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Criptomoedas

Antiga exchange movimenta US$ 2,71 bilhões de bitcoin e gera preocupação entre investidores

O Bitcoin perdeu o patamar dos US$ 60 mil após afundar 7,4% em apenas uma semana

Por Daniel Rocha

05/07/2024 | 17:55 Atualização: 10/07/2024 | 9:51

O bitcoin é a maior criptomoeda em valor de mercado (Foto: Envato Elements)
O bitcoin é a maior criptomoeda em valor de mercado (Foto: Envato Elements)

O bitcoin voltou a operar na faixa de preço dos US$ 50 mil após sofrer uma depreciação de 7,4% no acumulado dos últimos sete dias. A queda reflete o pessimismo dos investidores com o cenário macroeconômico diante das incertezas quanto ao início dos juros nos Estados Unidos. Mas há outro fator que também gera preocupação entre os investidores e que pode influenciar o preço do BTC nos próximos dias: as novas movimentações nas carteiras de bitcoin da Mt. Gox, extinta bolsa de valores de criptomoedas.

Leia mais:
  • No vermelho: por que o mercado está pessimista com o bitcoin (BTC)?
  • Entenda como uma carteira de cripto pode afundar ainda mais a cotação do BTC
  • Dois meses de halving do BTC: alta pode vir em julho?
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No fim de junho, a antiga exchange informou ao mercado que os seus investidores iriam ser reembolsados nesta primeira semana de julho após a plataforma ter sido alvo de hackers. Na época, o ataque conseguiu roubar mais de 844 mil bitcoins dos clientes e da própria plataforma que causou a falência da companhia. Após 10 anos do seu fechamento, os analistas acreditam que a empresa está devolvendo 141 mil BTCs aos mais de 127 mil clientes.

“Muitos desses BTCs foram comprados em 2014, quando o BTC valia cerca de US$ 500. Ou seja, já é possível realizar um lucro bastante expressivo nessa recuperação”, diz Beto Fernandes, analista da Foxbit. A preocupação aumentou com a movimentação de 47,2 mil bitcoins, volume equivalente a US$ 2,71 bilhões, pela Mt. Gox para uma nova carteira de criptomoedas nesta sexta-feira (5). A transferência sugere que mais ativos podem ser devolvidos aos clientes prejudicados pelo ataque de hackers.

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Com a baixa liquidez do mercado devido ao cenário de alta de juros, há um receio do mercado não absorver a realização de lucro desses investimentos caso haja um movimento de venda. “O mercado está em queda porque muitos temem que os credores vendam imediatamente esses ativos, aumentando a pressão de venda. Então, vemos que esses movimentos de pressão podem aumentar ainda mais, possivelmente caindo abaixo dos US$ 50 mil”, afirma Julio Andreoni, especialista em criptoativos do Bitybank.

O que aconteceu com a MT. Gox?

Com sede no Japão, a Mt. Gox era uma das principais exchanges de bitcoin. Foi alvo de vários ataques de hackers entre os anos de 2011 e 2014. A ação de maior prejuízo ocorreu em 2014 quando mais de 844 mil bitcoins foram roubados, sendo 744 mil bitcoins de clientes e 100 mil da plataforma. Na época, o roubo representava cerca de 6% de todos os bitcoin de circulação. A situação obrigou a plataforma interromper todos os saques ao alegar problemas técnicos e, logo em seguida, suspendeu as negociações. Em fevereiro de 2024, entrou em falência.

“O colapso da Mt. Gox teve um grande impacto no mercado de bitcoin, com o preço caindo 36% entre fevereiro e março de 2014”, diz Israel Buzaym, diretor de comunicação e especialista cripto do Bitybank. Desde o ocorrido, o mercado ficou atento às movimentações da Mt. Gox para saber se haveria a devolução de parte dos bitcoins roubados. No dia 28 de maio, a corretora transferiu 141 mil bitcoins no valor de US$ 9,62 bilhões para uma nova carteira, o que representou o primeiro movimento do processo de ressarcimento dos clientes.

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