A justificativa para o aumento de posições do Brasil, segundo a instituição, está atrelada ao o alto volume de valores recebidos por serviços centralizados (negociações de criptoativos) — em detrimento do baixo volume de transações peer-to-peer (P2P), rede de compartilhamento de arquivos. A Chainalysis afirma ainda que o comércio P2P representa uma fração significativa de todas as criptomoedas utilizadas nos mercados emergentes.
A pesquisa também mostra que a adoção global das moedas digitais teve sua maior alta de todos os tempos no segundo trimestre de 2021, e, desde então, tem sofrido muitas altas e baixas. Os últimos dois trimestres sofreram quedas enquanto o mercado de cripto adentra o bear market, período marcado pela queda frequente nos preços.
Em relação às demais posições, o Vietnã permanece em primeiro lugar, seguido pelas Filipinas e pela Ucrânia. Apenas duas das vinte nações analisadas, os Estados Unidos e o Reino Unido, são classificadas como nações de alta renda. Os outros dezoito países são classificados como economias de renda média baixa e média alta.
Veja a lista completa dos vinte países que mais adotam criptomoedas:
- Vietnã
- Filipinas
- Ucrânia
- Índia
- Estados Unidos
- Paquistão
- Brasil
- Tailândia
- Rússia
- China
- Nigéria
- Turquia
- Argentina
- Marrocos
- Colômbia
- Nepal
- Reino Unido
- Equador
- Quênia
- Indonésia