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Direto da Faria Lima

Fundo Verde, de Stuhlberger, eleva exposição à Bolsa brasileira com guerra no Irã

Gestora vê preferência política por um conflito que dure pouco, mas afirma ser cedo para projetar consequências de médio prazo

Por Beatriz Rocha

09/03/2026 | 20:01 Atualização: 09/03/2026 | 20:01

Luis Stuhlberger, CEO da Verde Asset. (Foto: Hélvio Romero/Estadão)
Luis Stuhlberger, CEO da Verde Asset. (Foto: Hélvio Romero/Estadão)

A Verde Asset, do gestor Luis Stuhlberger, voltou a aumentar a sua exposição à Bolsa de Valores brasileira após as turbulências relacionadas à guerra no Irã. No fim de fevereiro, o fundo havia reduzido a posição, mas decidiu recalcular a rota. As informações estão presentes na carta mensal da gestora, divulgada nesta segunda-feira (9).

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A casa avalia que a disparada recente do petróleo impacta a inflação, as taxas de juros globais e as perspectivas de continuidade do ciclo de crescimento global que o mercado precificava. Além disso, a incerteza sobre a duração do conflito faz com que os prêmios de risco subam, com preços de ativos sofrendo.

Nesta segunda-feira, o petróleo, que chegou a avançar acima de US$ 100 por barril, reduziu o ímpeto de alta ao longo do pregão. Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para abril fechou em valorização de 4,3% a US$ 94,77 barril. Já o Brent para maio subiu 6,8% a US$ 98,96 o barril, na Intercontinental Exchange de Londres (ICE).

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Na visão da Verde, prognósticos sobre a evolução do conflito tendem a ter pouca valia, pois o estilo de decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é “muito mais errático e incerto do que a capacidade analítica de qualquer um”.

“O que podemos dizer, por ora, é que existe preferência política por um conflito que dure pouco, afinal os Estados Unidos vão às urnas em novembro deste ano e o partido do presidente tem perdido popularidade, mesmo antes de a população sofrer um choque no bolso”, diz a gestora.

A casa vê uma tendência de que o conflito seja reduzido – talvez não encerrado – nas próximas semanas, com provável alívio para os prêmios de risco. “Mas é cedo ainda para explorar consequências de médio prazo”, pondera.

Quando se trata do mercado brasileiro, a Verde vê uma correção majoritariamente técnica, com redução de fluxos, já que existia “pouca gordura” nos preços de ações, do câmbio e das taxas de juros. Na avaliação da gestora, os ventos externos ditam a direção por aqui, enquanto o ciclo eleitoral local deve começar a produtor efeitos, de fato, em breve.

O que está na carteira do fundo Verde

O fundo manteve a posição em ações globais. Na renda fixa local, continuou comprado em juro real. Nos Estados Unidos, seguiu com a alocação aplicada em juro real e comprada na inflação implícita. Em moedas, manteve posição no renminbi chinês, incluiu o iene na cesta contra o dólar, reduziu a exposição ao euro e preservou opções de compra no real, além da posição em ouro. A alocação em crédito também foi mantida.

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Em fevereiro, os ganhos vieram de ações no Brasil, ouro, juro real local e livro de moedas. As perdas vieram de crédito e Bolsa global. O fundo Verde subiu 1,44% no mês, superando o desempenho do CDI, de 1% no período. No ano, acumula valorização de 4,51%, contra alta de 2,17% do CDI.

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