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Comportamento

Turistas relatam dificuldade para usar dinheiro em papel-moeda

Pagamentos por aproximação ou QR Code se tornaram mais comum para viajantes que dinheiro em papel

Por E-Investidor

18/06/2022 | 5:59 Atualização: 17/06/2022 | 14:02

Foto: Envato
Foto: Envato

(Beth Harpaz, The New Tork Times) – Em uma recente viagem à Inglaterra, Andrew Dodson, 35 anos, e sua esposa, Erin, 32 anos, que vivem em Traverse City, no Michigan, tiveram um problema inesperado: por mais que tentassem, não conseguiam gastar as 700 libras que levaram com eles.

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“Viajamos por todo o país, inclusive por várias cidades pequenas nas regiões de Lake District e Cotswolds, e até mesmo o menor dos pubs aceitava pagamento por cartão”, disse Dodson, gerente de marketing de conteúdo da TentCraft, fabricante de tendas e acessórios personalizados. “Muitos [desses lugares] nem mesmo aceitavam dinheiro. Como estávamos nos aproximando do fim de nossa viagem, resolvemos comer bem em um restaurante indiano, onde esperávamos conseguir gastar parte do dinheiro que tínhamos convertido, mas, no fim, eles nos disseram que não aceitavam mais dinheiro em espécie.”

No fim das contas, o hotel onde se hospedaram em Londres deixou que eles pagassem as despesas com dinheiro vivo e, assim, eles não precisaram trazer de volta as libras para casa e convertê-las em dólares.

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Para os turistas norte-americanos, viajar para o exterior costumava envolver o ritual de conseguir moeda local do destino a ser visitado, fosse em um banco antes de viajar, ou em um caixa eletrônico, ou em uma casa de câmbio quando chegavam ao país. Mas em uma transição acelerada pela pandemia para o pagamento sem contato, cada vez mais é possível viajar para o exterior e quase não tocar em uma cédula ou moedas, independentemente de serem libras, coroas norueguesas ou euros.

“Fiquei com a mesma cédula de 10 euros na minha bolsa durante semanas”, disse Julene English, 62 anos, aposentada de Fairfax, na Califórnia, a respeito de sua primeira viagem internacional desde o início da pandemia, uma temporada de três meses com o marido por Itália, França e Grã-Bretanha.

Tanto os consumidores como a indústria de viagens estão tendo um papel na tendência das viagens sem dinheiro em espécie. Agências de viagens e prestadores de serviços “adotaram a tecnologia para facilitar transações e pagamentos online”, ao mesmo tempo em que os consumidores se tornaram “mais familiarizados e se sentiram mais confortáveis com pagamentos sem contato”, disse Charuta Fadnis, vice-presidente sênior de pesquisa e estratégia de produtos da empresa de pesquisa do setor de viagens Phocuswright. “Pagar com cartões por aproximação ou usando celulares é um comportamento que deve continuar.”

Claro, a mudança para viagens sem dinheiro vivo não começou com a pandemia. O aumento do uso de opções de pagamento digital e com carteiras em dispositivos móveis é uma tendência de longo prazo que vem acontecendo nos últimos dez anos na Ásia e nos últimos três anos nos demais lugares, disse Michael Orlando, diretor de operações da empresa de pagamentos globais Yapstone.

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“Mas não há dúvida de que a pandemia ajudou a acelerar essa tendência”, disse Matt Schulz, analista-chefe de crédito da LendingTree, empresa de empréstimos online. Não só os consumidores passaram a comprar mais coisas online e por celular quando a pandemia começou, mas houve uma aversão a lidar com dinheiro em espécie, sobretudo no início, quando sabíamos menos como o vírus era espalhado. “As pessoas se sentiam mais confortáveis usando cartões de plástico ou coisas como QR codes e aplicativos de pagamento móvel do que dinheiro vivo”, disse ele.

Se você está indo para o exterior em breve pela primeira vez desde o início da pandemia, seguem algumas dicas em relação a quando precisará de dinheiro (gorjetas, banheiros), quando não precisará (lojas, restaurantes) e como tirar o melhor proveito de seu cartão de crédito, de débito e de opções de pagamento digital.

Pague por aproximação

Hoje em dia, muitos estabelecimentos fora dos EUA aceitam apenas cartões que funcionam por aproximação. Durante sua viagem, Dodson disse que tentou várias vezes “inserir o cartão com chip ou até mesmo deslizá-lo em um leitor de cartão móvel que o garçom trazia, mas a máquina sempre dizia que ele ‘devia aproximar’ o cartão do sensor’”.

Ben Soppitt, CEO da Unifimoney, plataforma de gerenciamento de patrimônio digital, disse que a tecnologia sem contato tem sido “na prática, o padrão há quase uma década” em muitos lugares fora dos EUA. De fato, a Mastercard informa que metade de suas transações em todo o mundo agora são por aproximação.

Verifique seus cartões antes de ir para o exterior e se eles não tiverem o símbolo de pagamento por aproximação (uma série de quatro linhas curvas), ligue para a operadora de cartão de crédito e peça uma substituição antes de viajar.

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Certifique-se de que o cartão levado por você para o exterior recusa as taxas de transação estrangeira, pois você não deseja substituir a comissão da casa de câmbio por uma taxa de cartão de crédito ainda maior, que pode chegar a 3% de cada compra. Caso precise de um novo cartão para evitar taxas, Nick Ewen, diretor de conteúdo do Points Guy, site que fala de cashbacks em viagens internacionais e de questões relacionadas, disse que o Capital One VentureOne é uma boa opção.

E caso lhe perguntem se você prefere ser cobrado em moeda local ou em reais, escolha a moeda local para evitar pagar “taxas de conversão exorbitantes”, aconselha Max Jones, consultor de viagens da Virtuoso Network e proprietário da agência de serviços de concierge Change Travel.

Um outro benefício dos cartões por aproximação é que eles podem ser usados para pagar passagens de ônibus e de trem em muitos lugares (inclusive na cidade de Nova York). Chega de pagar mais por um cartão para usar no transporte público, chega de adivinhar quanto dinheiro pôr nele, chega de ler instruções confusas em um quiosque. Combine a facilidade de pagar pelo transporte usando o cartão por aproximação com as orientações de um aplicativo de mapas e você usará o transporte público como um nativo.

Tenha um plano B para pagamentos digitais

Nicole Gustas, 51 anos, de Somerville, Massachusetts, diretora de marketing da International Citizens Insurance, que vende diferentes tipos de seguros para viagens ao exterior, disse que foi “pega desprevenida mais de uma vez” na Nova Zelândia e na Austrália porque seus cartões de crédito não funcionavam por aproximação e os estabelecimentos não conseguiam cobrá-la. Para evitar a dor de cabeça, ela instalou o Google Pay em seu celular.

Aliás, não é uma má ideia preparar uma carteira digital antes de sua próxima viagem (adicionando o Google Pay ou o Apple Pay) e conectá-la à sua conta bancária ou ao seu cartão de débito e aprender como ela funciona para o caso de você precisar de uma alternativa ao cartão de crédito.

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Jenny Ly, 29 anos, blogueira que vive na Califórnia e escreve para o site de guias de viagens Wanderly, disse que ficou surpresa ao encontrar placas com “não aceitamos dinheiro” em uma viagem à África do Sul este ano. “Muitos países já estavam fazendo a transição para um mundo sem dinheiro em espécie antes da pandemia, mas a covid-19 acelerou o uso de pagamentos sem contato por meio de QR codes no caixa”, disse ela.

Assim que o QR code é digitalizado usando a câmera do seu celular, você finaliza o pagamento com uma carteira digital ou inserindo informações de cartão de crédito. Mas tenha cuidado, disse Jenny: “QR codes mal intencionados podem ser usados para desviar dinheiro, roubar informações confidenciais e instalar malware (software intencionalmente feito para causar danos a um computador)”.

Talvez você queira ter um pouco de dinheiro com você

Apesar da onipresença dos pagamentos sem contato, você talvez acabe precisando de um pouco de dinheiro vivo. “Na verdade, depende do quanto você vai sair da zona turística”, disse Jones. “Se você está em uma cidade, em Londres, por exemplo, ou se está participando de uma viagem comprada por pacote, não terá problemas ao ficar apenas com um cartão. Mas se você está mochilando ou frequentando lojinhas menores, pequenos restaurantes, não importa onde você esteja no mundo, há uma chance razoável de precisar usar dinheiro em espécie.”

Isso também varia de país para país. A Alemanha era uma economia baseada principalmente em dinheiro vivo até o início da pandemia, disse Jones, mas muitos dos estabelecimentos que antes recebiam apenas pagamentos em dinheiro, agora “têm placas que dizem ‘preferimos pagamentos sem contato’”. Por outro lado, Escandinávia, Austrália e Nova Zelândia “são super favoráveis ao uso de cartões há dez anos”. Espanha e França, assim como a Alemanha, continuam sendo uma mistura de opções, disse ele.

Ter algum dinheiro trocado em mãos pode ser útil. Para usar um banheiro na estação de trem em Bratislava, a capital da Eslováquia, Hana Pevny, 60 anos, dona da pousada Waldo Emerson em Kennebunk, no Maine, foi “obrigada a sacar euros de um caixa eletrônico” durante sua viagem sem dinheiro em espécie para aquele país, Hungria e República Tcheca.

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Talvez também seja preciso ter algum dinheiro vivo ao usar um carro. Os pedágios nas estradas nem sempre aceitam cartões de débito ou crédito estrangeiros e você pode precisar de moedas para o estacionamento. Theola Tinny, 28 anos, cofundadora da startup de tecnologia VinPit, que vive em Nova York, viajou recentemente para Kuala Lumpur, na Malásia. Os cartões de crédito foram bastante aceitos em restaurantes e lojas, mas quando ela e sua família dirigiram para fora de Kuala Lumpur, eles tiveram que “sacar dinheiro e comprar uma lata de Coca-Cola para conseguir dinheiro trocado e pagar o estacionamento”.

Há outros usos para o uso do dinheiro em espécie. “Pode haver alguns lugares onde as gorjetas sejam muito apreciadas, onde só é possível fazer isso com dinheiro, por isso é importante ter US$ 100 em cédulas de valores menores para a camareira de seu quarto de hotel ou para alguém que o ajudar com sua bagagem”, disse Pauline Frommer, diretora editorial dos guias Frommer e do site da empresa.

Cuidado com as taxas dos caixas eletrônicos

Caso você acabe precisando usar um caixa eletrônico no exterior, descubra com antecedência “se o seu banco tem alguma parceria internacional que evitará as taxas de caixa eletrônico”, disse Ewen, do Points Guy. “O Bank of America tem parcerias com bancos em todo o mundo, por exemplo.”

Jones aconselha seus clientes a abrirem uma conta gratuita na corretora Charles Schwab, depositar algumas centenas de dólares e usar o cartão de débito da Schwab para saques em caixas eletrônicos no exterior. A Schwab reembolsa as taxas pelo uso de caixa eletrônico e, dessa forma, você está protegido contra perdas maiores se seus dados forem roubados por um “chupa-cabra” (skimmer) em um caixa eletrônico.

Tradução Romina Cácia

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