempre ao lado dos atletas

Nicole Pullen Ross revela como ajuda atletas milionários a proteger fortunas, evitar fraudes e transformar carreiras curtas em legado duradouro

16/05/2026 | 07h30 | Por Nick Lichtenberg, da Fortune
Brasil exporta mais do que samba e futebol, e o sistema financeiro é prova disso
Comportamento
Brasil exporta mais do que samba e futebol, e o sistema financeiro é prova disso

Executivos da Fenasbac e da IBM defendem que criatividade, regulação e infraestrutura transformaram o Brasil em referência global de inovação financeira

14/05/2026 | 15h00 | Por Igor Markevich

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador