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Comportamento

CEO da Intel está cansado de Wall St duvidar de plano de recuperação

Pat Gelsinger está tentando redefinir o cenário competitivo da indústria de chips

Por E-Investidor

23/02/2022 | 17:56 Atualização: 23/02/2022 | 17:56

De muitas maneiras, Gelsinger está tentando voltar no tempo e recuperar a Intel que existia em 2009, quando ele foi para a VMware. Foto: Reuters
De muitas maneiras, Gelsinger está tentando voltar no tempo e recuperar a Intel que existia em 2009, quando ele foi para a VMware. Foto: Reuters

(Ian King, WP Bloomberg)– Pat Gelsinger, CEO da Intel, que assumiu o cargo em fevereiro de 2021, avalia seu primeiro ano administrando a fabricante de chips com um A-. Mas os investidores estão se mostrando mais exigentes em suas notas.

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Ninguém está criticando o nível de energia e ambição do homem de 60 anos. Mas ele está tentando redefinir o cenário competitivo da indústria de chips de US$ 500 bilhões, transformar a empresa mais famosa do setor e mudar a política industrial nos Estados Unidos e na Europa – em um ritmo que ele gosta de chamar de “tórrido”.

E o plano tem um custo elevado. Muito elevado. Em Ohio, Gelsinger está gastando US$ 20 bilhões para construir a maior fábrica de chips do mundo. Ele também está planejando uma expansão na Europa, fazendo acordos e aumentando os gastos com pesquisa – sobrecarregando as outrora confiáveis margens de lucro da Intel. Isso está testando a paciência dos investidores, que viram as ações despencarem em 22% no ano passado.

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Só na semana passada, a Intel concordou em comprar a Tower Semiconductor por US$ 5,4 bilhões, parte de uma tentativa de fabricar chips por contrato para outras empresas.

Em uma entrevista à Bloomberg Television, Gelsinger reconheceu que o retorno dessas medidas para Intel não acontecerá da noite para o dia, mas criticou fortemente os analistas de Wall Street por insistirem em uma perspectiva negativa. O executivo disse que está irritado com o que ele chama de “perma-bears”, investidores que ficam na expectativa de queda do valor das ações o tempo todo, independentemente das condições do mercado. Mas Gelsinger acredita que outros estão ficando empolgados com o fato de a empresa restaurar suas habilidades e criar ‘a nova e velha Intel’.

“Em alguns aspectos, estamos à frente de onde pensei que estaríamos; já em algumas áreas, não estamos avançando tanto quanto pensei que estaríamos”, disse Gelsinger a Emily Chang em uma conversa para o “Bloomberg Studio 1.0. “E isso, na verdade, é mais uma indicação do enorme desafio à nossa frente.”

Esta é a segunda passagem de Gelsinger pela Intel. Ele trabalhou décadas na fabricante de chips antes de sair dela para administrar a VMware em 2009. Quando voltou como CEO no ano passado, a esperança era que ele pudesse traçar um novo curso – mas, também, lembrar o que tornou a Intel grande em primeiro lugar.

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Poucas semanas depois de voltar à empresa, Gelsinger definiu uma estratégia agressiva com o objetivo de recuperar a liderança no setor que seus antecessores haviam deixado escapar. Ele continuou com seus planos de recuperar a produção nos EUA e na Europa, com o objetivo de contrabalançar as peças que passaram a ser fabricadas na Ásia. E também fez lobby por bilhões de dólares apoiando o governo.

Mas isso pode ser um desafio e tanto. A outrora fraca Advanced Micro Devices tornou-se uma forte concorrente, e alguns dos clientes mais valiosos da Intel – entre eles a Apple – estão desenvolvendo seus próprios chips.

Por enquanto, investidores como a NZS Capital estão adotando uma estratégia de esperar para ver o que acontece.

“Acho que ele merece boas notas pelo que fez”, disse Jon Bathgate, gestor de fundos da empresa em Denver. “Mas a tarefa é dificílima e as pessoas que pensam que a situação pode ser resolvida em alguns trimestres – até mesmo em alguns anos – provavelmente não entendem, em primeiro lugar, os desafios que ele está enfrentando.”

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Bathgate disse que a NZS não está investindo na Intel porque existem outras empresas que estão “trabalhando a todo vapor”. A Intel terá que mostrar melhores resultados financeiros, provar que pode atrair grandes clientes terceirizados de chips e parar de perder participação de mercado, disse ele.

Outros investidores concordam com isso. O desempenho da Intel no ano passado a coloca em 27º lugar, entre 30, no Índice de Semicondutores da Bolsa de Valores da Filadélfia. E suas ações caíram drasticamente a cada vez que a Intel divulgou seus rendimentos – um sinal de que os investidores não estão felizes com o progresso da empresa.

Pense na margem bruta da Intel – a porcentagem de receita restante depois da dedução do custo de produção –, um sinal importante de saúde para uma empresa que fabrica peças. Espera-se que ele seja cerca de 52% este ano. Tal número seria estratosférico na indústria automobilística, mas está 10 pontos percentuais abaixo dos níveis históricos da Intel. Assim como abaixo de alguns de seus concorrentes. A Texas Instruments está perto de 70%, e a AMD – sem destaque no passado por suas margens gordas – atingiu 50% no último trimestre.

De muitas maneiras, Gelsinger está tentando voltar no tempo e recuperar a Intel que existia em 2009, quando ele foi para a VMware. Naquela época, a indústria de computadores comprava chips Intel porque era preciso fazer isso: seus processadores Xeons e Core eram muito melhores que as poucas alternativas viáveis. Essa posição deu à Intel um nível de rentabilidade de fazer inveja a qualquer um na indústria de chips e dinheiro suficiente para permitir que ela gastasse mais do que qualquer rival em tecnologia e no processo de produção.

Gelsinger começou sua carreira na Intel em 1979 e foi um dos principais nomes no projeto do primeiro chip 80486. Ele gosta de dizer que “passou pela puberdade lá”, trabalhando para pioneiros da indústria de chips como Gordon Moore e Andy Grove.

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Mas, hoje em dia, a empresa está tentando recuperar a antiga posição. Gelsinger planeja gastar até US$ 28 bilhões com novas fábricas e equipamentos este ano, um aumento de até US$ 10 bilhões em relação ao ano anterior. A Taiwan Semiconductor Manufacturing espera desembolsar US$ 40 bilhões e a Samsung Electronics, que gastou US$ 36 bilhões em 2021, provavelmente ultrapassará este valor em 2022, de acordo com as estimativas de analistas.

Gelsinger disse que está tentando superar uma década de “más decisões e administração fraca”. Entretanto, mesmo com uma onda frenética de gastos em curso, a Intel não está conseguindo acompanhar as gigantes do setor.

A base de clientes da Intel também passou por uma transformação. Um ano antes de Gelsinger deixar a empresa, a fabricante de chips tinha a mesma receita anual da Apple: cerca de US$ 37 bilhões. A Intel estava cerca de US$ 5 bilhões à frente em valor de mercado. Desde então, a Intel praticamente dobrou em receita. Mas a Apple agora tem uma avaliação de US$ 2,8 trilhões, vendas anuais de US$ 365 bilhões e um fluxo de caixa que supera o valor de mercado total da Intel. Outras grandes empresas que adquiriram compradores de chips – Amazon.com, Microsoft, Alphabet e a proprietária do Facebook, a Meta Platforms – também ofuscam a Intel em tamanho.

A Intel está definindo metas ambiciosas, mas a partir de “uma posição de relativa fraqueza”, disse Tom Fitzgerald, gestor de fundos da EdenTree. A concorrência evoluiu na última década, disse ele, assim como os clientes.

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Muitos dos maiores clientes da Intel estão criando seus próprios chips. A Apple já abandonou as peças da Intel em sua linha de computadores Mac e passou a depender da tecnologia da Arm. Tanto a Amazon quanto a Microsoft estão adotando medidas semelhantes com seus processadores para servidor.

Com isso em mente, o mantra de Gelsinger para sua equipe de projeto é construir um chip melhor. “Temos que criar produtos e tecnologias que façam a Apple dizer: ‘Hum, isso é melhor do que eu poderia ter feito’”, disse ele.

A boa notícia é que a proliferação de chips significa que haverá um mercado maior para todo o setor. Mais semicondutores estão sendo usados em carros, eletrodomésticos e edifícios – qualquer coisa que precise pensar por si só e se conectar à internet. A crise no fornecimento gerada pela covid-19 em 2021 destacou como o mundo depende de chips.

As vendas da indústria de semicondutores superaram meio trilhão no ano passado, e Gelsinger acredita que esse número dobrará na próxima década.

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Como a Intel fabrica uma variedade maior de chips, ela parece se tornar mais indispensável do que nunca. “Vai demorar um pouco, mas estamos no caminho certo”, disse Gelsinger.// TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

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