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Direto da Faria Lima

Itaú liga modo risk on e vai entrar em 2026 comprando mais mundo (e mais Brasil)

Carteiras de investimento estão sendo ajustadas para incluir ações e renda fixa de mercados fora dos EUA; Bolsa brasileira ganha espaço, assim como NTNBs e renda fixa europeia

Por Luíza Lanza

16/12/2025 | 16:12 Atualização: 16/12/2025 | 16:12

Tendência global de enfraquecimento do dólar está beneficiando o Brasil; e assim deve continuar em 2026, espera o Itaú. (Arte: Victoria Fuoco/Imagens: Adobe Stock)
Tendência global de enfraquecimento do dólar está beneficiando o Brasil; e assim deve continuar em 2026, espera o Itaú. (Arte: Victoria Fuoco/Imagens: Adobe Stock)

O Itaú Unibanco vai começar 2026 no modo risk on. As carteiras de investimento estão sendo ajustadas para aumentar o risco dos portfólios com ações e renda fixa de mercados fora dos Estados Unidos. O que passa também por calibrar as posições de Brasil.

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Em novembro, o banco aumentou para +1 (uma posição acima do neutro) a alocação em Bolsa brasileira, que vinha neutra desde agosto. Foi um processo gradual, de recompra das posições que vinham há algum tempo em -2, o menor nível de risco local desde 2016. Foi um ano mais tático, para pavimentar o caminho para um 2026 mais estratégico, explica Nicholas McCarthy, diretor global de estratégia de investimentos do Itaú Unibanco.

O otimismo tem a ver com o ciclo de queda de juros, que já começou nos Estados Unidos e incentivou investidores internacionais a diversificarem os portfólios este ano. Quando o mesmo movimento começar no Brasil – para o Itaú, deve ser em março – e ir reduzindo a taxa Selic gradualmente até a projeção de 12,75% ao ano do banco, o bom momento dos investimentos visto esse ano deve continuar em voga.

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As novas carteiras recomendadas devem ser disponibilizadas em poucas semanas seguindo esse racional: menos EUA, mais mundo. No Brasil, isso significa uma preferência por ações e por NTN-Bs, o Tesouro IPCA+. Lá fora, títulos privados de renda fixa na Europa devem ganhar mais espaço em detrimento dos tradicionais Treasuries americanos. O banco também gosta de emergentes, com preferência especial para os mercados asiáticos e os nomes de crescimento e tecnologia.

“Tanto na alocação internacional quanto na local estamos risk on. O CDI é fantástico, mas não dá para não ter nada de Bolsa em um cenário em que os juros vão cair. Se isso se confirmar, provavelmente vai ser o melhor ativo”, diz McCarthy.

As atenções estão focadas muito mais na Selic e no exterior do que em outras pautas. O banco não está montando nenhuma posição por causa ou apesar das eleições. Tampouco quer dar um target para o Ibovespa ao final de 2026; e correr o risco de errar.

“Não posso dizer se o Ibovespa vai bater 200 mil pontos, mas vai bater o CDI. As eleições criam muito ruído, mas não mudam uma tendência. Se o mundo for muito positivo, aqui também vai ser”, destaca McCarthy.

A queda do dólar segue como o motor

O grande argumento por trás da visão mais otimista segue sendo o exterior. Já há algum tempo, o time de alocação do banco destaca que a tendência global de enfraquecimento do dólar tende a levar investidores globais a diversificar o portfólio, que vinha concentrado no mercado americano, a outras geografias. Emergentes se beneficiam muito disso, incluindo o Brasil.

O câmbio teve uma queda perto de 12% em 2025, saindo de R$ 6,18 no início de janeiro para os atuais R$ 5,44. O banco não espera que as próximas “pernadas” de desvalorização da moeda americana sejam tão expressivas, mas sim que esse seja o início de um ciclo perene de dólar mais fraco, depois de anos e anos de valorização que fizeram a divisa bater máximas históricas em 2024.

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“É a principal diferença de 2024 para cá”, destaca Gina Baccelli, estrategista sênior de investimentos do Itaú Unibanco. Ela explica que, dado o patamar elevado da moeda americana, já havia espaço para que o valor caísse; só era difícil dizer quando isso aconteceria. “E aí veio Trump com tarifas, políticas de imigração e todo o questionamento acerca da economia americana. O resto do mundo passou a se questionar sobre a concentração das carteiras nos EUA.”

O grande risco para 2026 seria a reversão desse cenário, que viria de uma virada no ciclo de política monetária dos EUA. Se o Federal Reserve (Fed) não tiver espaço para cortar mais a taxa de juros por lá, como o mercado espera, ou se a inflação der um novo repique em meio a muitas incertezas que estão no radar – o estímulo fiscal da Big Beautiful Bill, um eventual aumento do repasse das tarifas pelas empresas, ou até mesmo a sucessão conturbada do presidente do banco central, Jerome Powell.

Mas esse não é o cenário base do Itaú. Para Baccelli, 2025 vai terminar muito melhor do que o esperado, a economia americana não dá sinais de recessão e as empresas segue entregando bons lucros. “A economia acaba mais forte no ano, por isso o dólar parou de se desvalorizar tanto no 2º semestre. Quando vemos o gráfico, o dólar ainda está em um nível extremamente valorizado. O big picture ainda é uma tendência de queda, de longo prazo.”

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