• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Direto da Faria Lima

“É difícil ver um investidor em busca de alocações em renda variável”, diz sócio da MAG Investimentos

Gestora com R$ 17 bilhões sob gestão aposta em expandir a sua carteira de crédito privado em 2026

Por Daniel Rocha

15/12/2025 | 3:00 Atualização: 15/12/2025 | 17:24

Fernando Gabriades é sócio e diretor comercial da MAG Investimentos, gestora com R$ 17 bilhões sob gestão (Foto: MAG Investimentos)
Fernando Gabriades é sócio e diretor comercial da MAG Investimentos, gestora com R$ 17 bilhões sob gestão (Foto: MAG Investimentos)

O ano de 2025 trouxe dias de glória para a bolsa de valores do Brasil. De janeiro até hoje, o Ibovespa, principal índice da B3, renovou 31 vezes a sua máxima histórica, segundo dados da Elos Ayta Consultoria. O recorde mais recente ocorreu no dia 4 de dezembro, quando o índice avançou 1,64% e fechou a 164.455,61 pontos.

Leia mais:
  • A armadilha da renda fixa: por que o CDI engana e empurra fortunas de famílias para o exterior em 2026
  • Investidores multimilionários estão saindo do Brasil em busca de proteção, diz gestor da AVIN
  • A geração de investidores que pensa em dólar: o novo movimento que a Avenue quer liderar
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Ainda assim, para 2026, o foco da MAG Investimentos está voltado para a expansão da sua carteira de crédito privado. A escolha tem um porquê: apesar do bom desempenho da bolsa, o investidor brasileiro segue preferindo ativos de renda fixa em função do atual nível da Selic.

Com R$ 17 bilhões, a gestora pretende ampliar em 50% o seu portfólio em crédito privado até junho do próximo ano. Parte dessa meta, lançada no último mês de julho, já foi alcançada. Segundo Fernando Gabriades, sócio e diretor comercial da MAG Investimentos, o volume sob gestão nesta vertical subiu 35% nos últimos seis meses.

“Estamos ‘surfando’ bem essa onda do crédito privado e acredito que, no ano que vem, há bastante espaço para o crescimento dessa classe”, diz Gabriades.

A aceleração foi impulsionada por três fundos da casa: MAG Cash 10, MAG DI Premium Crédito Privado e o MAG High Grade Plus. Juntos, os produtos registraram um aumento de R$ 787,1 milhões no seu patrimônio líquido em 2025. O trio ainda compartilha outra característica em comum: ativos de baixo risco e focados em crédito bancário, como Letras Financeiras (LFs), que se beneficiam dos juros na casa dos dois dígitos. Com essa estratégia, os fundos entregaram ao longo do ano um retorno médio mensal de 1% ao mês sem apresentar fortes variações de preço: dois elementos preferidos pelos investidores com aversão a risco.

“Acredito que essa demanda terá força também em 2026”, diz Gabriades.

Nesta segunda (15), dados do Boletim Focus, que reúne as projeções das principais instituições do País, estimam uma queda de 2,75 pontos percentuais da taxa Selic em 2026. No entanto, o patamar esperado de 12,25% ainda mantém a atratividade da renda fixa por viabilizar retornos de 1% ao mês sem exigir dos investidores exposição a riscos elevados.

Publicidade

Invista com o apoio de conteúdos exclusivos e diários. Cadastre-se na Ágora Investimentos

E-Investidor – Em julho, a MAG tinha uma projeção de expandir para R$ 20 bilhões o seu portfólio em 2025, com aquisições e ofertas de novos produtos. A gestora vai alcançar essa meta?

Fernando Gabriades – Travar o volume sob gestão que teremos até o fim do ano é difícil, mas estamos trabalhando e crescendo. Hoje, temos um volume em torno de R$ 17 bilhões sob gestão. Para 2026, queremos trabalhar no crescimento dos nossos produtos e que, ao longo do ano, tiveram uma boa performance. Na parte de crédito privado, temos uma meta de crescer 50% a nossa carteira em 12 meses. Essa projeção foi estabelecida no início do segundo semestre. Até o momento, conseguimos crescer em torno de 35%. Vejo que estamos ‘surfando’ bem essa onda do crédito privado e acredito que, no ano que vem, há bastante espaço para o crescimento dessa vertical.

Como tem sido o crescimento da carteira de crédito privado em meio aos recentes episódios de estresse, como Ambipar, Braskem e Banco Master?

Não tivemos nenhuma exposição a ativos ligados à Ambipar, Braskem e Banco Master. O que vemos é que, com a Selic ainda em 15%, a demanda por crédito privado continua.

Publicidade

O mercado estima que o ciclo de corte de juros no Brasil tenha início já em janeiro. Faz sentido apostar no crédito privado mesmo com essa projeção de cortes da Selic?

Acredito que no ano que vem essa demanda terá força também. Esses fundos que mencionem possuem estratégias voltadas para letras financeiras que se beneficiem com a taxa de juros em níveis elevados. Mesmo com a queda projetada para o primeiro trimestre, a Selic vai continuar atrativa.

O Ibovespa rompeu recentemente o patamar dos 164 mil e já acumula uma valorização de 33% em 2025. Está nos planos da gestora priorizar também a carteira de renda variável?

A bolsa de valores vem subindo, mas muito por causa do fluxo estrangeiro. Ainda assim, em 2026, iremos conseguir colher bons frutos nos fundos deste segmento. É claro que vamos crescer em renda variável, mas não na mesma velocidade. Investimos bastante no time de renda variável para estarmos bem posicionados e estruturados a esses momentos do mercado. Por enquanto, com essa taxa de juros nesse patamar, é difícil ver um investidor em busca de alocações em renda variável. Também temos visto maior interesse tanto no varejo quanto institucional pelos nossos produtos de renda fixa offshore e acredito também que, no primeiro semestre de 2026, essa demanda vai continuar crescendo.

Publicidade

Os juros elevados no Brasil e no restante do mundo são as razões para essa demanda crescente?

Sim, mas vejo também um interesse por diversificação. Os investidores estão tirando um pouco da renda fixa no Brasil para alocar no exterior porque desejam ficar posicionados em estratégias vencedores.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Crédito privado
  • Investimentos
  • Renda fixa
Cotações
29/01/2026 15h02 (delay 15min)
Câmbio
29/01/2026 15h02 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    XP, BTG e Nubank são alvo de ação judicial no caso Master; promotoria vai analisar

  • 2

    Ibovespa hoje renova recorde em dia de decisão de juros no Brasil e nos EUA

  • 3

    Selic a 15%: como investir em juros altos sem travar a carteira no curto prazo

  • 4

    Ibovespa bate recordes em 2026 com entrada de capital gringo; movimento deve continuar?

  • 5

    Vale com desconto de 36%: o que o preço de holding de Bradespar esconde sobre dividendos e risco

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para professoras em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para professoras em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (29)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (29)?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: o que é preciso para manter a bolsa?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: o que é preciso para manter a bolsa?
Imagem principal sobre o 5 requisitos que você precisa cumprir se quiser antecipar o saque-aniversário do FGTS
Logo E-Investidor
5 requisitos que você precisa cumprir se quiser antecipar o saque-aniversário do FGTS
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja o calendário completo
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja o calendário completo
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: é preciso se inscrever no programa para receber o benefício?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: é preciso se inscrever no programa para receber o benefício?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja quem pode receber o benefício
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja quem pode receber o benefício
Imagem principal sobre o Saiba como encontrar uma agência do INSS perto de você
Logo E-Investidor
Saiba como encontrar uma agência do INSS perto de você
Últimas: Direto da Faria Lima
O que os grandes nomes do mercado dizem sobre a queda do dólar, recorde do Ibovespa e eleições de 2026
Direto da Faria Lima
O que os grandes nomes do mercado dizem sobre a queda do dólar, recorde do Ibovespa e eleições de 2026

Gestores veem continuidade do fluxo de capital estrangeiro, que só em janeiro já entrou com R$ 20 bilhões na B3 e ajuda a impulsionar os ativos locais

29/01/2026 | 05h30 | Por Luíza Lanza
Gestores aumentam otimismo com EUA e reduzem posição comprada na Bolsa brasileira
Direto da Faria Lima
Gestores aumentam otimismo com EUA e reduzem posição comprada na Bolsa brasileira

Pesquisa da XP mostra que gestores multimercados aumentaram posição comprada na Bolsa americana em janeiro de 2026

28/01/2026 | 08h00 | Por Beatriz Rocha
As divergências de dois ex-diretores do BC sobre os rumos da Selic em 2026
Direto da Faria Lima
As divergências de dois ex-diretores do BC sobre os rumos da Selic em 2026

Bruno Serra, do Itaú, e Rodrigo Azevedo, da Ibiuna, veem os juros começando a cair em março; no entanto, discordam sobre duração do ciclo e impacto das eleições nas decisões do BC

27/01/2026 | 18h16 | Por Luíza Lanza
Estrangeiro não acha que um Lula 4 será muito pior do que é hoje, diz Stuhlberger
Direto da Faria Lima
Estrangeiro não acha que um Lula 4 será muito pior do que é hoje, diz Stuhlberger

Fluxo de capital estrangeiro na B3 já soma 17,7 bilhões, impulsionando o Ibovespa a novos recordes; CEO da Verde Asset discorda da avaliação de risco, mas mantém posições "pró Brasil" na carteira do fundo

27/01/2026 | 12h59 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador