• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Comportamento

“Padrão de vida”: como essa ideia pode afetar o seu bolso

A busca a qualquer custo pelo status financeiro é uma das principais causas de endividamento

Por Daniel Rocha

12/04/2022 | 17:18 Atualização: 12/04/2022 | 17:18

Essa sensação de uma riqueza momentânea sem pensar no futuro é um dos piores inimigos de quem está sempre em busca de “status financeiro”. (Foto: Envato Elements)
Essa sensação de uma riqueza momentânea sem pensar no futuro é um dos piores inimigos de quem está sempre em busca de “status financeiro”. (Foto: Envato Elements)

A aquisição de um bem ou de um produto, em algumas situações, pode ser motivada para atender uma necessidade específica: pertencer a uma classe ou grupo social. O problema é que essa motivação na hora da compra nem sempre apresenta uma lógica racional.

Leia mais:
  • Como a educação financeira pode melhorar a produtividade nas empresas
  • Os cinco erros do investidor que nunca será rico
  • Dívidas podem causar alteração de humor, insônia e baixa produtividade
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No entanto, algumas marcas, produtos e acesso a serviços oferecem de uma forma implícita um “status financeiro” ou um “padrão de vida” que, em alguns casos, vão além do poder aquisitivo do consumidor. A grande questão é que essa busca quando não é bem administrada pode comprometer as finanças pessoais.

A situação é mais comum do que se imagina. Segundo uma pesquisa feita pela fintech Leve, dos 3.450 funcionários de empresas atendidas pela plataforma de educação financeira, 55% deles gastam tudo ou mais do que ganham.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Um dos motivos para esse descontrole financeiro é a busca para ter um padrão de vida inadequado ao orçamento. “A pessoa quer atingir esse status a qualquer custo. Para isso, gasta mais do que ganha. As dívidas começam e tudo isso vira uma grande bola de neve”, ressalta Bárbara Almeida, consultora financeira da Leve.

Segundo os especialistas, é importante observar que ter um padrão de vida incompatível com a renda tem uma explicação. De acordo com Álvaro Machado Dias, neurocientista, professor adjunto da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a posse de um bem ou de um produto de determinada marca pode simbolizar sucesso ou um “passe-livre” para fazer parte de determinados grupos sociais.

“Uma blusa despojada da burberry (grife britânica), por exemplo, insere a pessoa em um mundo de elite que ela se diferencia a partir do objeto”, explica Machado Dias. Segundo ele, a mesma lógica pode ser feita para empresários que compram carros de luxo como uma forma de investimento para conseguir mais dinheiro.

“Qual é o sentido disso? É um símbolo de sucesso que ajuda a transmitir a sensação de confiança nesses grupos que são muito ligados a status”, acrescenta o professor.

Consequências

Quanto mais alta for a classe social, mais prejudicial esse comportamento pode ser para o orçamento. O motivo se deve às dívidas adquiridas que costumam ser de longo prazo, o que exige dessas pessoas um controle financeiro ainda maior para não ficar no vermelho.

Publicidade

Para Sigrid Guimarães, sócia e CEO da Alocc Gestão Patrimonial, essa sensação de uma riqueza momentânea sem pensar no futuro é um dos piores inimigos de quem está sempre em busca de “status financeiro”.

“O resultado disso são adultos que veem o padrão de vida cair substancialmente na velhice e/ou precisam depender dos filhos no futuro”, ressalta Guimarães. “O maior inimigo da preservação do patrimônio é a sensação de riqueza não quantificada em termos de duração”, acrescenta a especialista.

Mas as consequências também são sentidas na hora de organizar as contas. Ivens Gasparotto, diretor da Suno Consultoria e da Suno Wealth, conta que há um desafio psicológico durante esse processo porque a pessoa se acostumou com um estilo de vida superior e, por isso, enfrenta dificuldades para descer de padrão.

“A pessoa se acostumou com coisas melhores, um carro melhor ou um apartamento maior. Quando decide mudar, sofre uma pressão psicológica e geralmente se preocupa com o que os outros vão pensar dela com a queda do padrão”, explica Gasparotto.

Como se blindar

A aquisição de bens para ser aceito em determinados grupos ou ter um determinado “status financeiro” não significa de forma isolada uma atitude prejudicial, na visão dos especialistas financeiros. As pessoas podem ter o direito de se dar determinados “luxos” ou enxergar algumas compras como um investimento.

Publicidade

No entanto, esse comportamento se torna um problema a partir do momento que o consumidor não impõe um limite para esses gastos não essenciais e ultrapassa a capacidade de compra do seu orçamento.

Para se blindar, Aline Soaper, educadora financeira e idealizadora do Instituto Soaper, plataforma de ensino de educação financeira, recomenda analisar as despesas para conseguir visualizar o padrão de consumo que a sua renda permite.

“Se uma família tem uma renda mensal de R$ 5 mil, essa família não pode gastar todo esse dinheiro. É necessário destinar pelo menos R$ 1 mil para investimentos ou para a reserva de emergência”, sugere Soaper.

O restante do salário deve ser administrado para os gastos essenciais, como alimentação e moradia, e para a compra de itens não essenciais, como roupas ou lazer. “Ter um orçamento bem feito, fazendo o controle de gastos semanal e sabendo das suas metas de vida, evita que você compre além do que pode”, afirma a especialista.

Publicidade

Nessa divisão, Fernando Bueno, especialista em investimentos da Ágora, sugere alguns percentuais que podem ajudar na hora de montar seu planejamento pessoal. De acordo com ele, as pessoas devem destinar 50% da sua renda para os gastos de sobrevivência, como aluguel, alimentação entre outras despesas. Outros 30% para gastos com lazer, como uma viagem, ou outros custos variáveis, considerados não essenciais. O restante deve ser aplicado para os investimentos.

“Não é necessário abdicar de tudo e viver com um monge, por exemplo. Mas é importante que as pessoas respeitem o seu planejamento financeiro e se divirtam dentro daquele limite orçamentário”, aconselha Bueno.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dívida
  • Educação Financeira
  • Planejamento
Cotações
02/01/2026 9h29 (delay 15min)
Câmbio
02/01/2026 9h29 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Bitcoin encerra 2025 com a maior queda em 2 anos e entra em 2026 sob nova lógica de preço

  • 2

    CDBs do Banco Master: o que acontece com a garantia do FGC se a liquidação for revertida

  • 3

    Como investir em bitcoin e criptomoedas em 2026

  • 4

    Por que a Geração Z e Millennials veem nas criptomoedas uma saída para construir riqueza

  • 5

    175 anos de Eufrásia Teixeira Leite: a engenharia financeira por trás da primeira investidora brasileira

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Saque de até R$ 1,8 mil do FGTS: quem pode receber?
Logo E-Investidor
Saque de até R$ 1,8 mil do FGTS: quem pode receber?
Imagem principal sobre o Período sem rodízio em São Paulo encerra em breve; veja data
Logo E-Investidor
Período sem rodízio em São Paulo encerra em breve; veja data
Imagem principal sobre o INSS: quais são os canais para verificar informações do benefício
Logo E-Investidor
INSS: quais são os canais para verificar informações do benefício
Imagem principal sobre o Mega da Virada: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 1,09 bilhão?
Logo E-Investidor
Mega da Virada: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 1,09 bilhão?
Imagem principal sobre o Mega da Virada 2025: confira resultado do sorteio do prêmio de R$ 1,09 bilhão
Logo E-Investidor
Mega da Virada 2025: confira resultado do sorteio do prêmio de R$ 1,09 bilhão
Imagem principal sobre o Quando será o próximo sorteio da Mega-Sena, após Mega da Virada?
Logo E-Investidor
Quando será o próximo sorteio da Mega-Sena, após Mega da Virada?
Imagem principal sobre o Mega da Virada 2025: que horas sai o resultado do sorteio especial?
Logo E-Investidor
Mega da Virada 2025: que horas sai o resultado do sorteio especial?
Imagem principal sobre o Resultado da Quina 6915: SORTEIO SERÁ EM NOVO HORÁRIO
Logo E-Investidor
Resultado da Quina 6915: SORTEIO SERÁ EM NOVO HORÁRIO
Últimas: Comportamento
Como os ricos continuam ricos? Conheça a vida discreta dos milionários
Comportamento
Como os ricos continuam ricos? Conheça a vida discreta dos milionários

De Warren Buffett a empreendedores anônimos, milionários explicam por que gastar menos e viver de forma simple é a parte central da construção de patrimônio

01/01/2026 | 06h30 | Por Eleanor Pringle, da Fortune
175 anos de Eufrásia Teixeira Leite: a engenharia financeira por trás da primeira investidora brasileira
Comportamento
175 anos de Eufrásia Teixeira Leite: a engenharia financeira por trás da primeira investidora brasileira

Do romance com Joaquim Nabuco à gestão de ativos em 19 países, aristocrata rompeu barreiras para construir império diversificado e autônomo

31/12/2025 | 07h30 | Por Luísa Giraldo
Por que a Geração Z e Millennials veem nas criptomoedas uma saída para construir riqueza
Comportamento
Por que a Geração Z e Millennials veem nas criptomoedas uma saída para construir riqueza

Relatório mostra que Geração Z e Millennials alocam fatia muito maior do portfólio em cripto e outros ativos não tradicionais diante da frustração com caminhos convencionais de riqueza

31/12/2025 | 06h30 | Por Carlos Garcia, da Fortune
Geração Z bate recorde de dívida no cartão de crédito. O que mudou?
Comportamento
Geração Z bate recorde de dívida no cartão de crédito. O que mudou?

Mesmo com o mercado de trabalho ainda resiliente, jovens da Geração Z recorrem cada vez mais ao cartão de crédito para enfrentar inflação alta, renda pressionada e uma economia cada vez mais desigual

27/12/2025 | 05h30 | Por Nino Paoli, da Fortune

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador