Slim, de 81 anos, presidente honorário da América Móvil, caiu quatro posições no ranking. Apesar de ter aumentado sua fortuna em cerca de US$ 10 bilhões em 2020, ele de dólares, ele ocupava a décima segunda posição entre os mais ricos.
Com a décima sexta posição, o empresário mexicano caiu 11 posições desde 2019, quando ficou em quinto lugar, com uma riqueza de US$ 64 bilhões.
Mesmo assim, Slim é o primeiro dos 51 latino-americanos que aparecem na lista da Forbes. Entre as nacionalidades, os brasileiros dominam com um total de 15 pessoas.
No entanto, desde 2018 o número de latino-americanos com mais de US$ 1 bilhão caiu significativamente: anteriormente havia 89 pessoas que faziam parte desse seleto grupo.
Em segundo lugar entre os latinos mais ricos está outro mexicano, Germán Larrea Mota Velasco, que junto com sua família é dono da maior mineradora de cobre em seu país, o Grupo México. Sob sua liderança também está um negócio de infraestrutura e de transporte ferroviário .
Desde o ano passado, Larrea subiu quase 60 posições na lista, passando da 118ª posição em 2020 para a 61ª em 2021, com um aumento significativo em sua fortuna, que passou de US$ 11 bilhões para US$ 25,9 bilhões em um ano, segundo a Forbes.
A terceira latina da lista é a chilena Iris Fontbona e sua família, que herdou o império de mineração e bebidas de seu falecido marido, Andrónico Luksic, que morreu de câncer em 2005.
Fontbona e seus dois filhos controlam a Antofagasta Plc, que detém minas de cobre no Chile, e também possuem ações majoritárias na Quiñenco, um conglomerado chileno dos setores bancário, de cerveja e de manufatura.
A fortuna da empresária chilena disparou de US$ 10,8 bilhões em 2020 para US$ 23,3 bilhões em 2021, razão pela qual ela subiu 50 posições no ano passado, da 124ª para 74ª colocação.
Entre as 200 pessoas mais ricas do mundo estão também o mexicano Ricardo Salinas Pliego, em 166º lugar, com US$ 12,9 bilhões; o brasileiro Marcell Hermann Telles, que ocupa a 191ª posição com US$ 11,5 bilhões; e o também brasileiro Jorge Moll Filho, da Rede D’Or, que após cinco vezes dobrar sua fortuna em um ano chega à posição 194 com US$ 11,3 bilhões.
Entre os latinos que estrearam na lista destacam-se os irmãos brasileiros Safra, que ocupam a 358ª posição, com US$ 7,1 bilhões; e Guilherme Benchimol, da XP Inc., também do Brasil, que entra na 1.205ª posição, com US$ 2,6 bilhões.