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Direto da Faria Lima

Bemobi (BMOB3) combina dividendos elevados e expansão; CEO vê com otimismo nova avenida de crescimento para 2026

Avanço ganha tração com pagamentos e software como serviço; aquisição da Paytime marca entrada promissora no B2B2B e ações disparam

Por Anderson Figo

23/03/2026 | 11:54 Atualização: 23/03/2026 | 11:59

Pedro Ripper, CEO da Bemobi (Divulgação)
Pedro Ripper, CEO da Bemobi (Divulgação)

A Bemobi (BMOB3) encerrou 2025 com um desempenho robusto, impulsionado principalmente pela consolidação de sua estratégia em pagamentos digitais e software como serviço (SaaS). No quarto trimestre (4T25), a companhia registrou lucro líquido ajustado de cerca de R$ 62 milhões, avanço anual de 8,6%, enquanto a receita líquida cresceu 20,5%, para R$ 199 milhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou aproximadamente R$ 66 milhões, alta de 19,8%.

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O bom desempenho no período final do ano consolidou um exercício de forte expansão. No acumulado de 2025, o lucro líquido ajustado avançou 41%, com crescimento de cerca de 20% na receita e de 22,2% no Ebitda ajustado, refletindo uma combinação de escala operacional e avanço em linhas estratégicas.

Em entrevista exclusiva ao E-Investidor, o CEO Pedro Ripper afirmou que o principal motor desse crescimento foi a aposta em soluções integradas de pagamentos e SaaS voltadas a setores específicos, a chamada estratégia de “pagamentos verticais”. A empresa tem focado em serviços recorrentes essenciais, como telecomunicações, energia e educação, oferecendo plataformas que combinam gestão e cobrança em uma única solução.

“Essa tese de pagamentos especializados, verticais para segmentos, foi talvez o motor principal de crescimento da empresa não só neste trimestre, mas nos últimos anos”, afirma o executivo. “A gente combinou software com pagamentos numa solução integrada, e essas duas linhas já representam quase dois terços do negócio.”

Esses segmentos cresceram a um ritmo significativamente superior ao restante do portfólio. Em pagamentos, o avanço foi particularmente expressivo, com expansão próxima de 50% no trimestre, impulsionada por melhorias na experiência do usuário e pela incorporação de novos meios, como carteiras digitais e soluções baseadas em Open Finance, incluindo o Pix com autenticação biométrica.

Diferentemente de ciclos anteriores, o crescimento de 2025 foi integralmente orgânico, sem impacto relevante de aquisições — um indicativo de maturidade da estratégia adotada nos últimos anos, de acordo com o executivo.

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Por outro lado, negócios mais maduros tiveram desempenho mais moderado. A divisão de microfinanças cresceu em ritmo inferior, refletindo sua maior consolidação e foco em mercados como México e Colômbia. Já a área de assinaturas digitais apresentou leve retração no 4T25 em reais, pressionada pela valorização cambial, embora tenha se mantido estável em moeda constante.

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A rentabilidade também trouxe sinais mistos. Apesar da expansão do Ebitda, a margem apresentou leve compressão no ano, influenciada por investimentos em equipe para sustentar o crescimento futuro e por aumento pontual de provisões para inadimplência. Ainda assim, a empresa destacou forte geração de caixa, convertendo cerca de 80% do Ebitda, o que reforça sua capacidade de financiar expansão e remunerar acionistas.

Nesse sentido, a Bemobi adotou uma política agressiva de distribuição de resultados, com payout (porcentagem do lucro destinado a proventos) superior a 100% em 2025 e previsão de manter 100% do lucro distribuído em 2026. A limitação para dividendos adicionais, segundo a companhia, está mais ligada à disponibilidade contábil de lucros do que à geração de caixa.

Nova avenida de crescimento

Para 2026, as perspectivas combinam continuidade do crescimento orgânico com a abertura de novas frentes. A aquisição da Paytime, concluída no fim de 2025, marca a entrada em um novo vertical de negócios baseado no modelo B2B2B, no qual a empresa busca integrar soluções de pagamento a grandes ecossistemas, como redes de franquias, distribuidores e marketplaces.

“A tese é criar uma oferta nova para abordar esses grandes ecossistemas, integrando pagamentos em toda a cadeia”, diz Ripper. “Existe muito valor a ser destravado ao reduzir ineficiências e melhorar a forma como o dinheiro flui entre os participantes.”

A expectativa é que essa nova frente leve alguns trimestres para ganhar escala, mas represente uma avenida relevante de expansão no médio prazo. Paralelamente, a companhia segue avançando em novos segmentos no Brasil, como saneamento, onde já observa ganhos operacionais e redução de inadimplência em clientes.

Do ponto de vista geográfico, a estratégia recente indica maior concentração no Brasil — hoje responsável por cerca de 95% do negócio principal — e expansão seletiva em mercados considerados mais estáveis, como México e Chile. O movimento reduz a exposição a riscos geopolíticos e contribui para maior previsibilidade dos resultados.

Ações disparam após balanço

O mercado parece ter gostado dos números apresentados pela Bemobi na sexta-feira (20) e suas ações fecharam em alta de 4%. Em relatório, os analistas do BTG Pactual destacaram que a empresa oferece “crescimento, rentabilidade e retorno ao acionista”, o que é “uma combinação rara no setor de tecnologia”.

“A Bemobi combina crescimento de dois dígitos, rentabilidade e retorno ao acionista — uma combinação rara no cenário tecnológico brasileiro. Em termos relativos, também parece barata sob todos os ângulos (negociando a apenas 11x os lucros estimados para 2026). Os resultados reforçam nossa visão otimista sobre a empresa”, escreveram.

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Veja na íntegra a entrevista com Pedro Ripper, CEO da Bemobi, no player acima, ou clique aqui.

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