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Direto da Faria Lima

As divergências de dois ex-diretores do BC sobre os rumos da Selic em 2026

Bruno Serra, do Itaú, e Rodrigo Azevedo, da Ibiuna, veem os juros começando a cair em março; no entanto, discordam sobre duração do ciclo e impacto das eleições nas decisões do BC

Por Luíza Lanza

27/01/2026 | 18:16 Atualização: 27/01/2026 | 18:16

Fachada do Banco Central, em Brasília: Copom define a taxa Selic a cada 45 dias e orienta a política monetária do país. (Foto: Adobe Stock)
Fachada do Banco Central, em Brasília: Copom define a taxa Selic a cada 45 dias e orienta a política monetária do país. (Foto: Adobe Stock)

O Comitê de Política Monetária (Copom) tem nesta quarta-feira (28) sua primeira decisão de juros de 2026, com potencial de ser a última a optar pela manutenção da taxa Selic antes que o ciclo de flexibilização monetária se inicie. O mercado se divide sobretudo entre aqueles que esperam que os cortes comecem em março, o próximo encontro, ou os que só veem a queda em abril.

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Os ex-diretores do Banco Central, Bruno Serra, gestor do Itaú Janeiro, família de fundos multimercados da Itaú Asset, e Rodrigo Azevedo, sócio fundador da Ibiuna Investimentos, estão no primeiro grupo. Mas divergem sobre o ritmo das quedas e a duração do ciclo de cortes na Selic. Os executivos estiveram nesta terça-feira (27) na Latin America Investment Conference (LAIC), evento promovido pelo UBS e UBS BB em São Paulo.

Para Serra, desde a última vez que o Copom se reuniu em dezembro, as condições macroeconômicas mudaram. O cenário externo continua muito mais benigno do que inicialmente se esperava; a inflação encerrou 2025 abaixo do que o mercado projetava, permitindo certa ancoragem das expectativas para este e os próximos anos; o câmbio segue se apreciando. A Selic de 15% passou a não fazer muito sentido.

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“Tem mais de 20 anos que não víamos uma taxa nesse nível e a explicação foi a expansão fiscal enorme do início do governo Lula. Os 15% foram uma forma do BC se provar, mas agora começa a não fazer muito sentido. Partindo desse patamar, passos menores que 50 pontos parecem pequenos”, destacou.

A expectativa do gestor é de que os cortes comecem em março, já com uma redução de 0,5 ponto percentual. Em algum momento do ciclo, o BC poderia até acelerar o passo para ajustes de 0,75 p.p. até terminar 2026 em 11% ao ano. “Se estivermos certos, nesse panorama benigno, a eleição influencia menos do que se imagina. O que pode dar errado é o cenário externo mudar demais”, afirmou.

Já Azevedo prefere traçar um cenário em linha com a comunicação muitas vezes adotada pelo BC: wait and see. O gestor destaca que há espaço para que a autarquia “devolva” os 300 pontos de alta na taxa que contratou ao final de 2024, logo na transição entre Roberto Campos Neto e Gabriel Galípolo quando o novo presidente do banco precisou mostrar credibilidade no enfrentamento da inflação. A Selic subiu para 15% ao ano, as condições melhoraram desde então e agora poderia voltar a 12%. Mas, para ir além desse patamar, apenas quando houver maior clareza sobre o cenário eleitoral.

“O BC tem tranquilidade suficiente para chegar a 12%. Ainda temos cinco reuniões antes da eleição, dá para consumir parte razoável dos cortes e aí ver o que cada candidato estará dizendo sobre o ajuste fiscal”, disse.

O desafio de prever além de outubro

Boa parte das projeções do mercado para a taxa Selic ao final de 2026 vem com um “disclaimer” relacionado às eleições. O próprio UBS no relatório “Year Ahead” destaca que a estimativa de 12,0% de juros em dezembro depende do resultado eleitoral, podendo ser mais ou menos a depender do cenário que se desenhar em outubro. Não tem tanto a ver com um candidato específico – ainda que a Faria Lima não esconda a predileção pela vitória da direita –, mas sim com a pauta econômica. Ou melhor, com as chances de que o governo faça um ajuste fiscal em 2027.

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Para Alexandre Azara, Brazil Chief Economist at UBS and UBS BB, o BC tem contratado 200 pontos-base de queda de juros este ano. Mas, com o exterior ajudando, se um ajuste fiscal de ao menos 1,5% do resultado primário for anunciado a partir de outubro, não importa qual seja o vitorioso das eleições, daria para pensar em uma Selic de 8% ao final do ciclo. “Se não fizer, entramos no risco de dominância fiscal”, disse.

Os ex-diretores do BC concordaram com a necessidade de um ajuste nas contas públicas, um ponto consensual entre economistas do País. Mas não em relação ao tamanho, forma e no impacto que isso poderia ter na Selic terminal.

Bruno Serra, do Itaú, tem uma visão mais otimista. Se o ajuste vier pelo lado da receita, ou seja, com o governo aumentando a arrecadação, é “mais do mesmo”. Com a inflação arrefecendo e o crescimento do PIB perto de 1,5%, a Selic se equilibraria nos 10% ao ano. Já se o ajuste for pelo lado do gasto, tão cobrado pelo mercado, um juro nominal de 8% seria o “teto”.

Já Rodrigo Azevedo, da Ibiuna, acredita que o País perdeu a chance de fazer um acerto gradual de contas. Nesse sentido, mesmo um ajuste de 1,5% não seria suficiente para acalmar as expectativas de mercado.

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“Só isso não levaria o juro para 8% de jeito nenhum. No meu cenário, teria inclusive chances da Selic ter que subir de novo. Estamos adormecidos, porque o exterior está positivo, mas, no dia seguinte à eleição, se houver 100% de chance de não ter ajuste, haja cenário externo para segurar”, destacou.

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