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Comportamento

Por que você deveria ter um seguro para a sua casa de férias

Donos de uma propriedade na cidade e de uma casa de férias talvez não entendam o que a apólice do seguro diz

Por E-Investidor

06/08/2022 | 5:00 Atualização: 05/08/2022 | 16:57

Veja como a falta de seguro nas casas de veraneio podem dar muitos prejuízos. Foto: Envato Elements
Veja como a falta de seguro nas casas de veraneio podem dar muitos prejuízos. Foto: Envato Elements

(Michele Lerner, Washington Post) – A ocorrência e a intensidade de tempestades, incêndios florestais, enchentes e tornados não apenas ameaçam a segurança das pessoas, mas também podem causar sérios danos aos imóveis.

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Uma análise recente dos registros da corretora de imóveis Redfin e de dados de riscos climáticos para propriedades da ClimateCheck descobriu que as casas de férias são especialmente suscetíveis a desastres naturais.

As aquisições desse tipo de moradia com alto risco de inundação aumentaram 45% entre 2020 e 2021 nos Estados Unidos, enquanto as compras de segundas residências com alto risco de tempestade aumentaram 40% durante o mesmo período.

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Aqueles que são donos tanto de uma propriedade na cidade como de uma casa de férias talvez não entendam claramente o que a apólice do seguro diz a respeito dos danos causados por um desastre natural.

Conversamos com dois especialistas em seguros e desastres naturais para pedir alguns conselhos: Bob Hertel, diretor de desenvolvimento de produtos da seguradora Acuity em Sheboygan Falls, no Wisconsin, e Darren Wood, presidente da Recoop Disaster Insurance em Des Moines. Ambos responderam por e-mail e suas respostas foram editadas.

Quais são alguns desastres naturais comuns e quanto se gasta em média com os danos causados por esses desastres?

Hertel: Os desastres naturais mais comuns são diferentes dependendo de onde se vive. Os gastos em média com sinistros variam bastante com base no tipo de desastre. Com base nos dados de solicitações da Acuity, o custo médio de um pedido de reparo devido à incidência de vento ou granizo costuma ser inferior a US$ 15 mil. No entanto, quando a seguradora é acionada por causa de incêndios florestais, os valores muitas vezes são consideravelmente maiores, muitas vezes chegando a centenas de milhares de dólares.

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Wood: A exposição média a eventos de desastres naturais graves, como furacões com marés de tempestades (conhecidas popularmente como ressacas), incêndios florestais, tornados, terremotos, explosões de gás, tempestades de inverno e tempestades de areia é de US$ 54 mil.

A maioria dessas adversidades é coberta pelos seguros contratados por proprietários?

Hertel: Os danos causados por vento, granizo e incêndios costumam estar dentro da cobertura de uma apólice de seguro padrão, inclusive as perdas devido a incêndios florestais e tornados. Já os prejuízos causados por inundações ou movimentos do solo, como terremotos ou deslizamentos de terra, não são cobertos pela apólice padrão dos seguros contratados por proprietários. Ratificações especiais podem ser adicionadas à apólice padrão para proteger o imóvel contra terremotos ou deslizamentos de terra. Seu agente de seguros talvez possa oferecer um seguro contra inundações.

Wood: Sim, mas há brechas na cobertura. Por exemplo, certos desastres como terremotos e ressacas não costumam estar inclusos nas apólices padrão dos seguros, então você pode correr o perigo de ter que arcar com esses gastos. Outras lacunas comuns incluem coisas como depreciação do valor do telhado do imóvel, franquias altas para desastres como furacões e variações no valor de substituição do seu imóvel versus o valor de mercado dele, que criam despesas sem direito a reembolso. Além disso, com o seguro típico, as pessoas podem ficar presas, sem conseguir fazer nada enquanto esperam até 30 dias antes de serem atendidas após enviarem uma solicitação. Isso pode parecer uma eternidade quando sua casa está seriamente danificada ou inabitável.

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Qual é a diferença entre o valor de mercado, a substituição estendida e a cobertura garantida da substituição do imóvel?

Hertel: Como o custo dos materiais de construção e de mão de obra aumentaram bastante recentemente, uma cobertura importante a se considerar é o custo da garantia de substituição, que assegura que você não precisará arcar com a diferença entre o limite da apólice do seguro contratado e o custo real para reconstruir o imóvel.

Vou dar um exemplo da importância da cobertura dos gastos de substituição garantida. Imaginemos um imóvel segurado com um limite de gastos para a moradia de US$ 550 mil. Tempos depois, ele é destruído por um tornado. Após o evento, os materiais de construção e a mão de obra se tornam escassos, fazendo com que os custos para reconstruir a mesma casa cheguem a US$ 1 milhão  Com a cobertura dos gastos de substituição garantida, a seguradora pagaria US$1 milhão para reconstruir a casa; sem a cobertura dos gastos de substituição garantida, o proprietário precisaria pagar a totalidade ou uma parte dos US$ 450 mil que passam do limite estipulado para a reconstrução.

Wood: A maioria das apólices de substituição estendida tem um valor máximo de 125% com base no valor que a seguradora calcula que seria o necessário para fazer consertos ou substituir o imóvel. Em média, o proprietário talvez tenha que arcar com algo em torno de 2% a 20% do valor de sua casa, porque essas apólices são baseadas no valor de mercado, não no custo da substituição, que sabemos ser bastante alto nos dias de hoje.

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Os seguros costumam cobrir uma mudança temporária quando o imóvel precisa de uma grande manutenção?

Hertel: Sim. A apólice padrão dos imóveis inclui a cobertura para despesas pessoais quando o imóvel não está adequado para se viver devido a um desastre natural coberto pela apólice. Dependendo do dano, o seguro pode incluir uma estadia de hotel de curto prazo ou hospedagem em outro imóvel de longo prazo enquanto o imóvel é recuperado ou até mesmo reconstruído.

Uma apólice de seguro guarda-chuva (um seguro secundário que cobre perdas não cobertas por outras apólices) é útil no caso de um desastre natural?

Hertel: Não, uma apólice guarda-chuva não oferece proteção adicional contra desastres naturais. Uma apólice guarda-chuva oferece seguro de responsabilidade civil extra para lesões ou danos materiais que você causa a outras pessoas.

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No caso de um desastre natural, o seguro de propriedade – não o seguro de responsabilidade civil – é necessário para cobrir os danos.

Mais algum conselho sobre seguros para os proprietários de imóveis em áreas com desastres naturais?

Hertel: É importante garantir que você entenda quais desastres naturais são cobertos pela apólice do seguro que contrata. Se você mora em uma área sujeita a inundações ou terremotos, talvez precise de proteção adicional. Também é importante verificar os limites da apólice, que determinam o valor máximo que seu seguro cobrirá. Seu agente de seguros pode ajudar a garantir que você tenha a cobertura e os limites adequados.

Wood: O seguro da Recoop Disaster cobre diversos perigos e paga um benefício em dinheiro (até US$ 25 mil) após um desastre natural coberto, inclusive furacões (com ressacas), incêndio florestal, tornado, terremoto, explosão de gás, tempestade de inverno ou tempestade de areia. Seu prêmio é baseado na quantidade de cobertura adquirida e no nível de risco para sua área. É uma cobertura que não é projetada para substituir a apólice contratada pelo proprietário ou locatário; mas para trabalhar em conjunto com ela, ele existe para cobrir as lacunas deixadas pela maioria das apólices de seguro após um desastre natural. Depois de um desastre, você entra em contato com a Recoop diretamente para responder a algumas perguntas, enviar fotos do imóvel para provar os danos e, em seguida, a solicitação é analisada. Se tudo estiver em ordem, o pagamento é feito entre 24 e 48 horas após a aprovação da solicitação.

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