Na última terça-feira (4), o bitcoin começou o dia em campo positivo, próximo à estabilidade, por conta do reenvio de um pedido da BlackRock à SEC (órgão equivalente nos Estados Unidos à Comissão de Valores Mobiliários brasileira). A empresa solicitou novamente uma autorização para a emissão de ETF de bitcoin à vista. Nesta matéria, o E-Investidor mostra como a movimentação impactou a criptomoeda.
Já na quarta (5), em entrevista concedida à Fox News, o CEO, Larry Fink, chamou o bitcoin de “ativo global” e disse que a cripto poderia ser um ativo digital semelhante ao ouro. Mostrando mais uma vez, a visão positiva que a empresa agora tem sobre o criptoativo.
Em resposta a este comportamento, uma publicação no Twitter feita na última quinta (6), Stolfi acusou a BlackRock de fazer o “maior esquema Ponzi”, um tipo de pirâmide financeira, da história.
“Então, Larry Fink da BlackRock agora está dizendo para as pessoas investirem em um [esquema] Ponzi. (Através deles, por uma taxa — é claro). É de se perguntar, como sabemos que a própria BlackRock não é um [esquema] Ponzi gigante?”, criticou Stolfi, em inglês.
O E-Investidor procurou a assessoria da BlackRock, que não quis se posicionar sobre às críticas do professor da Unicamp.
Fink não é o primeiro executivo a mudar de ideia sobre o Bitcoin e as criptomoedas com o tempo, seja de forma positiva ou negativa. Michael Saylor, CEO da MicroStrategy, também já foi crítico do ativo digital, mas recentemente anunciou uma aquisição de 152.333 BTC pela sua empresa no dia 27 de junho.