O volume ficou acima das expectativas dos analistas de Wall Street, segundo informações do site Cointelegraph. As estimativas, a princípio, apontavam uma receita de US$ 589 milhões para o período. As razões para o bom desempenho em um ano desafiador, marcado pelos casos de insolvência de empresas do setor de criptomoedas, como o da FTX, se devem ao crescimento de 34% das receitas de assinaturas e serviços.
A companhia acrescentou ainda que possui um processo rigoroso na avaliação de seus ativos. “Nós evitamos oferecer produtos de alta alavancagem aos consumidores, o que nos ajuda a evitar o risco de crédito”, disse a Coinbase em carta aos acionistas.
Além disso, em virtude de um cenário ainda desafiador, a empresa tem feito uma reestruturação nas suas despesas para melhorar o desempenho financeiro ainda neste trimestre. “Prevemos que a nossa recente redução de pessoal e os esforços contínuos de gerenciamento de custos resultarão em uma redução de mais de 30% em tecnologia e desenvolvimento, vendas e marketing e despesas gerais e administrativas no primeiro trimestre de 2023 em comparação com o quarto trimestre de 2022”, informou.