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Criptomoedas

Mesmo com The Merge, ethereum deve ter ano difícil. Entenda as razões

Nos últimos sete dias, a criptomoeda sofreu uma queda de quase 21%

Por Daniel Rocha

23/09/2022 | 10:30 Atualização: 23/09/2022 | 10:38

O grande vilão para a atual trajetória da criptomoeda é o pessimismo do cenário macroeconômico.(Foto: Envato Elements)
O grande vilão para a atual trajetória da criptomoeda é o pessimismo do cenário macroeconômico.(Foto: Envato Elements)

Há uma semana, a rede ethereum concluiu o processo de atualização que era tão esperado pelos investidores. No entanto, mesmo com a aplicação ocorrendo dentro do previsto, o “The Merge” não refletiu no preço da segunda maior criptomoeda em valor de mercado. Pelo contrário, no lugar de subir, o ativo digital sofreu perdas de quase 21% (20,7%), segundo dados do Coinmarket. E a tendência até o fim deste ano é que se mantenha em declínio.

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O grande vilão para a atual trajetória da criptomoeda é o pessimismo do cenário macroeconômico. Segundo João Galhardo, analista de criptomoedas e sócio da Quantzed Criptos, o evento coincidiu com a divulgação dos dados da inflação dos Estados Unidos que trouxe ainda mais aversão a risco entre os investidores.

De acordo com os dados do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,1% em agosto ante julho. Na comparação anual, o CPI subiu 8,3% em agosto, porcentual menor em relação ao mês de julho (8,5%), mas acima das expectativas que projetavam uma alta de 8,0% para o período.

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“Com a inflação fora de controle, a Federal Reserve (Fed) dos EUA precisa tomar providências mais severas no que tange o controle da mesma, o que por consequência drena a liquidez de ativos, como ethereum”, explica Galhardo. E a mais recente medida de combate à alta dos preços aconteceu nesta quarta-feira (21), quando a autoridade monetária norte-americana decidiu elevar em 0,75 pontos base a taxa de juros da maior potência econômica do mundo. Veja os detalhes nesta reportagem.

No entanto, esse não é o único fator para o desempenho negativo do ETH. Vinicius Bazan, analista de criptomoedas da Empiricus, explica que, antes da consolidação dessa atualização, o mercado já vinha precificando a finalização do processo sem nenhum fator “surpresa”. Ou seja, os benefícios da atualização já estavam no preço do ativo.

“A gente entende que essa redução da emissão de ETH que acontece a partir do Merge causa um impacto na dinâmica do token ao longo do tempo. Será muito benéfico quando você pensa em um ciclo de mais de um ano. Isso não vai ser sentido pontualmente e sim à medida que a rede vai se ajustando”, reforça Bazan.

Para os próximos meses, a tendência é que o ETH siga em declínio diante do pessimismo no cenário macroeconômico já que o Fed sinalizou que novas altas na taxa de juros podem acontecer para combater a alta dos preços. “Os períodos de bear market (queda na bolsa) não têm recuperação em V, mas passam por um fundo de seis a 12 meses”, ressalta.

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No entanto, o atual momento pode ser ideal para se posicionar no ativo desde que o investidor tenha perspectiva de ganhos no longo prazo. “Eu acho que o bitcoin e ethereum estão bastante descontados em relação ao que seria um preço justo. Quem tiver condições de manter posição nos próximos seis meses, entrará em uma janela histórica de compra”, orienta o analista da Empiricus.

Entenda o “The Merge”

A finalização do “The Merge” no último dia 15 altera o mecanismo de consenso da rede do ethereum do proof-of-work (prova de trabalho) para o proof-of-stake (prova de participação). Na prática, a mudança altera a dinâmica da emissão de ETH, moeda nativa da rede do ethereum, no mercado de criptomoedas e a forma de validar os blocos (que formam a rede de blockchain e onde são registradas as informações da rede, como as transações de criptomoedas).

No proof-of-work, há um ambiente competitivo em que o primeiro minerador a validar (avalia se a informação é verdadeira ou não) um bloco é reconhecido e remunerado por esse trabalho. A recompensa para os mineradores é de dois ETHs mais as taxas de transação.

Por esse motivo, com a alteração, estima-se que o consumo de energia seja reduzido em mais de 99%. Atualmente, por meio do método de proof-of-work, uma transação da segunda maior rede de criptomoedas do mundo consome 259,7 KWH, de acordo com o site Digiconomist. O gasto é semelhante ao de uma família média dos Estados Unidos durante uma semana.

Mas com a utilização do proof-of-stake, a dinâmica será diferente. No lugar de haver um ambiente competitivo, um minerador será escolhido para validar o bloco e, ao contrário do método antigo, a remuneração é feita apenas com o pagamento dos custos da validação sem a necessidade de emitir mais dois ETHs.

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Além disso, a atualização cria uma infraestrutura mais “robusta” para o desenvolvimento de novas tecnologias, como contratos inteligentes e NFTs (tokens não fungíveis), nos próximos anos. A medida é de extrema importância para o ethereum devido à sua participação para o desenvolvimento das finanças descentralizadas (Defi).

De acordo com os dados do Defi Lama, um agregador de dados de criptomoedas e de Defi, a rede do ethereum é responsável por mais de 60% dos contratos inteligentes disponíveis no mercado e um dos grandes responsáveis por criar um ambiente capaz de criar os NFTs.

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