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Criptomoedas

Por que eleição de Milei coloca o mercado cripto em risco na Argentina?

País vizinho ao Brasil ocupa a 15º posição do índice global de criptomoedas, segundo dados da Chainalysis

Por Daniel Rocha

29/11/2023 | 10:04 Atualização: 29/11/2023 | 10:34

As criptomoedas já fazem parte do cotidiano dos argentinos (Foto: Envato Elements)
As criptomoedas já fazem parte do cotidiano dos argentinos (Foto: Envato Elements)

O novo presidente da Argentina, Javier Milei, tem um desafio gigantesco nas mãos para os próximos quatro anos: tirar os ‘hermanos’ da profunda crise econômica que o país enfrenta. Hiperinflação, câmbio desvalorizado, escassez de dólar, juros a 133% ao ano e pobreza em 40% da população lideram a lista dos principais problemas enfrentados pelos nossos vizinhos.

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Durante o seu primeiro discurso como presidente eleito, Javier Milei reafirmou os planos de fechar o Banco Central e dolarizar a economia do país como importantes medidas a serem adotadas durante o seu mandato.

Caso a proposta avance, o interesse dos argentinos por criptomoedas pode reduzir ao longo dos anos. Isso porque a demanda pelos ativos digitais no país tem uma relação maior com a alta inflação no patamar de 142,7% no acumulado dos últimos 12 meses, segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censo (Indec).

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Segundo um estudo da Chainalysis, empresa especializada em levantamentos envolvendo ativos digitais, a Argentina ocupa a 15ª posição do índice global de criptomoedas diante da busca pela stablecoin USDT (ativo digital que mantém paridade com o dólar norte-americano). O interesse pela moeda retrata os caminhos encontrados pelos argentinos para proteger o orçamento da hiperinflação, já que o ativo digital mantém paridade com o dólar norte-americano.

A compra de criptomoedas, de acordo com a Chainalysis, disparou em abril deste ano no momento em que a inflação ultrapassou os 100% pela primeira vez em três décadas. “As condições econômicas da Argentina não dificultam apenas a poupança dos cidadãos. O problema torna a dinâmica comercial difícil, pois os preços podem mudar em questão de horas”, ressalta o relatório.

No Brasil, o cenário é diferente. O País ocupa o nono lugar no índice global de criptomoedas e o interesse dos brasileiros está mais voltado para o bitcoin (BTC) e altcoins, que são os ativos procurados para investimentos com foco no longo prazo. No entanto, com a vitória do Milei nas eleições presidenciais, há dúvidas se a adoção dos ativos digitais deve se manter elevada entre os argentinos.

Caso haja uma dolarização da economia, como propõe o presidente eleito, o fluxo de capital para o mercado de criptos pode cair. “Pode ser que exclua a necessidade do argentino se expor ao USDT com a dolarização da economia”, afirma Felipe Medeiros, analista de criptomoedas e sócio da Quantzed Criptos.

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No entanto, há possibilidade de adoção das moedas digitais permanecer em níveis elevados, mesmo com a dolarização da economia. Isso deve acontecer se o novo governo demonstrar uma regulação favorável para o uso das criptomoedas como investimento ou como moeda de pagamento.

Vinicius Bazan, analista de criptoativos da Empiricus Research, avalia que essa seja a tendência que o mundo deve ver na Argentina para os próximos anos diante de uma postura favorável de Milei ao uso de criptomoedas. “É difícil cravar o que vai acontecer porque é natural que o presidente volte atrás em suas promessas de campanha. Mas eu definitivamente vejo mais adoção de criptomoedas (principalmente bitcoin) à frente pelos argentinos”, diz Vinicius Bazan, analista de criptoativos da Empiricus Research

E como ficam os outros mercados?

A proposta de dolarização da economia e os planos de fechar o Banco Central (BC) de Milei ainda têm consequências incertas para os mercados. Segundo os analistas, os efeitos vão depender da forma como o novo presidente argentino irá conduzir essas medidas econômicas. ”A reação dos mercados vai depender do conjunto de medidas que o novo presidente pretende adotar e do desenho final do projeto econômico que ele irá trazer para a Argentina”, explica Marcelo Cabral, CEO da Stratton Capital. “A princípio, o maior desafio do Milei é reduzir o déficit público”, ressalta.

Na prática, o Banco Central é a instituição financeira responsável pela emissão da moeda de um país, por fiscalizar o funcionamento dos bancos e adotar políticas monetárias para o controle da inflação, da oferta de crédito e da variação cambial. Vale lembrar que, atualmente, a Argentina convive com uma hiperinflação de 142,7% no acumulado dos últimos 12 meses, segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censo (Indec).

Apenas em um mês, de setembro para outubro, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do país avançou 8,3%, quase o dobro da inflação brasileira para o ano todo. Para conter a alta dos preços, o Banco Central argentino decidiu elevar em outubro a taxa básica de juros a 133% ao ano. Se houver uma extinção do BC, as políticas de controle inflacionários não poderão ser adotadas pelo governo.

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“A partir do momento que o país excluir o Banco Central e tentar dolarizar a economia, imediatamente, o governo vai entregar o poder de política monetária, creditícia e cambial para dólar. O governo não vai ter mais poder sobre a economia”, diz João Victor Simões, sócio e especialista de Operações Internacionais da Blue3 Investimentos. Ou seja, o controle sobre essas políticas monetárias vai depender das decisões do Federal Reserve (FED), o Banco Central dos Estados Unidos.

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