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Educação Financeira

Os 7 erros que afastam o investidor da independência financeira

Especialistas explicam aquilo que não deve ser feito para não depender exclusivamente da renda do trabalho

Por Luíza Lanza

07/09/2023 | 3:00 Atualização: 08/09/2023 | 8:29

Com tempo e paciência, é possível alcançar a tão sonhada educação financeira. Foto: Pixabay.
Com tempo e paciência, é possível alcançar a tão sonhada educação financeira. Foto: Pixabay.

O Brasil celebra nesta quinta-feira (7) os 201 anos de sua independência. O feriado nacional é uma ótima oportunidade para descansar e se divertir, mas também pode ser uma brecha na rotina para pensar sobre o significado da independência na sua própria vida financeira. Afinal, esse é o sonho que leva muita gente para o mercado de investimentos.

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Especialistas em educação financeira e finanças pessoais costumam descrever a independência financeira como o estado no qual uma pessoa já possui recursos suficientes para cobrir todas as suas despesas regulares, mantendo o estilo de vida desejado, sem depender exclusivamente da renda do trabalho.

  • Veja também: Sete ativos para conquistar a independência financeira

É o sonho de muita gente: ter dinheiro para viver a vida em um ritmo diferente, tirar um período sabático ou se aposentar mais cedo. Em outras palavras, significa deixar o dinheiro trabalhar por você.

“Alcançar a independência financeira é um objetivo comum para muitas pessoas, pois oferece a oportunidade de viver com menos preocupações em relação a dinheiro e maior liberdade de escolha em termos de finanças pessoais”, diz Wanessa Guimarães, sócia da HCI Invest e planejadora financeira CFP pela Associação Brasileira de Planejamento Financeiro (Planejar).

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E engana-se quem pensa que a independência financeira só serve para os muito ricos. “Uma pessoa de renda menor também pode conseguir poupar por bastante tempo e investir uma parte da renda”, ressalta Thiago Godoy, educador financeiro da Rico.

Pensando nisso, o E-Investidor conversou com especialistas para entender quais são os principais erros cometidos por quem está começando essa jornada. Veja sete deles:

1 – Falta de planejamento

O primeiro – e mais comum – erro de quem está começando a jornada em busca de independência financeira é fazer isso sem um planejamento definido. Wanessa Guimarães destaca que muitos simplesmente economizam e investem sem metas claras ou estratégias bem definidas. Mas não é tão simples assim.

“A independência financeira requer um plano que inclua objetivos específicos, orçamento, estratégia para multiplicação do patrimônio acima dos indicadores oficiais de inflação e alocação adequada de ativos”, explica.

2 – Visão de curto prazo

A independência financeira não é um sonho fácil de ser conquistado. Exige disciplina, organização, paciência e, sobretudo, tempo. Um dos principais erros que investidores cometem nesse processo está relacionado a manter a visão de curto prazo, contrariando todos esses princípios.

“O indivíduo passar a cometer uma serie de erros, como não montar sua reserva de emergência adequada e não destinar uma parte significativa de seus ganhos mensais para investimentos. Busca por atalhos e investimentos que prometem remunerações muito acima do mercado e que apresentam risco elevados de perda”, destaca Rodrigo Azevedo, economista, planejador financeiro e sócio fundador da GT Capital.

3 – Impulsividade nas despesas

Gastar mais do que se ganha ou ter um padrão de vida acima do que o próprio nível de renda compromete seriamente a busca pela independência financeira. Por isso, especialistas recomendam disciplina com os gastos mensais, alinhado com os objetivos financeiros de longo prazo.

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“Não podemos aumentar o nosso padrão de vida a partir do momento que a gente ganha mais, isso é muito ruim. Tem gastar muito menos do que se ganha para conseguir juntar um capital”, pontua Rodrigo Cohen, planejador financeiro, analista de investimentos e co-fundador da Escola de Investimentos.

4 – Não ter uma reserva de emergência

Não faltam conteúdos na internet e nos perfis de educadores financeiros sobre a famosa reserva de emergência – fundamental para quem está em busca da independência financeira. Trata-se de um primeiro passo, anterior à própria acumulação de capital.

A reserva financeira consiste em uma quantia de dinheiro, no geral, equivalente aos custos de vida de um período de seis meses, que devem ficar aplicados em produtos seguros e com liquidez diária. Como o nome diz, é uma quantia que ficará ali para ser usada apenas em casos de emergência, como um problema de saúde e um conserto no carro ou na casa.

  • Leia mais: O passo a passo para montar uma reserva de emergência 

“É o que eu chamo de colchão da paz”, define Thiago Godoy, educador financeiro da Rico. “Sem ele, o investidor pode ser forçado a resgatar um investimento importante, perdendo rentabilidade, em um momento de urgência. É preciso ter uma reserva fora desse plano de independência”, orienta.

5 – Investir mal os recursos

Diante da dificuldade em juntar a quantia de dinheiro necessária para garantir a independência financeira, é preciso valorizar o capital nas melhores aplicações possíveis. A poupança serve para ilustrar isso: apesar de ser o investimento preferido pelos brasileiros, não é recomendada pelos especialistas como uma aplicação para deixar o dinheiro rendendo, devido à baixa rentabilidade. Conheça aqui seis opções seguras que rendem mais do que a poupança.

“Tem muita gente que poderia ter já independência financeira, porque conseguiu acumular um patrimônio bom, mas não investiu bem”, diz Rodrigo Cohen, da Escola de Investimentos. “Investir em um investimento que traz retorno muito baixo ou investir em ativos de muito risco, tentando trazer um retorno muito rápido, também não vale a pena.”

Isso significa que é preciso ficar atento ao próprio perfil de risco para não tentar buscar atalhos em ativos extremamente voláteis e acabar colocando as economias sob um grau de risco maior do que o desejado.

6 – Não diversificar os investimentos

Isso leva a um outro ponto: a importância da diversificação. Não basta investir em um só ativo, mas sim escolher uma gama de produtos que vão permitir rentabilidades e graus de risco diferentes. Assim, caso o cenário macroeconômico e de mercado seja desfavorável para algum deles, o desempenho de outra aplicação compensa.

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“Investir todos os recursos em uma única classe de ativos ou em uma única empresa pode ser arriscado. A diversificação ajuda a espalhar o risco e a aumentar as chances de crescimento sustentável ao longo do tempo”, destaca Guimarães, da HCI Invest.

7 – Não buscar informação de qualidade

Antes de começar a investir e se organizar financeiramente, é preciso estudar. Buscar informações de qualidade, com profissionais qualificados e com experiência no mercado pode ser um diferencial, especialmente para aqueles que não têm domínio sobre investimentos, gestão financeira e planejamento tributário. Educação financeira ajuda a tomar decisões informadas e evitar armadilhas.

E sempre de pessoas e fontes qualificadas. “Não adianta ficar seguindo dica de parente, amigos, gente que acha que entende, sem pesquisar”, ressalta Thiago Godoy, da Rico. “É preciso pesquisar, entender no que está investindo.”

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