Isso porque o BTC em real sobe mais de 175,62% no acumulado de 2024. Ou seja, uma aplicação de R$ R500 realizada no dia primeiro janeiro teria se tornado hoje em um patrimônio de US$ 1.378,28, segundo os dados do Biscoint Monitor, plataforma de comparador de preços das exchanges que atuam no mercado brasileiro. Já uma aplicação de R$ 1.000 no dia primeiro de janeiro teria alcançado hoje um patrimônio de R$ 2.756,56, enquanto um aporte de R$ 1.500 resultaria em um retorno de R$ 4.134,84.
| Aplicação |
Retorno |
Patrimônio |
| R$ 500 |
175,62% |
R$ 1.378,28 |
| R$ 1.000 |
175,62% |
R$ 2.756,56 |
| R$ 1.500 |
175,62% |
R$ 4.138,84 |
| Fonte: Biscoint Monitor |
A rentabilidade expressivo reflete as mudanças relevantes para o mercado de criptomoedas que aconteceram nos últimos meses. Em janeiro, os ETFs de bitcoin à vista foram aprovados pela Securities and Exchange Commission (SEC) – órgão dos Estados Unidos equivalente à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) brasileira.
Em setembro, os membros do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) decidiram reduzir a taxa de juros em 50 pontos-base. O ajuste estimula o apetite a risco dos investidores que migram o seu capital para ativos de maior risco, como as criptomoedas, em busca de maiores rentabilidades.
Já em novembro, a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais nos Estados Unidos (EUA) renovou as expectativas dos investidores em torno do BTC. Ao longo da campanha, o republicano prometeu flexibilizar as regulação do setor de criptomoedas no mercado norte-americano. Com o resultado das urnas, o bitcoin renovou sucessivas vezes a sua máxima histórica refletindo a euforia dos investidores com o retorno de Trump à Casa Branca.
Além disso, a apreciação do dólar em torno de 24,89% também constribuiu para alta rentabilidade do bitcoin em real.